Feb
27
2011
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Quando se utiliza leitor de proximidade UHF?

Esquema de ligação de um leitor UHF com suas antenas

Esquema de ligação de um leitor UHF com suas antenas

Não é mais nenhum mistério a utilização de tecnologia de proximidade para as mais diversas aplicações de controle de acesso de pedestres ou de controle de acesso de veículos. Quando estamos estamos passando por um pedágio, existem os sistemas que lêem um tag ativo (tag alimentado com bateria) no veículo e se consegue grandes distância de leitura do tag.

O problema se inicia quando queremos fazer uma instalação desta tecnologia na portaria de uma empresa ou na portaria de um condomínio: O alto custo da solução! Normalmente isto inviabiliza o projeto. Então vem a pergunta, por quê não utilizar o cartão de proximidade comum? Utilizados pelos pedestres de condomínio e outras aplicações?

Por um motivo muito simples, o cartão de proximidade passivo, possui uma limitação da distância de leitura. Chegaria no máximo a um metro de distância.

Estão não se pode utilizar um sistema “Sem Parar” num condomínio? Aí entra em cena a tecnologia UHF.

UHF é a sigla para o termo inglês Ultra High Frequency, que significa Frequência Ultra Alta. Os leitores UHF e tag UHF trabalham numa frequência em torno de 920 MHz, ou seja, muito superior à dos cartões de proximidade (125KHz) ou dos cartões MIFARE (13,5 MHz).

Isto resulta numa leitura à uma distância de até cinco metro com a utilização do TAG T2.

Quem já tem a entrada de veículo automatizada com a tecnologia de proximidade, pode tranquilamente fazer a migração para a tecnologia UHF. Sé necessário adquirir o leitor UHF, a antena UHF , como mostra na figura ao lado, e optar por um tag que se encaixar melhor em sua necessidade.

O tag UHF é instalado no interior do veículo, normalmente próximo ao retrovisor, e o usuário já não precisa mais abrir a janela do seu veículo para que seja liberado o acesso da cancela automática.

Ficou dúvidas? Escreva para nós que iremos orientá-lo.

Fonte: Artigos Flash Card

Feb
27
2011
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CPqD investe R$ 8,8 mi em laboratório para teste de RFID

CPqD

CPqD

Ambiente atuará no desenvolvimento, teste, simulação e integração das aplicações de identificação por radiofreqüência a redes de sensores, de biometria e de comunicação sem fio.

O CPqD inaugurou nesta sexta (4) o Laboratório de Estudos e Aplicações em RFID, tecnologia de identificação por radiofreqüência. O ambiente, segundo os diretores da empresa, é o único no Brasil que possui uma câmara semianecóica. A inauguração aconteceu na sede do CPqD em Campinas, no interior de São Paulo, e contou com a presença do presidente da instituição, Hélio Graciosa, do Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e diversas autoridades.
O laboratório começou a ser montado em junho de 2009 e contou com o apoio do Fundo Nacional de Desenvolviemnto Científico e Tecnológico (FNDCT), do MCT e da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). O valor total do investimento foi de R$ 8,8 milhões, sendo R$ 8 milhões vindo das parcerias e R$ 800 mil do CPqD.
“Esse será um laboratório nacional de referência, onde vai concentar ainda mais investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Na história da evolução de tecnologia no Brasil, o CPqD tem um papel decisivo”, disse Mercadante.
Infraestrutura e Serviços
A câmara semianecóica presente no Laboratório é revestida internamente por placas absorsoras e simula um ambiente aberto, mas sem interferências eletromagnéticas externas. Portanto, será possível medir sinais de radiofrequência livres de interferências.
O Laboratório de Estudo e Aplicações em RFID fará três tipos de análises. O teste e medição de radiofrequência (RF) será destinado a verificar se os dispositivos RFID (leitores e etiquetas) estão em conformidade com os padrões do mercado. Outro tipo de estudo permitirá verificar se as etiquetas e leitores RFID estão de acordo com os padrões da EPCglobal, entidade responsável pela implementação do Código Eletrônico de Produtos (EPC).
Além disso, o laboratório atuará no desenvolvimento, teste e simulação de aplicações baseadas nessa tecnologia, em diversos segmentos e cenários. Isso envolve a integração da aplicação RFID com outras tecnologias, como redes de sensores, biometria e redes de comunicação sem fio.
“Nós do CPqD estamos muito honrados de termos sido escolhidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pela Finep para ser a sede desse laboratório de referências em RFID”, disse Graciosa. Segundo o presidente, a criação do laboratório é um reflexo do crescimento na área de tecnologia do Brasil.

Fonte: IPNEW
Escrito por Thamires Costa

Feb
27
2011
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Biometria controla frequência de alunos em escola da Praia Grande

Leitor Biometrico

Leitor Biometrico

Controlar a presença e a frequência de alunos é uma realidade comum e antiga em qualquer escola, sempre realizada através das listas de chamada em papel. Mas, visando mais segurança, as tecnologias vêm sofisticando cada vez mais as formas de monitoramento de acesso dos estudantes.

Alunos do 1º ao 5º ano da Escola Municipal Roberto Mário Santini da cidade de Praia Grande, litoral de São Paulo, por exemplo, utilizam – desde maio deste ano – um sistema de frequência digital da Madis Rodbel – uma das principais empresas fabricantes de relógio de ponto e controle de acesso do País.

O mecanismo é de um coletor de dados biométricos – o MD 5705 da Madis Rodbel. O aparelho registra a presença do estudante, por meio da leitura biométrica do dedo indicador. De acordo com o chefe da Coordenadoria de Programas de Inclusão Digital da cidade, Marcos Pastorello, “o sistema envia aos pais, diariamente, um e-mail informando o horário exato que o aluno entrou e saiu da sala de aula da escola”. Pastorello complementa que “a partir de agosto deste ano, os pais também começaram a receber esses avisos por meio de mensagens de texto via celular, em caso de ausência do filho”.

Os principais benefícios do projeto são os controles: de diário de classe, de merendas, evasão escolar, acompanhamento do programa Bolsa Família (que se baseia na frequência dos alunos para manter o benefício) e envio de e-mail e SMS para os responsáveis pelos estudantes. O desperdício de alimentos (merenda) é evitado por meio de um computador. A cozinha da instituição recebe em tempo real o número exato de alunos que estão na escola para fazer a quantidade ideal de comida.

De acordo com o vice-presidente da Madis Rodbel, Rodrigo Pimenta, esse é o primeiro projeto da empresa voltado para controle de frequência em uma instituição de ensino. “Estamos experimentando e como projeto-piloto já percebemos ótima aceitação da escola, dos pais e dos próprios alunos. O objetivo é que o sistema digital elimine de vez a lista de presença e aumente a segurança e controle das crianças na rotina casa-escola e vice-versa”, afirma Pimenta.

O MD 5705 da Madis Rodbel tem capacidade para 500 usuários comunicação TCP/IP em real time, utilizando sistema RBAcesso SQL integrado com software desenvolvido pela Coordenadoria de Programas de Inclusão Digital da Secretaria de Educação – Prefeitura Municipal da Praia Grande.

Na Escola Municipal Roberto Mário Santini foram instalados 14 leitores biométricos, já que a instituição possui 14 salas de aula. Atualmente, o sistema está atendendo cerca de 600 alunos nessa unidade escolar.

Segundo a Coordenadoria de Programas de Inclusão Digital da Secretaria de Educação, o sistema pretende incluir também as notas e outras informações sobre o desempenho do estudante, que serão enviados diretamente para os e-mails dos professores. Além disso, a Secretaria de Educação adquiriu 48 novos equipamentos para serem instalados em 5 novas escolas em 2011, contemplando 3100 alunos, perfazendo um total de 3700.

Fonte: Minha Notícia

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