Oct
30
2009
-

Pósitron lança soluções inéditas de telemetria e segurança para carga na Fenatran

Sensores e atuadores instalados na carga do caminhão.

Sensores e atuadores instalados na carga do caminhão.

A unidade de Rastreamento da Pósitron, marca da PST Electronics, apresenta na Fenatran 2009 – 17º Salão Internacional do Transporte – o conceito dos módulos de telemetria e de carga, desenvolvidos para ampliar a performance do veículo e do motorista e a segurança da carga. Na feira, a empresa mostra também os serviços de romaneio digital e controle de manutenção, além dos hardwares de rastreamento RT 140 e RT 160. “Com as novidades, vamos atender importantes necessidades da cadeia de transporte no Brasil. A experiência no mercado de segurança e a capacidade de desenvolver projetos localmente nos permite oferecer ferramentas exclusivas e aumentar nossa oferta para o mercado”, explica José Tabone, gerente Comercial da unidade de Rastreamento da Pósitron. O desempenho do veículo e a forma de condução do motorista podem ser conferidos por meio do módulo de telemetria. Com essa tecnologia, o cliente tem acesso ao desgaste mecânico das peças, à velocidade atiginda na chuva e ao consumo de combustível e de pneus. Com a solução, é possível gerar até 50 tipos de relatórios, dependendo da necessidade de cada empresa. “Essas soluções podem gerar economia na ordem de 20% no consumo de combustível para os clientes. A utilização destes relatórios para ações de conscientização e prevenção resulta ainda em redução de 25% dos custos gerais de manutenção, além da sensível diminuição dos riscos de acidentes decorrentes do modo de condução do veículo”, avalia o executivo. O módulo de carga, composto por sensores e atuadores, foi desenvolvido para garantir a segurança da carga e o gerenciamento de risco. Esses componentes podem ser instalados em diferentes locais do veículo, como na carroceria, nas portas, no interior da cabine ou no engate do cavalo mecânico. O sensor permite enviar à central de atendimento qualquer movimentação não habitual no interior do veículo, como abertura da porta do lado do passageiro em ponto não previsto. Já o atuador informa uma ação que não estava programada, como a abertura da carroceria, e faz o bloqueio do caminhão. Todos os componentes podem ser agregados ao rastreador de forma modular, de acordo com a necessidade do cliente.
Para ampliar a eficiência logística da frota, a empresa passa a oferecer o sistema de romaneio digital. O lançamento sistematiza o roteiro de entregas e traça a rota mais rápida e econômica para o cliente. O romaneio possibilita ainda a visualização e o acompanhamento, de forma hierarquizada, do percurso da frota por meio do mapa sinótico, que fica disponível em área restrita no site da Pósitron (http://www.positron.com.br/).No mapa, o frotista tem a visão de toda a operação; o administrador pode conferir o trabalho realizado por sua frota; e o embarcador visualiza, em tempo real, o status da entrega da carga. O romaneio digital também permite a confirmação da rota na qual, durante o trajeto, qualquer desvio fica registrado. Já o controle de manutenção facilita a gestão da agenda de reparos dos veículos e os custos operacionais envolvidos. Essa ferramenta permite o gerenciamento online, avisando o momento adequado para, por exemplo, a troca de óleo do motor, pneus ou dos filtros. É possível ainda enviar lembretes e relatórios ao condutor, com alertas na ocasião de cada tarefa. Além de todas essas inovações, a Pósitron traz ao mercado um sistema de redundância ao GSM (Global System for Móbile Communication), padrão digital de comunicação celular. Com essa nova tecnologia, existente apenas nos módulos da Pósitron, caso o GSM apresente falhas (por perda de cobertura ou uso de jammer – equipamento que bloqueia o sinal de celular), o sistema de redundância entra em ação e o rastreador continua emitindo sinal à central de atendimento da Pósitron.
Outros lançamentos da empresa na Fenatran são os rastreadores RT 140 e RT 160, produto selado indicado para uso em motocicletas. Uma das novidades dos rastreadores é o acelerômetro. Esse sistema indica o movimento do módulo nos três eixos espaciais, permitindo, por exemplo, identificar freadas bruscas, capotamento, tombamento e entrada lateral em curvas. Em caso de tentativa de violação do módulo, o acelerômetro identifica a ação e emite um sinal para a central de atendimento da Pósitron de forma autônoma. O tamanho reduzido do acelerômetro permite instalação em locais ainda mais remotos do veículo, dificultando a sua desativação. Por ser o menor do mercado, apresentar capacidade de autonomia e operar com tecnologia de custo competitivo, o rastreador da Pósitron tem sido utilizado também como solução de redundância, ou seja, como um segundo rastreador em funcionamento no veículo. Essa opção é bastante usada no mercado e a Pósitron já é a segunda maior fornecedora nacional de hardware em duplicidade. Os rastreadores RT 140 e RT 160 são equipados com bateria auxiliar interna. Esse componente permite a continuidade no envio de sinal, por um tempo adicional, em caso de desconexão da bateria principal. “Na Fenatran, estamos mostrando nossa capacidade de oferecer as melhores soluções. A Pósitron é a única do mercado que opera de forma verticalizada, realizando desde o planejamento da solução junto ao cliente, o desenvolvimento do hardware, firmware e software até a prestação de serviço de monitoração”, ressalta Tabone. A companhia também se destaca pela possibilidade de customização e de desenvolvimento ágil e flexível de projetos, conforme a necessidade, e ainda conta com estrutura própria de engenharia local. Os novos hardwares e serviços poderão ser adquiridos a partir de outubro. Já os módulos de carga e de telemetria chegam ao mercado em janeiro de 2010. Os custos variam de acordo com as soluções contratadas pelos clientes. A Pósitron também atende o consumidor pessoa física e, para este público, os serviços têm preços a partir de R$ 55.

Fonte: Blog do Moquenco

Oct
26
2009
-

Maxtrack apresentará produto para mercado de rastreamento na Fenatran

Microcomputador automotivo funcional

Microcomputador automotivo funcional

Maxtrack vai apresentar, em primeira mão, na 17ª Feira Internacional de Transportes (Fenatran), entre 26 e 30 de outubro, o i-MXT, microcomputador automotivo multifuncional, que permite diversas aplicações, adaptáveis às necessidades de cada operação ou usuário.
O equipamento permite realizar vídeo conferências entre veículos e/ou central de controle, facilitar manobras com o auxílio de câmeras de marcha à ré, registrar operação/rota com registro de imagens de front view, identificação de motoristas com leitor biométrico, disponibilizar acesso web via wi-fi para os usuários do veículo, mostrar a rota e as orientações para chegar ao destino estipulado, entre outros. O projeto i-MXT foi iniciado em maio/09 e tem previsão para estar disponível no mercado a partir do início do próximo ano.

A interface com o usuário é através de uma tela LCD touch screen de sete polegadas. O i-MXT oferece diversidade e detalhamento das operações de localização, monitoramento, planejamento de rotas e navegação. O equipamento possibilita, por meio do seu navegador, a integração entre planejamento e a operação de campo, considerando roteamento e condições de tráfego em tempo real, graças ao transceptor RDS.

O i-MXT utiliza o Linux como sistema operacional, e conta com duas portas USB que permitem conectar todo tipo de dispositivo – impressora, leitor de código de barras, leitor de cartão de crédito, pen-drive de TV digital, câmeras USB, entre outras possibilidades.

A Maxtrack aposta num produto inovador para o mercado de rastreamento e navegação, que demanda soluções flexíveis para operações com logística cada vez mais complexa.

Imagem: Divulgação

Fonte: InfoGPS

Oct
21
2009
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Leitor Biométrico para portas

Leitor Biométrico NT 4x2Leitor Biométrico NT 4×2

A Almitec lança uma solução para controle de acesso à portas com utilização de leitor biométrico embutido na parede. O Leitor Biométrico NT 4×2, permite o controle de acesso em tempo real (on-line), transmitindo, através de protocolo TCP-IP, as informações da digital do usuário para um servidor fazer a validação da mesma. Possui verificação de porta aberta, interagindo com o software através de protocolo UDP. Informa ao usuário o aceite ou não da tentativa de leitura através de LED´s indicativos.

Mais informações no site da Almitec ou no link do Leitor Biométrico NT 4×2.

Oct
21
2009
-

Leitor digital Kindle chegará oficialmente ao Brasil por R$ 1 mil

Leitor digital Kindle, da Amazon. (Foto: Divulgação )

Leitor digital Kindle, da Amazon. (Foto: Divulgação )

A Amazon anunciou nesta quarta-feira (7) que vai começar a vender o leitor digital Kindle para fora dos Estados Unidos — entre os países que poderão comprar o eletrônico está o Brasil. Com as taxas de importação e de entrega, o produto que custa US$ 279 nos EUA (cerca de R$ 490) vai chegar aos brasileiros por US$ 585,32 (o equivalente a R$ 1.028,75). A novidade estará disponível a partir de 19 de outubro, mas já é possível fazer reservas no site.

O Kindle tem capacidade para armazenar 1,5 mil livros e bateria que dura quatro dias com o wireless ativado ou duas semanas com ele desativado. Ele ainda apresenta função de leitura em voz alta (em inglês) e permite que o usuário baixe qualquer livro, em qualquer lugar, em apenas 60 segundos, através da conexão wireless embutida.

Essa função, que dispensa o uso do computador para fazer downloads, será viabilizada no Brasil com uma conexão 3G gratuita (usada somente para o download de livros digitais). Os títulos, no entanto, são pagos: o catálogo tem 300 mil títulos com preço médio de US$ 12 para lançamentos. Há 100 mil livros que custam menos de US$ 6.

Também é possível baixar os primeiros capítulos de uma obra gratuitamente, para decidir se quer ou não comprar o conteúdo.

Kindle tem tela de 6 polegadas, mede 20 cm x 13,4 cm x 0,9 cm x, pesa 289 gramas e pode ser carregado via cabo USB, diretamente do computador.  (Foto: Divulgação)

Kindle tem tela de 6 polegadas, mede 20 cm x 13,4 cm x 0,9 cm x, pesa 289 gramas e pode ser carregado via cabo USB, diretamente do computador. (Foto: Divulgação)

O Kindle tem tela de 6 polegadas, mede 20 cm x 13,4 cm x 0,9 cm x, pesa 289 gramas e pode ser carregado via cabo USB, diretamente do computador. A capacidade interna do equipamento é de 2 GB, sendo que aproximadamente 1,4 GB estão disponíveis para armazenamento de livros.
Preço

A versão vendida nos Estados Unidos, que usa a rede da Sprint Nextel para fornecer conteúdo, teve redução de US$ 40 e foi para US$ 259 nesta quarta, nos EUA. O produto foi lançado em 2007 por US$ 400 e, no início do ano, custava US$ 360.

A diferença do modelo de US$ 259 para aquele que será vendido ao Brasil e outros cerca de cem países é o tipo de conexão. Segundo a agência de notícias AP, a versão internacional do produto vai fornecer os livros para serem baixados no Kindle pela rede da AT&T.
Vendas

Em entrevista nesta quarta, Jeff Bezos, diretor-executivo da Amazon, afirmou que o Kindle é o produto mais vendido da loja virtual. Apesar disso, ele se recusou a divulgar números de vendas relacionados ao leitor digital.

De acordo com um estudo da Forrester Research, as vendas de leitores digitais devem somar 3 milhões neste ano. Deste total, a Amazon responde por 60%, enquanto a Sony tem 35% do mercado.

Já a Associação de Editoras Norte-americanas divulgou que os livros digitais (compatíveis com leitores como o Kindle) responderam por 1,6% de todos os livros comprados no primeiro semestre. As vendas aumentam rápido: os e-books somaram US$ 81,5 milhões no primeiro semestre, nos EUA, contra US$ 29,8 milhões no mesmo período de 2009.

Segundo Bezos, a Amazon vende 48 cópias para o Kindle de cada cem cópias “físicas” comercializadas no site. Há cinco meses, esse número era de 35 para cem. De acordo com o diretor-executivo, esse crescimento acontece mais rápido do que o esperado.

Fonte: G1

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Oct
19
2009
-

Liminar proíbe obrigatoriedade de rastreador em carros novos

Liminar proíbe obrigatoriedade de rastreador em carros novos

Liminar proíbe obrigatoriedade de rastreador em carros novos (Foto: Divulgação)

O juiz Douglas Camarinha Gonzales, da 17ª Vara Federal de São Paulo, proibiu novamente a norma que obrigava veículos novos a sair de fábrica com sistema de monitoramento e antifurto instalado sem a permissão do comprador. É a segunda vez que a obrigatoriedade do sistema é derrubada por uma liminar.

Após a primeira proibição, publicada em abril deste ano, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) editou nova portaria e mudou o termo “rastreador” para “localizador” e, assim, voltou a obrigar as fabricantes de veículos a instalar o equipamento com função de rastreamento e localização.

Para o Ministério Público Federal (MPF), o poder público não pode exigir itens não obrigatórios. Assim, o pedido para proibir a norma foi feito outra vez pelo MPF em São Paulo, em ação civil pública. Nesta decisão liminar, o juiz declarou ilegal e nula a nova portaria. O juiz também ressaltou que a implantação do aparelho antifurto deve ser realizada separadamente do rastreador.

“Se a própria resolução nº 245 requer o prévio consentimento do proprietário/consumidor do veículo para habilitar o rastreador, resta ilógica a necessidade de se acoplar num só mecanismo o dispositivo antifurto/bloqueador e o rastreador, além de antieconômico”, afirmou Gonzales, na decisão.

Para o MPF, a resolução pode fazer com que as pessoas fiquem monitoradas 24 horas por dia, mesmo que o proprietário do veículo opte por não ativar os sistemas. “Os veículos já sairiam das fábricas moldados para o rastreamento. Não há escolha”, destacou o procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da ação. Além disso, o procurador entende que não cabe norma do poder público para criar mercado cativo para produtos privados não obrigatórios.

“O próprio MP verificou junto às montadoras o que havia mudado após a primeira liminar. Elas disseram que o que mudou foi apenas o nome para localizador, mas o dispositivo continuava o mesmo. Então, entrei com a petição de que a liminar não estava sendo atendida”, disse ao G1 o procurador Marcio Schusterschitz da Silva Araújo.

Segundo ele, a adequação à liminar só será feita com a retirada física do rastreador. “A manutenção do aparelho no veículo ficou sem sentido”, observou. “Agora ficou claro que tem de haver separação física: o rastreador só poderá ser instalado se o proprietário desejar”, ressalta Araújo, sobre a impossibilidade de o Denatran alterar novamente a norma para conseguir obrigar as montadoras a colocar o dispositivo.

O G1 tenta contato com a assessoria de imprensa do Denatran.

Custo do rastreador

De acordo com o presidente da General Motors do Brasil, Jaime Ardila, o rastreador obrigatório de fábrica custaria ao consumidor cerca de R$ 500, valor que viria embutido nos preços dos veículos. A instalação do rastreador de fábrica estava determinada para começar em fevereiro de 2010.

Segundo a Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a instalação dos rastreadores já está em fase de operação assistida, para ajustes finais. A entidade afirma que não foi avisada oficialmente sobre a liminar e que cumprirá a lei vigente. A Anfavea disse também que não se manisfestará sobre a decisão da Justiça.

Mudança de nome

A Justiça Federal e o Tribunal Regional Federal da 3º Região já haviam confirmado, também em caráter liminar, a ilegalidade e a nulidade de outras portarias do Denatran, que obrigavam os fabricantes de veículos a instalarem equipamento com função de rastreamento e localização.

No entanto, o Denatran editou uma nova portaria e alterou o termo “rastreador”, utilizado na portaria considerada ilegal pela JF e pelo TRF-3, para “localizador”, e determinou que as montadoras de veículos instalassem em um único aparelho o equipamento antifurto e rastreador.

Fonte: G1
Por: Priscila Dal Poggetto

Oct
05
2009
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RIC, a nova identidade do brasileiro, terá dois chips

RIC, a nova identidade do brasileiro

RIC, a nova identidade do brasileiro

O grupo que trabalha nas especificações técnicas do Registro de Identidade Civil (RIC) prevê que o cartão de policarbono que vai substituir as carteiras de identidade terá, ao menos no início, dois chips – um para operações que não exijam contato, como passar por uma catraca ao entrar em um estádio de futebol, e outro para interfaces relacionadas a identificações mais seguras, em trocas de informações com a Receita Federal, por exemplo.

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