May
04
2011
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Biometria ajudou a identificar Osama em ação no Paquistão

Reconhecimento Facial

Reconhecimento Facial

Mesmo sendo o rosto mais conhecido do terrorismo, no ataque à cidadela erguida por Osama bin Laden no Paquistão os fuzileiros navais americanos do Team 6 valeram-se de tecnologia de ponta para se certificar de que o homem morto com um tiro na cabeça era de fato o inimigo número um dos Estados Unidos. Trata-se de um dispositivo portátil de biometria, capaz de medir os mais sutis traços anatômicos. É uma espécie de câmera digital que compara as imagens feitas em campo com um vasto banco de dados da inteligência americana, tudo via internet.

Desenvolvido pela empresa americana L-1 Identity Solution, o dispositivo portátil do exército americano se chama Handheld Interagency Identity Detection Equipment (HIIDE, na sigla em inglês), de acordo com o site da revista americana Scientific American. É considerado o equipamento portátil mais avançado e completo para identificação de pessoas. O HIIDE é capaz de fazer leitura de íris, reconhecer digitais e realizar reconhecimento facial. Além disso, tem acesso ao banco de dados de suspeitos da inteligência americana. Com ele, os oficiais americanos podem saber, em campo, se uma pessoa é ou não procurada pelo governo.

O kit foi utilizado para identificar o rosto de Osama bin Laden com 95% de precisão, de acordo com a rede americana MSNBC, o que é considerado um valor confiável. O cálculo biométrico leva em conta uma série de medidas faciais – nariz, lábios, íris, tamanho e distância entre os olhos – e também considera a frequencia de algumas características dentro de uma mesma população. Com isso, os fuzileiros puderam dar as primeiras confirmações de que haviam eliminado bin Laden. O passo seguinte foi recolher material genético do terrorista para análise de DNA, que mais tarde confirmou com 99,9% de precisão que a caçada havia, de fato, terminado.

O desenvolvimento de tecnologia de biometria — reconhecimento facial, impressão digital, íris etc. — recebeu grande incentivo depois dos atentados de 11 de setembro de 2001. Os terroristas responsáveis pela morte de cerca de 3 mil pessoas usaram papéis falsos para conseguir entrar nos Estados Unidos. Teriam muito mais dificuldade para driblar equipamentos como o HIIDE.

Fonte: Veja

Mar
27
2011
-

Estudantes criam sistema de identificação digital

Cadastro com leitor biometrico digital

Cadastro com leitor biometrico digital

A partir de março, a viagem até a universidade será diferente para os 1,4 mil estudantes de Marau. Criado por alunos, um sistema de identificação digital fará o controle do transporte com um tablet, computador em forma de prancheta e com tela sensível ao toque, e um leitor biométrico.

A ideia surgiu devido aos impasses registrados nas viagens devido ao uso de carteirinhas estudantis. Após ser aceita pela Associação dos Universitários Marauenses (Assuma), a proposta foi aprovada pela prefeitura, que custeia o transporte dos alunos.

Segundo o projeto, cada ônibus terá um tablet com conexão à internet e um leitor biométrico fixados no painel. Quando começar a viagem, o motorista deverá informar a placa do veículo, nome do condutor, data, horário de saída e destino.

Em seguida, o tablet atualizará o banco de dados com as informações dos estudantes via internet móvel. Na hora do embarque, quando o passageiro encostar o dedo no leitor biométrico, o computador exibirá seu cadastro completo, incluindo os dias e turnos de aula.

A partir das informações, o motorista liberará ou não a entrada no ônibus. Antes de sair da cidade de origem, o tablet ainda gerará automaticamente para um servidor instalado na sede da Assuma um relatório completo com a lista de passageiros no veículo e até a rota prevista.

- Com essa tecnologia, há um controle completo e a segurança é total – garante Jonathan Tebaldi, um dos idealizadores do sistema.

Nesta semana, a Assuma iniciou o cadastro dos acadêmicos em sua sede, localizada na Rua Irineu Ferlin, s/nº. Para se cadastrar, é preciso informar dados pessoais, apresentar comprovantes de matrícula e de residência em Marau, levar uma foto e fazer o registro da impressão digital.

A licitação para selecionar as empresas responsáveis pelo transporte universitário está prevista para a próxima quarta-feira, dia 20. Segundo o edital, elas terão que comprar os equipamentos necessários para implantar sistema. O investimento, por ônibus, será de aproximadamente R$ 2,4 mil.

– A fiscalização digital trará segurança e agilidade, além de reduzir gastos e transtornos – afirma Thales Alex Timbola, presidente da Assuma.

Fonte: Clic RBS

Mar
27
2011
-

Morpho anuncia nova linha de encapsulamento de chip para smart cards na sua fábrica de Taubaté – SP

Cartao Inteligente (Smart Card)

A Morpho e-Documents, empresa do Grupo Safran, anuncia o lançamento de uma nova linha de produção completa de módulos de Circuito Integrado (CI) na sua fábrica brasileira, em Taubaté. Esse investimento permitirá que a Morpho produza até 30 milhões de módulos por ano, a partir do primeiro trimestre de 2011.  A nova linha também irá satisfazer uma exigência do governo brasileiro, que é o aumento do valor agregado local na cadeia de produção de cartões inteligentes, para atender às disposições da lei de  incentivos fiscais  do Processo Produtivo Básico (PPB).

A linha de produção de módulos exigiu um investimento de aproximadamente 4 milhões de euros em 2010 para garantir a produção local de cartões de identificação de policarbonato (ID Cards) altamente seguros. O investimento irá fortalecer a posição da empresa como líder local no setor de cartões inteligentes. A Morpho agora possui uma cadeia de produção completa para o novo programa de identificação do Brasil, RIC, que se tornará o meio oficial de identificação no país para os próximos anos.

“A nossa nova linha de produção de módulos permitirá atender às regras do governo brasileiro com relação aos benefícios do PPB. Nossa decisão de investir em uma linha de produção local enfatiza o nosso compromisso de longo prazo para com nossos clientes brasileiros e da América Latina”, diz  Paolo Villasco, Vice Presidente Senior das Américas da divisão e-Documents da Morpho.

A fábrica em Taubaté, no Estado de São Paulo, foi ativada  em 1998 e atende aos mais elevados padrões de segurança, conforme confirmado pela MasterCard, Diners, AMEX e Visa. Mais de 60 milhões de cartões inteligentes são produzidos e personalizados a cada ano.

Sobre a Morpho

A Morpho, empresa de alta tecnologia do grupo Safran, é uma das principais fornecedoras mundiais de soluções para identificação, detecção e e-documents. A Morpho é especializada em aplicações para direitos pessoais e gestão de fluxos, em particular aquelas baseadas em biometria, um setor no qual é a líder mundial, assim como terminais seguros e cartões inteligentes.

A Morpho e-Documents, como uma Divisão da Morpho, é pioneira e líder global na indústria de cartões inteligentes. Desenvolve e implementa tecnologia de ponta para transformar em realidade nossa visão das comunicações móveis sem fronteiras e da segurança digital integrada. A linha de produtos da Morpho e-Documents inclui hardwares, softwares, consultoria e serviços, todos voltados para os cartões inteligentes para beneficiar consumidores e provedores nas áreas de telecomunicações, saúde, identificação e serviços bancários. Os sistemas e equipamentos integrados da Morpho já foram implementados no mundo todo e contribuem para a segurança e proteção de transportes, dados, pessoas e países.

Fonte: SEGS

Mar
19
2011
-

Judiciário de MT terá sistema de identificação de digitais

Leitor Biométrico Digital

Leitor Biométrico Digital

Assessoria

O Poder Judiciário Estadual irá substituir, gradativamente, os atuais equipamentos de registro de horário de entrada e saída de servidores por relógios biométricos. No relógio biométrico, o registro de entrada e saída do servidor é feito utilizando a impressão digital.

O novo sistema será implantado no Tribunal de Justiça de Mato Grosso e em todas as comarcas do Estado. No total, serão adquiridas 145 unidades de relógios biométricos, conforme a Ata de Registro de Preços nº 117/2010, assinada em 13 de dezembro de 2010. O primeiro pedido de empenho foi de 50 unidades. O prazo de entrega é de 30 dias após a efetivação do empenho.

De acordo com a diretora do Departamento de Recursos Humanos do TJMT, Salma Catarina Barbato Paiva, as primeiras 15 unidades serão instaladas no Tribunal. Após período de adaptação e verificada a inexistência de qualquer problema, a implantação dos novos equipamentos será estendida às Comarcas de Entrância Especial, como Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis. Em seguida, às de Terceira, Segunda e Primeira Entrâncias, nessa ordem.

Conforme a diretora do DRH, o sistema impede a ocorrência de qualquer tipo de fraude. Em contrapartida, trará mais segurança e tranqüilidade para o servidor, evitando que ele deixe de registrar a entrada caso tenha esquecido o cartão de ponto em casa ou que a entrada não seja registrada por defeito no equipamento.

A coordenadora administrativa do Tribunal de Justiça, Randis Mayre, explicou que o procedimento licitatório utilizado para a compra dos relógios biométricos foi na modalidade pregão eletrônico e a contratação se deu por meio do Sistema de Registro de Preços, o que ampliou a competitividade e, consequentemente, possibilitou uma aquisição mais vantajosa para a Administração.

Fonte: Mato Grosso Notícias

Feb
27
2011
-

Quando se utiliza leitor de proximidade UHF?

Esquema de ligação de um leitor UHF com suas antenas

Esquema de ligação de um leitor UHF com suas antenas

Não é mais nenhum mistério a utilização de tecnologia de proximidade para as mais diversas aplicações de controle de acesso de pedestres ou de controle de acesso de veículos. Quando estamos estamos passando por um pedágio, existem os sistemas que lêem um tag ativo (tag alimentado com bateria) no veículo e se consegue grandes distância de leitura do tag.

O problema se inicia quando queremos fazer uma instalação desta tecnologia na portaria de uma empresa ou na portaria de um condomínio: O alto custo da solução! Normalmente isto inviabiliza o projeto. Então vem a pergunta, por quê não utilizar o cartão de proximidade comum? Utilizados pelos pedestres de condomínio e outras aplicações?

Por um motivo muito simples, o cartão de proximidade passivo, possui uma limitação da distância de leitura. Chegaria no máximo a um metro de distância.

Estão não se pode utilizar um sistema “Sem Parar” num condomínio? Aí entra em cena a tecnologia UHF.

UHF é a sigla para o termo inglês Ultra High Frequency, que significa Frequência Ultra Alta. Os leitores UHF e tag UHF trabalham numa frequência em torno de 920 MHz, ou seja, muito superior à dos cartões de proximidade (125KHz) ou dos cartões MIFARE (13,5 MHz).

Isto resulta numa leitura à uma distância de até cinco metro com a utilização do TAG T2.

Quem já tem a entrada de veículo automatizada com a tecnologia de proximidade, pode tranquilamente fazer a migração para a tecnologia UHF. Sé necessário adquirir o leitor UHF, a antena UHF , como mostra na figura ao lado, e optar por um tag que se encaixar melhor em sua necessidade.

O tag UHF é instalado no interior do veículo, normalmente próximo ao retrovisor, e o usuário já não precisa mais abrir a janela do seu veículo para que seja liberado o acesso da cancela automática.

Ficou dúvidas? Escreva para nós que iremos orientá-lo.

Fonte: Artigos Flash Card

Feb
27
2011
-

CPqD investe R$ 8,8 mi em laboratório para teste de RFID

CPqD

CPqD

Ambiente atuará no desenvolvimento, teste, simulação e integração das aplicações de identificação por radiofreqüência a redes de sensores, de biometria e de comunicação sem fio.

O CPqD inaugurou nesta sexta (4) o Laboratório de Estudos e Aplicações em RFID, tecnologia de identificação por radiofreqüência. O ambiente, segundo os diretores da empresa, é o único no Brasil que possui uma câmara semianecóica. A inauguração aconteceu na sede do CPqD em Campinas, no interior de São Paulo, e contou com a presença do presidente da instituição, Hélio Graciosa, do Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e diversas autoridades.
O laboratório começou a ser montado em junho de 2009 e contou com o apoio do Fundo Nacional de Desenvolviemnto Científico e Tecnológico (FNDCT), do MCT e da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). O valor total do investimento foi de R$ 8,8 milhões, sendo R$ 8 milhões vindo das parcerias e R$ 800 mil do CPqD.
“Esse será um laboratório nacional de referência, onde vai concentar ainda mais investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Na história da evolução de tecnologia no Brasil, o CPqD tem um papel decisivo”, disse Mercadante.
Infraestrutura e Serviços
A câmara semianecóica presente no Laboratório é revestida internamente por placas absorsoras e simula um ambiente aberto, mas sem interferências eletromagnéticas externas. Portanto, será possível medir sinais de radiofrequência livres de interferências.
O Laboratório de Estudo e Aplicações em RFID fará três tipos de análises. O teste e medição de radiofrequência (RF) será destinado a verificar se os dispositivos RFID (leitores e etiquetas) estão em conformidade com os padrões do mercado. Outro tipo de estudo permitirá verificar se as etiquetas e leitores RFID estão de acordo com os padrões da EPCglobal, entidade responsável pela implementação do Código Eletrônico de Produtos (EPC).
Além disso, o laboratório atuará no desenvolvimento, teste e simulação de aplicações baseadas nessa tecnologia, em diversos segmentos e cenários. Isso envolve a integração da aplicação RFID com outras tecnologias, como redes de sensores, biometria e redes de comunicação sem fio.
“Nós do CPqD estamos muito honrados de termos sido escolhidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pela Finep para ser a sede desse laboratório de referências em RFID”, disse Graciosa. Segundo o presidente, a criação do laboratório é um reflexo do crescimento na área de tecnologia do Brasil.

Fonte: IPNEW
Escrito por Thamires Costa

Feb
27
2011
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Biometria controla frequência de alunos em escola da Praia Grande

Leitor Biometrico

Leitor Biometrico

Controlar a presença e a frequência de alunos é uma realidade comum e antiga em qualquer escola, sempre realizada através das listas de chamada em papel. Mas, visando mais segurança, as tecnologias vêm sofisticando cada vez mais as formas de monitoramento de acesso dos estudantes.

Alunos do 1º ao 5º ano da Escola Municipal Roberto Mário Santini da cidade de Praia Grande, litoral de São Paulo, por exemplo, utilizam – desde maio deste ano – um sistema de frequência digital da Madis Rodbel – uma das principais empresas fabricantes de relógio de ponto e controle de acesso do País.

O mecanismo é de um coletor de dados biométricos – o MD 5705 da Madis Rodbel. O aparelho registra a presença do estudante, por meio da leitura biométrica do dedo indicador. De acordo com o chefe da Coordenadoria de Programas de Inclusão Digital da cidade, Marcos Pastorello, “o sistema envia aos pais, diariamente, um e-mail informando o horário exato que o aluno entrou e saiu da sala de aula da escola”. Pastorello complementa que “a partir de agosto deste ano, os pais também começaram a receber esses avisos por meio de mensagens de texto via celular, em caso de ausência do filho”.

Os principais benefícios do projeto são os controles: de diário de classe, de merendas, evasão escolar, acompanhamento do programa Bolsa Família (que se baseia na frequência dos alunos para manter o benefício) e envio de e-mail e SMS para os responsáveis pelos estudantes. O desperdício de alimentos (merenda) é evitado por meio de um computador. A cozinha da instituição recebe em tempo real o número exato de alunos que estão na escola para fazer a quantidade ideal de comida.

De acordo com o vice-presidente da Madis Rodbel, Rodrigo Pimenta, esse é o primeiro projeto da empresa voltado para controle de frequência em uma instituição de ensino. “Estamos experimentando e como projeto-piloto já percebemos ótima aceitação da escola, dos pais e dos próprios alunos. O objetivo é que o sistema digital elimine de vez a lista de presença e aumente a segurança e controle das crianças na rotina casa-escola e vice-versa”, afirma Pimenta.

O MD 5705 da Madis Rodbel tem capacidade para 500 usuários comunicação TCP/IP em real time, utilizando sistema RBAcesso SQL integrado com software desenvolvido pela Coordenadoria de Programas de Inclusão Digital da Secretaria de Educação – Prefeitura Municipal da Praia Grande.

Na Escola Municipal Roberto Mário Santini foram instalados 14 leitores biométricos, já que a instituição possui 14 salas de aula. Atualmente, o sistema está atendendo cerca de 600 alunos nessa unidade escolar.

Segundo a Coordenadoria de Programas de Inclusão Digital da Secretaria de Educação, o sistema pretende incluir também as notas e outras informações sobre o desempenho do estudante, que serão enviados diretamente para os e-mails dos professores. Além disso, a Secretaria de Educação adquiriu 48 novos equipamentos para serem instalados em 5 novas escolas em 2011, contemplando 3100 alunos, perfazendo um total de 3700.

Fonte: Minha Notícia

Jan
27
2011
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Biometria no Controle de acesso físico

Fechadura Biométrica D-LOCK DL1500 com capacidade para até 100 digitais

Fechadura Biométrica D-LOCK DL1500 com capacidade para até 100 digitais

Controle de acesso físico é o tipo de aplicação onde o acesso a um espaço físico ou uma propriedade como uma área, prédio, sala, container, armário, carro, casa, garagem, cofre, etc é controlado e somente pessoas autorizadas são permitidas nesses locais.
Normalmente esse acesso é assegurado via um token, uma chave ou cartão, mas os tokens estão muito aquém da necessidade de pessoas e empresas, pois não fornecem atributos básicos como segurança, conveniência, não-repúdio.
A biometria pode verificar ou identificar indivíduos entrando ou saindo de uma área, num determinado momento e complementar ou substitui completamente chaves, senhas, cartões ou outros tipos de tokens.
A biometria oferece segurança, pois não pode ser roubada como uma chave ou um cartão; oferece conveniência, pois não pode ser perdida e oferecia não-repúdio pois coloca a pessoa efetivamente onde sua biometria foi utilizada.
Nas escolas o controle de acesso biométrico permite o acesso somente a pessoal autorizado, pais e alunos, além de registrar todos os acesso para futura verificação em caso de problemas. Nos estádios a venda de ingresso condicionado ao cadastro biométrico elimina o problema com atravessadores e permite aos estádios barrarem arruaceiros baseado em uma lista negra. Locais como usinas nucleares, armazéns de armas, bancos, instalações militares e companhias em geral preocupadas com sua segurança recentemente veem implantando controle de acesso com biometria.
Independente do nível de segurança exigido, não existe ambiente onde o controle de acesso biométrico não pode ser utilizado e com os custos decrescentes o potencial de substituir sistemas legados e de implantação em novos ambientes é enorme.
É importante levar em conta na hora da aquisição, a quantidade de pessoas que irá utilizar o sistema. Equipamentos para o uso pessoal ou para uma familia, como uma fechadura eletrônica, podem ser mais simples enquanto os equipamentos para uso em empresas deve ser robustos, fáceis de usar e ter boa acurácia, além de suportar o cadastro de centenas e até milhares de pessoas.

O Terminal de controle de acesso Virdi AC6000, pode ser usado no modo online e offline

O Terminal de controle de acesso Virdi AC6000, pode ser usado no modo online e offline

Os controles de acesso biométricos podem também ser classificados quanto a sua conectividade como stand-alone e em rede. Os sistemas stand-alone por não possuirem integração são interessantes para aplicações de baixo custo com 1 ou poucos terminais de acesso. Quando o sistema de acesso envolve muitos terminais biométricos, a ligação em rede a um servidor central é muito importante pois permite o cadastro, administração e auditoria centralizada, além da integração com os sistemas de segurança e TI da empresa.
A integração entre o controle de acesso físico e o controle de acesso lógico é uma evolução desses sistemas e já está começando a acontecer. A possibilidade de efetuar o cadastro e gerenciamento biométrico centralizado para uso nos dois sistemas (físico e lógico) se traduz em redução de custos, aumento na segurança e comodidade para os usuários.
Na implantação de um sistema biométrico de controle de acesso, é preciso estar atento a alguns parâmetros chave. Numa empresa normalmente todas as pessoas tem o mesmo horário de trabalho então é possível que o sistema tenha que processar um grande fluxo de pessoas em um intervalo de tempo pequeno. Outro fator importante é a existência de uma alternativa para a biometria para os casos de não reconhecimento.

Fonte: Fórum Biometria

Jan
26
2011
-

Shopping Inteligente

Automação de Estacionamento

Automação de Estacionamento

As vendas em shoppings centers em 2010 devem crescer 15% em relação ao ano de 2009, quando esse mercado faturou R$ 71 bilhões. Os dados são da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce). Por trás dessa soma, estão pessoas que procuram conforto, segurança e facilidade ao realizar compras – o que esses centros de comércio tem, e muito, a oferecer. Para atender a toda essa demanda e atrair mais consumidores, donos de shoppings investem em tecnologia, que está presente desde um “levantar de cancela no estacionamento” até “leitores de código de barra que se comunicam com o caixa”.

Boa parte das inovações está aplicada ao estacionamento, uma das áreas que provocam mais stress aos clientes por causa do entra e sai de carros e das filas dos caixas. A DBTrans, empresa de tecnologia voltada a pagamentos e passagem automática, recentemente reposicionou seu serviço Auto Expresso. “Trata-se de um chip de passagem automática, que já está presente em seis rodovias e 18 shoppings centers”, conta Nielsen Seixas, diretor do Auto Expresso da DBTrans.

O serviço é composto por uma etiqueta eletrônica colada no para-brisa do veículo, que permite a identificação por meio de antenas instaladas nos estacionamentos – como em pedágios – que utilizam a tecnologia de radiofrequência RFID para transmitir dados. Com ele, há redução nas filas em guichês de pagamento e controle de rotativos, credenciados e mensalistas. Os consumidores conseguem entrar e sair das garagens sem precisar de tíquetes.

A Nepos, especializada em comunicação entre entrada de garagem e centrais de shopping, inova ao trabalhar com diferentes tipos de transmissão de dados. Com modelos padrão de cancela e terminais, as tecnologias oferecidas pela empresa são: smart card, RFID hands free, códigos de barras reutilizável e código de barras descartável (nestes dois últimos, o código impresso é o responsável por autorizar a entrada dos veículos).

Avançado, o smart card é um sistema de controle que, com um chip embutido, trabalha de modo online (via protocolo TCP-IP) e offline (para garantir o bom funcionamento em caso de falha na transmissão) e carrega embutido o conjunto de informações do usuário. Já o RFID hands free é um controle de acesso automático com etiquetas inteligentes que operam sem bateria – similares a etiquetas de bagagem das companhias aéreas. Um leitor UHF é responsável pela troca de informações.

Software de gestão

Do ponto de vista de software, o Grupo Ease mantém um programa de controle e gerenciamento total de shoppings centers que ganhou algumas inovações recentemente. O “Módulo AC” foi desenvolvido inicialmente para atender administradoras de centros de compras de pequeno, de médio e de grande porte. A estrutura do “Módulo AC” contribui muito na divisão de tarefas e na organização das informações, criando até mesmo uma ordem para cada etapa. Além das necessidades comuns a qualquer escritório administrativo, o aplicativo oferece mecanismos específicos à área de shopping center:

Com o módulo é possível gerar o cadastro dos espaços locáveis com detalhes de localização, medidores de consumo das lojas, gerenciamento completo das vendas com guias de declarações e valores lançados diretamente na ficha financeira, consumo da loja e acompanhamento completo pós-faturamento.

Com soluções mais simples de operar, a Cosiensa mantém, além de equipamentos para gestão de parques, softwares para caixa manual e central de gestão. Com programas intuitivos, é possível realizar a gestão de todos os meios de pagamentos – cheques, dinheiro, cartões de desconto. O aplicativo conta ainda com suporte a proteção por senhas, turnos de trabalho independentes (na estação de trabalho dos caixas), emissão automática ou manual de listagem de fim de turno.

Serviço:
www.dbtrans.com.br
www.unisiga.com.br
www.nepos.com.br
www.grupoease.com.br
www.cosiensa.com

Fonte: Diário do Comércio

Jan
18
2011
-

Viva na casa do futuro hoje

Fechadura do futuro

Fechadura do futuro

Dos gadgets sem fio à inteligência artificial, a tecnologia está transformando a experiência de morar. Entre e veja o que você pode ganhar com isso.

Vinte anos atrás, você entrava no carro, girava a manivela para abrir a janela, empurrava a ponta do espelho lateral com o dedo, colocava um som no toca-fitas e dirigia por aí. De repente começava a chover e os vidros embaçavam completamente, enquanto você tentava passar um pano no para-brisa. Em vão… Se no carro as tecnologias evoluíram de forma a exportar essa cena para algum lugar da era paleozoica, em casa ainda vivemos de um jeito parecido com o cenário aí de cima. Mas talvez daqui a 20 anos você tenha a mesma reação ao lembrar que abria e fechava as janelas manualmente e tinha de usar (e encontrar!) três controles diferentes para ver um filme no home theater. Agora, as casas começam a entrar na mira dos sensores, dos recursos de automação e das tecnologias de rede e de acesso remoto. A experiência de morar está se transformando — e sem ser algo apenas para milionários.

No passado, o alto custo de instalação de equipamentos para automação residencial afastava mesmo quem tinha dinheiro para investir, tornando o uso de tecnologia dentro de casa uma excentricidade. “Hoje, com 4 000 a 5 000 reais você consegue automatizar um ambiente inteiro”, diz Leonardo Senna, dono e técnico da iHouse, uma das pioneiras do setor. Isso significa, por exemplo, controlar com um toque toda sua sala, incluindo iluminação com dimmer (para regular a intensidade de cada lâmpada), instalações de áudio e vídeo, controle de ar-condicionado e acionamento elétrico de persianas ou janelas. Senna fez de seu apartamento um laboratório de testes para as novidades. E quando viaja sente falta de itens como o misturador eletrônico de água no chuveiro, que permite definir com exatidão a temperatura e o fluxo.

Segundo estimativa da Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside), os preços desses recursos caíram pela metade nos últimos quatro anos. “A automação custava cerca de 5% do valor do imóvel. Agora representa 3%”, afirma o engenheiro José Roberto Muratori, fundador da Aureside. Conectar um cômodo todo não costuma demorar mais que algumas horas. Hoje, as principais formas de usar automação em casas já construídas envolvem tecnologias sem fio como o Wi-Fi, o infravermelho, o 3G e até o ZigBee, um protocolo com menor alcance e consumo de energia que pretendia dominar as casas.

Direto na planta Quem vai comprar um imóvel na construção pode optar pela automação antes de a casa ficar pronta. Sempre é mais fácil fazer pequenas mudanças enquanto ela não está habitada e cheia de móveis. Os custos e os transtornos são menores. Por isso — e também para ter mais atrativos em seus imóveis —, várias construtoras estão oferecendo possibilidades de automação em projetos no lançamento. É o caso da Even, que teve sua primeira experiência no ano passado, em um condomínio na cidade de São Paulo. A empresa não se fixou apenas nos apartamentos grandes de alto padrão, mas também está oferecendo automação em imóveis a partir de 50 metros quadrados, com custo incluído no valor total. É o caso do Concept Anália Franco, que custa a partir de 363 000 reais. O pacote básico inclui itens como uma central para controlar os equipamentos, controle remoto com LCD e roteador Wi-Fi. Quem compra ainda pode aumentar o pacote com opcionais como dimmers, leitor biométrico para a porta, termostato para o ar-condicionado e câmeras IP controladas pela web. “A automação era um mito de preço e funcionalidade. Quando as pessoas veem no apartamento decorado, torna-se tangível e a receptividade é boa”, diz Ricardo Grimone, gerente de incorporação da Even.

Fonte: Info Exame

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