Jan
27
2011
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Biometria no Controle de acesso físico

Fechadura Biométrica D-LOCK DL1500 com capacidade para até 100 digitais

Fechadura Biométrica D-LOCK DL1500 com capacidade para até 100 digitais

Controle de acesso físico é o tipo de aplicação onde o acesso a um espaço físico ou uma propriedade como uma área, prédio, sala, container, armário, carro, casa, garagem, cofre, etc é controlado e somente pessoas autorizadas são permitidas nesses locais.
Normalmente esse acesso é assegurado via um token, uma chave ou cartão, mas os tokens estão muito aquém da necessidade de pessoas e empresas, pois não fornecem atributos básicos como segurança, conveniência, não-repúdio.
A biometria pode verificar ou identificar indivíduos entrando ou saindo de uma área, num determinado momento e complementar ou substitui completamente chaves, senhas, cartões ou outros tipos de tokens.
A biometria oferece segurança, pois não pode ser roubada como uma chave ou um cartão; oferece conveniência, pois não pode ser perdida e oferecia não-repúdio pois coloca a pessoa efetivamente onde sua biometria foi utilizada.
Nas escolas o controle de acesso biométrico permite o acesso somente a pessoal autorizado, pais e alunos, além de registrar todos os acesso para futura verificação em caso de problemas. Nos estádios a venda de ingresso condicionado ao cadastro biométrico elimina o problema com atravessadores e permite aos estádios barrarem arruaceiros baseado em uma lista negra. Locais como usinas nucleares, armazéns de armas, bancos, instalações militares e companhias em geral preocupadas com sua segurança recentemente veem implantando controle de acesso com biometria.
Independente do nível de segurança exigido, não existe ambiente onde o controle de acesso biométrico não pode ser utilizado e com os custos decrescentes o potencial de substituir sistemas legados e de implantação em novos ambientes é enorme.
É importante levar em conta na hora da aquisição, a quantidade de pessoas que irá utilizar o sistema. Equipamentos para o uso pessoal ou para uma familia, como uma fechadura eletrônica, podem ser mais simples enquanto os equipamentos para uso em empresas deve ser robustos, fáceis de usar e ter boa acurácia, além de suportar o cadastro de centenas e até milhares de pessoas.

O Terminal de controle de acesso Virdi AC6000, pode ser usado no modo online e offline

O Terminal de controle de acesso Virdi AC6000, pode ser usado no modo online e offline

Os controles de acesso biométricos podem também ser classificados quanto a sua conectividade como stand-alone e em rede. Os sistemas stand-alone por não possuirem integração são interessantes para aplicações de baixo custo com 1 ou poucos terminais de acesso. Quando o sistema de acesso envolve muitos terminais biométricos, a ligação em rede a um servidor central é muito importante pois permite o cadastro, administração e auditoria centralizada, além da integração com os sistemas de segurança e TI da empresa.
A integração entre o controle de acesso físico e o controle de acesso lógico é uma evolução desses sistemas e já está começando a acontecer. A possibilidade de efetuar o cadastro e gerenciamento biométrico centralizado para uso nos dois sistemas (físico e lógico) se traduz em redução de custos, aumento na segurança e comodidade para os usuários.
Na implantação de um sistema biométrico de controle de acesso, é preciso estar atento a alguns parâmetros chave. Numa empresa normalmente todas as pessoas tem o mesmo horário de trabalho então é possível que o sistema tenha que processar um grande fluxo de pessoas em um intervalo de tempo pequeno. Outro fator importante é a existência de uma alternativa para a biometria para os casos de não reconhecimento.

Fonte: Fórum Biometria

Jan
26
2011
-

Shopping Inteligente

Automação de Estacionamento

Automação de Estacionamento

As vendas em shoppings centers em 2010 devem crescer 15% em relação ao ano de 2009, quando esse mercado faturou R$ 71 bilhões. Os dados são da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce). Por trás dessa soma, estão pessoas que procuram conforto, segurança e facilidade ao realizar compras – o que esses centros de comércio tem, e muito, a oferecer. Para atender a toda essa demanda e atrair mais consumidores, donos de shoppings investem em tecnologia, que está presente desde um “levantar de cancela no estacionamento” até “leitores de código de barra que se comunicam com o caixa”.

Boa parte das inovações está aplicada ao estacionamento, uma das áreas que provocam mais stress aos clientes por causa do entra e sai de carros e das filas dos caixas. A DBTrans, empresa de tecnologia voltada a pagamentos e passagem automática, recentemente reposicionou seu serviço Auto Expresso. “Trata-se de um chip de passagem automática, que já está presente em seis rodovias e 18 shoppings centers”, conta Nielsen Seixas, diretor do Auto Expresso da DBTrans.

O serviço é composto por uma etiqueta eletrônica colada no para-brisa do veículo, que permite a identificação por meio de antenas instaladas nos estacionamentos – como em pedágios – que utilizam a tecnologia de radiofrequência RFID para transmitir dados. Com ele, há redução nas filas em guichês de pagamento e controle de rotativos, credenciados e mensalistas. Os consumidores conseguem entrar e sair das garagens sem precisar de tíquetes.

A Nepos, especializada em comunicação entre entrada de garagem e centrais de shopping, inova ao trabalhar com diferentes tipos de transmissão de dados. Com modelos padrão de cancela e terminais, as tecnologias oferecidas pela empresa são: smart card, RFID hands free, códigos de barras reutilizável e código de barras descartável (nestes dois últimos, o código impresso é o responsável por autorizar a entrada dos veículos).

Avançado, o smart card é um sistema de controle que, com um chip embutido, trabalha de modo online (via protocolo TCP-IP) e offline (para garantir o bom funcionamento em caso de falha na transmissão) e carrega embutido o conjunto de informações do usuário. Já o RFID hands free é um controle de acesso automático com etiquetas inteligentes que operam sem bateria – similares a etiquetas de bagagem das companhias aéreas. Um leitor UHF é responsável pela troca de informações.

Software de gestão

Do ponto de vista de software, o Grupo Ease mantém um programa de controle e gerenciamento total de shoppings centers que ganhou algumas inovações recentemente. O “Módulo AC” foi desenvolvido inicialmente para atender administradoras de centros de compras de pequeno, de médio e de grande porte. A estrutura do “Módulo AC” contribui muito na divisão de tarefas e na organização das informações, criando até mesmo uma ordem para cada etapa. Além das necessidades comuns a qualquer escritório administrativo, o aplicativo oferece mecanismos específicos à área de shopping center:

Com o módulo é possível gerar o cadastro dos espaços locáveis com detalhes de localização, medidores de consumo das lojas, gerenciamento completo das vendas com guias de declarações e valores lançados diretamente na ficha financeira, consumo da loja e acompanhamento completo pós-faturamento.

Com soluções mais simples de operar, a Cosiensa mantém, além de equipamentos para gestão de parques, softwares para caixa manual e central de gestão. Com programas intuitivos, é possível realizar a gestão de todos os meios de pagamentos – cheques, dinheiro, cartões de desconto. O aplicativo conta ainda com suporte a proteção por senhas, turnos de trabalho independentes (na estação de trabalho dos caixas), emissão automática ou manual de listagem de fim de turno.

Serviço:
www.dbtrans.com.br
www.unisiga.com.br
www.nepos.com.br
www.grupoease.com.br
www.cosiensa.com

Fonte: Diário do Comércio

Jan
18
2011
-

Viva na casa do futuro hoje

Fechadura do futuro

Fechadura do futuro

Dos gadgets sem fio à inteligência artificial, a tecnologia está transformando a experiência de morar. Entre e veja o que você pode ganhar com isso.

Vinte anos atrás, você entrava no carro, girava a manivela para abrir a janela, empurrava a ponta do espelho lateral com o dedo, colocava um som no toca-fitas e dirigia por aí. De repente começava a chover e os vidros embaçavam completamente, enquanto você tentava passar um pano no para-brisa. Em vão… Se no carro as tecnologias evoluíram de forma a exportar essa cena para algum lugar da era paleozoica, em casa ainda vivemos de um jeito parecido com o cenário aí de cima. Mas talvez daqui a 20 anos você tenha a mesma reação ao lembrar que abria e fechava as janelas manualmente e tinha de usar (e encontrar!) três controles diferentes para ver um filme no home theater. Agora, as casas começam a entrar na mira dos sensores, dos recursos de automação e das tecnologias de rede e de acesso remoto. A experiência de morar está se transformando — e sem ser algo apenas para milionários.

No passado, o alto custo de instalação de equipamentos para automação residencial afastava mesmo quem tinha dinheiro para investir, tornando o uso de tecnologia dentro de casa uma excentricidade. “Hoje, com 4 000 a 5 000 reais você consegue automatizar um ambiente inteiro”, diz Leonardo Senna, dono e técnico da iHouse, uma das pioneiras do setor. Isso significa, por exemplo, controlar com um toque toda sua sala, incluindo iluminação com dimmer (para regular a intensidade de cada lâmpada), instalações de áudio e vídeo, controle de ar-condicionado e acionamento elétrico de persianas ou janelas. Senna fez de seu apartamento um laboratório de testes para as novidades. E quando viaja sente falta de itens como o misturador eletrônico de água no chuveiro, que permite definir com exatidão a temperatura e o fluxo.

Segundo estimativa da Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside), os preços desses recursos caíram pela metade nos últimos quatro anos. “A automação custava cerca de 5% do valor do imóvel. Agora representa 3%”, afirma o engenheiro José Roberto Muratori, fundador da Aureside. Conectar um cômodo todo não costuma demorar mais que algumas horas. Hoje, as principais formas de usar automação em casas já construídas envolvem tecnologias sem fio como o Wi-Fi, o infravermelho, o 3G e até o ZigBee, um protocolo com menor alcance e consumo de energia que pretendia dominar as casas.

Direto na planta Quem vai comprar um imóvel na construção pode optar pela automação antes de a casa ficar pronta. Sempre é mais fácil fazer pequenas mudanças enquanto ela não está habitada e cheia de móveis. Os custos e os transtornos são menores. Por isso — e também para ter mais atrativos em seus imóveis —, várias construtoras estão oferecendo possibilidades de automação em projetos no lançamento. É o caso da Even, que teve sua primeira experiência no ano passado, em um condomínio na cidade de São Paulo. A empresa não se fixou apenas nos apartamentos grandes de alto padrão, mas também está oferecendo automação em imóveis a partir de 50 metros quadrados, com custo incluído no valor total. É o caso do Concept Anália Franco, que custa a partir de 363 000 reais. O pacote básico inclui itens como uma central para controlar os equipamentos, controle remoto com LCD e roteador Wi-Fi. Quem compra ainda pode aumentar o pacote com opcionais como dimmers, leitor biométrico para a porta, termostato para o ar-condicionado e câmeras IP controladas pela web. “A automação era um mito de preço e funcionalidade. Quando as pessoas veem no apartamento decorado, torna-se tangível e a receptividade é boa”, diz Ricardo Grimone, gerente de incorporação da Even.

Fonte: Info Exame

Jan
05
2011
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Incentivo deve dar impulso aos tablets no Brasil

Tablet Ipad

Tablet Ipad

A possibilidade de o governo criar um programa de incentivo para a produção de tablets pode acelerar o amadurecimento do mercado nacional, em um movimento semelhante ao que aconteceu com a indústria de computadores cinco anos atrás.

Segundo a Folha apurou, o governo analisa formas de incentivar a indústria brasileira para a fabricação dos tablets desde o início do segundo semestre de 2010.

Uma das formas de incentivo, já debatida e retomada na semana passada –durante a reunião que formalizou o programa Pró-UCA, que prevê a distribuição de netbooks educacionais a escolas públicas do país–, é a classificação dos tablets como PCs.

Procurados, representantes do Ministério das Comunicações e Ciência e Tecnologia não responderam aos pedidos de entrevista.

Hoje ainda existem dúvidas sobre a forma como esses aparelhos podem ser enquadrados na legislação brasileira, o que também deixa os fabricantes receosos.

A Samsung, que produz o Galaxy Tab, em Manaus, atribuiu ao aparelho a condição de “smartphone”, já que seu modelo tem capacidade para funcionar como telefone celular. Já a Apple importou a maioria de seus iPads como computador.

DESONERAÇÃO

Caso os tablets sejam considerados computadores pelo governo, poderão aproveitar a desoneração prevista na lei nº 11.196 (Lei do Bem), que reduz a cobrança de PIS e Cofins para computadores fabricados no Brasil.

Tablets

Tablets

“O enquadramento dos tablets como computadores, e, com isso, o aproveitamento das regras da Lei do Bem, é o primeiro passo para a queda de preços”, afirma Helio Rotenberg, da Positivo Informática.

A empresa pretende lançar seu tablet no primeiro semestre de 2011.

Para Oscar Clarke, da HP, com maior escala e queda de preços, os tablets deverão engolir os netbooks. “Isso se for possível chegar ao mesmo patamar de preços”, diz.

Segundo Clarke, existe a possibilidade de a companhia trazer o aparelho ainda no primeiro semestre.

Outras fabricantes que já pensavam em entrar no segmento devem ter um empurrão a mais caso o plano de popularização do tablet avance. Entre elas está a LG, que, segundo a Folha apurou, pretende trazer seu aparelho no primeiro trimestre e, com ele, declarar a “guerra coreana” à rival Samsung.

“Os fabricantes estavam receosos porque o mercado não amadureceu. Medidas de incentivo podem impulsionar os tablets”, diz Álvaro Leal, da consultoria IT Data.

Fonte: Folha

Jan
05
2011
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Carteira antifurto inviolável com leitor biométrico

Carteira Biométrica

Carteira Biométrica

iWallet é uma carteira antifurto inviolável equipada com leitor biométrico de impressão digital e com dispositivo de alarme, conectado ao celular via Bluetooth. Assim, quando esquecer a carteira iWallet, o seu celular vai emitir um alarme. Se você estiver deixando  a carteira iWallet ou o celular para trás o alarme soará para garantir que você não esqueça tanto a carteira como o seu celular.

O modelo da carteira iWallet de policarbonato custa US $ 300, a de fibra de vidro US $ 400 e a de fibra de carbono 600 Dólares.

Não achei a carteira tão cara assim! Se pensar bem, é o preço de uma carteira ou bolsa feminina de marca famosa ,só que a iWallet tem a garantia de proteger o seu dinheiro e cartões de crédito. O mais interessante é que está tecnologia pode ser empregada em outros produtos .

Mas e se a bateria acabar? Infelizmente o fabricante não faz qualquer menção.E se o ladrão consegue fugir com o seu valor? O iWallet pode ser “invioláveis”, mas uma vez que o ladrão tem sua iWallet em seu poder, uma chave de fenda deve fazer o trabalho rápido.

Fonte: Fhaz New

Jan
04
2011
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Biometria – Você é a Chave

Tipos de Biometria

Tipos de Biometria

Biometria é o estudo das características físicas e comportamentais dos seres vivos. A Biometria têm sido bastante estudada nas últimas décadas para garantir segurança no meio digital. Algumas características biométricas dos seres vivos tendem a serem únicas a cada indivíduo, ou no mínimo a probabilidade de se encontrar um individuo idêntico é bastante remota.

Hoje a biometria é utilizada desde identificação criminal, até o controle de acessos a sistemas e locais.
Um
sistema Biométrico em geral funciona da seguinte maneira:

1º passo: É feito um procedimento para coleta das características de cada individuo de acordo com o tipo de sistema Biométrico pré-estabelecido pela empresa.
2º Passo: Um software com algorítimo matemático irá mapear os principais pontos da característica extraída. Após a análise do software será gerado um “Template” com as características individuais do indivíduo que estará relacionado a sua identificação. Esse Template será armazenado no banco de dados do sistema.
3º Passo: A verificação da identidade do indivíduo será feita através da extração de uma nova amostra da característica e a comparação com o Template já pré-armazenado no sistema.

Durante o processo para adoção de um sistema Biométrico por uma empresa, vários fatores são levados em consideração. Dentre a eles a Confiabilidade, a possibilidade da característica adotada variar com o tempo, a possibilidade da característica adotada variar com as condições de saúde ou mesmo condições emocionais, é preciso considerar também se a técnica é invasiva ou não, dentre outros fatores. Os principais padrões biométricos adotados hoje em dia são:

Biometria Digital

Biometria Digital

Impressão Digital: Por volta do 6º mês de gestação as impressões digitais se formam na ponta dos dedos do feto. Essas linhas formadas pela elevação da pele irão acompanhar a pessoa por toda a sua existência sem apresentar grandes mudanças. É um método utilizado a mais de mil anos. Apesar de ser um método bastante utilizado, estima-se que entre 5 e 10% da população mundial não possui impressão digital com um nível de amostragem suficiente para gerar um cadastramento.


Biometria Facial

Biometria Facial

Reconhecimento Facial: Identificar um indivíduo através da análise da face é um processo complexo. A idéia está em utilizar um programa que mapeia a geometria e as proporções da face. Pontos como a distância entre os olhos, distância entre boca nariz e olhos, distância entre os olhos e o queixo, entre outros, são examinados de modo a extrair uma combinação única para identificar o indivíduo. Uma de sua falhas consiste no fato de que diferentes angulações da posição do rosto em relação a câmera podem gerar uma discordância na comparação do software.


Biometria da Íiris

Biometria da Íiris

Identificação da Íris: Entre o 7º e o 8º mês de gestação se forma o tecido que reveste a íris. Até mesmo gêmeos idênticos possuem características próprias da íris. Com um tamanho de cerca de 11mm a íris proporciona por volta de 266 pontos únicos de identificação, e como a íris está protegida atrás da córnea a probabilidade de danos ao tecido é mínima. A probabilidade de haver dois individuos com íris semelhantes é de 1 em 2,9 bilhões. Sua desvantagem é que é considerada uma técnica invasiva uma vez que a comparação é feita através de um feixe de laser que incide direto nos olhos do indivíduo.

Biometria - Reconhecimento da Voz

Biometria - Reconhecimento da Voz

Reconhecimento da Voz: O reconhecimento da voz funciona através da dicção de uma frase que funciona como senha. O som da voz humana é causado pela ressonância e comprimento das cordas vocais, o formato da boca e as cavidades nasais. Quando se fala cria-se vibrações no ar. O conversor analógico-digital traduz essas vibrações em sinais digitais. O sistema ainda filtra o som para remover ruídos indesejados. Como desvantagem esta técnica pode-se destacar o fato da pessoa adquiria algum tipo de doença que afete o timbre da voz, por exemplo um resfriado, ainda existe o caso de pessoas com timbres de voz parecidos serem confundidas pelo equipamento.


Biometria da Retina

Biometria da Retina


Identificação da retina: A retina, parede do fundo do olho, possui características ímpares formadas por um
conjunto de vasos sanguíneos que criam um desenhomuito parecido com mapas hidrográficos. O padrão de vasos sanguíneos da retina é a característica com maior garantia de singularidade que uma pessoa pode possuir. O processo consiste em mapear a posição das veias sanguíneas. Infelizmente pesquisas médicas mostram que algumas doenças podem com o tempo modificar as características da retina.


Fonte: Papo Nerd

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