Feb
27
2011
-

Quando se utiliza leitor de proximidade UHF?

Esquema de ligação de um leitor UHF com suas antenas

Esquema de ligação de um leitor UHF com suas antenas

Não é mais nenhum mistério a utilização de tecnologia de proximidade para as mais diversas aplicações de controle de acesso de pedestres ou de controle de acesso de veículos. Quando estamos estamos passando por um pedágio, existem os sistemas que lêem um tag ativo (tag alimentado com bateria) no veículo e se consegue grandes distância de leitura do tag.

O problema se inicia quando queremos fazer uma instalação desta tecnologia na portaria de uma empresa ou na portaria de um condomínio: O alto custo da solução! Normalmente isto inviabiliza o projeto. Então vem a pergunta, por quê não utilizar o cartão de proximidade comum? Utilizados pelos pedestres de condomínio e outras aplicações?

Por um motivo muito simples, o cartão de proximidade passivo, possui uma limitação da distância de leitura. Chegaria no máximo a um metro de distância.

Estão não se pode utilizar um sistema “Sem Parar” num condomínio? Aí entra em cena a tecnologia UHF.

UHF é a sigla para o termo inglês Ultra High Frequency, que significa Frequência Ultra Alta. Os leitores UHF e tag UHF trabalham numa frequência em torno de 920 MHz, ou seja, muito superior à dos cartões de proximidade (125KHz) ou dos cartões MIFARE (13,5 MHz).

Isto resulta numa leitura à uma distância de até cinco metro com a utilização do TAG T2.

Quem já tem a entrada de veículo automatizada com a tecnologia de proximidade, pode tranquilamente fazer a migração para a tecnologia UHF. Sé necessário adquirir o leitor UHF, a antena UHF , como mostra na figura ao lado, e optar por um tag que se encaixar melhor em sua necessidade.

O tag UHF é instalado no interior do veículo, normalmente próximo ao retrovisor, e o usuário já não precisa mais abrir a janela do seu veículo para que seja liberado o acesso da cancela automática.

Ficou dúvidas? Escreva para nós que iremos orientá-lo.

Fonte: Artigos Flash Card

Jan
27
2011
-

Biometria no Controle de acesso físico

Fechadura Biométrica D-LOCK DL1500 com capacidade para até 100 digitais

Fechadura Biométrica D-LOCK DL1500 com capacidade para até 100 digitais

Controle de acesso físico é o tipo de aplicação onde o acesso a um espaço físico ou uma propriedade como uma área, prédio, sala, container, armário, carro, casa, garagem, cofre, etc é controlado e somente pessoas autorizadas são permitidas nesses locais.
Normalmente esse acesso é assegurado via um token, uma chave ou cartão, mas os tokens estão muito aquém da necessidade de pessoas e empresas, pois não fornecem atributos básicos como segurança, conveniência, não-repúdio.
A biometria pode verificar ou identificar indivíduos entrando ou saindo de uma área, num determinado momento e complementar ou substitui completamente chaves, senhas, cartões ou outros tipos de tokens.
A biometria oferece segurança, pois não pode ser roubada como uma chave ou um cartão; oferece conveniência, pois não pode ser perdida e oferecia não-repúdio pois coloca a pessoa efetivamente onde sua biometria foi utilizada.
Nas escolas o controle de acesso biométrico permite o acesso somente a pessoal autorizado, pais e alunos, além de registrar todos os acesso para futura verificação em caso de problemas. Nos estádios a venda de ingresso condicionado ao cadastro biométrico elimina o problema com atravessadores e permite aos estádios barrarem arruaceiros baseado em uma lista negra. Locais como usinas nucleares, armazéns de armas, bancos, instalações militares e companhias em geral preocupadas com sua segurança recentemente veem implantando controle de acesso com biometria.
Independente do nível de segurança exigido, não existe ambiente onde o controle de acesso biométrico não pode ser utilizado e com os custos decrescentes o potencial de substituir sistemas legados e de implantação em novos ambientes é enorme.
É importante levar em conta na hora da aquisição, a quantidade de pessoas que irá utilizar o sistema. Equipamentos para o uso pessoal ou para uma familia, como uma fechadura eletrônica, podem ser mais simples enquanto os equipamentos para uso em empresas deve ser robustos, fáceis de usar e ter boa acurácia, além de suportar o cadastro de centenas e até milhares de pessoas.

O Terminal de controle de acesso Virdi AC6000, pode ser usado no modo online e offline

O Terminal de controle de acesso Virdi AC6000, pode ser usado no modo online e offline

Os controles de acesso biométricos podem também ser classificados quanto a sua conectividade como stand-alone e em rede. Os sistemas stand-alone por não possuirem integração são interessantes para aplicações de baixo custo com 1 ou poucos terminais de acesso. Quando o sistema de acesso envolve muitos terminais biométricos, a ligação em rede a um servidor central é muito importante pois permite o cadastro, administração e auditoria centralizada, além da integração com os sistemas de segurança e TI da empresa.
A integração entre o controle de acesso físico e o controle de acesso lógico é uma evolução desses sistemas e já está começando a acontecer. A possibilidade de efetuar o cadastro e gerenciamento biométrico centralizado para uso nos dois sistemas (físico e lógico) se traduz em redução de custos, aumento na segurança e comodidade para os usuários.
Na implantação de um sistema biométrico de controle de acesso, é preciso estar atento a alguns parâmetros chave. Numa empresa normalmente todas as pessoas tem o mesmo horário de trabalho então é possível que o sistema tenha que processar um grande fluxo de pessoas em um intervalo de tempo pequeno. Outro fator importante é a existência de uma alternativa para a biometria para os casos de não reconhecimento.

Fonte: Fórum Biometria

Dec
13
2010
-

LaCie Rugged Safe garante segurança com dispositivo de biometria

Laclie Rugged Safe, o HD com biometria

Laclie Rugged Safe, o HD com biometria

São Paulo, dezembro de 2010 – Para atender a demanda de empresas que buscam por sistemas de segurança que evitam a fuga de suas informações, a Superkit Distribuidora traz ao mercado o LaCie Rugged Safe, uma solução de armazenamento móvel de dados com criptografia por hardware que permite acesso a até 10 usuários, a partir de autenticação biométrica.
Recente pesquisa apresentada pela KPMG, ‘A Fraude no Brasil 2009?, apontou que em 68% do número de casos que levaram à perda de dados em empresas brasileiras em 2009, de tudo que foi roubado, nada jamais foi recuperado. O estudo mostrou ainda que entre os responsáveis pela violação de informações, em 61% estão os funcionários internos.
Diante de um cenário no qual o funcionário tem a permissão para transportar dados importantes e sigilosos da empresa, a solução LaCie Rugged Safe permite que o acesso as informações sejam totalmente restritas a colaboradores de maior confiança. A solução disponibiliza diversos níveis de proteção de dados, que englobam a
criptografia de hardware 128bits AES, tecnologia de autenticação biométrica que permite controle de dados personalizado com acesso limitado de usuário e gabinete à prova de choque.
O disco rígido Rugged Safe oferece praticidade de uso, pois não necessita de instalação de software e a autenticação biométrica é feita por apenas um toque do usuário. O produto conta ainda com múltiplas conexões como: porta USB 2.0 e FireWire 800/400, sendo compatível para os computadores Mac ou PC.
Segundo o diretor geral de operações da Superkit, Levi Salera, esta solução atende prontamente empresas de qualquer segmento e porte, pois é muito comum o armazenamento de informações corporativas em soluções móveis para serem apresentadas em reunião de negócios ou apresentação de novos projetos.
“Hoje em dia, o mercado apresenta uma gama de dispositivos móveis que permitem armazenamento de dados, mas que não garantem a segurança às empresas em diversos casos, como em perda ou roubo do equipamento. Com o LaCie Rugged Safe, as companhias estarão seguras quanto a estas e outras possibilidades de fuga de informações”, avalia Salera.
LaCie Rugged Safe – Características técnicas
Fabricante:
LaCie
Capacidade: 500GB
Dimensões: 90 x 28 x 145 mm
Onde encontrar:www.atera.com.br, www.kabum.com.br ou www.superkitb2b.com.br
Preço Sugerido: R$ 799,00
Sobre a Superkit
A Superkit é uma distribuidora de produtos de informática presente no mercado nacional desde 1994. Atenta às tendências mundiais e com o objetivo de disponibilizar produtos de qualidade comprovada a preços competitivos, a empresa especializou-se na importação e distribuição de acessórios e hoje conta com mais 10 marcas em seu portfólio. A busca pela qualidade dos produtos e serviços oferecidos aos parceiros tem aproximado a distribuidora das principais redes de varejo e ampliado sua capilaridade pelo país e hoje atua conta com cerca de 1.200 revendas ativas em todo o território nacional.

Fonte: PC Project

Nov
04
2010
-

Novo Relógio de Ponto faz Inforcomp ampliar produção

Relógio de Ponto Eletrônico (REP) da Inforcomp

Relógio de Ponto Eletrônico (REP) da Inforcomp

Antes de saber que as empresas ganhariam mais tempo para adquirirem o REP - Registrador Eletrônico de Ponto, para atender a Portaria 1510/09, que prorrogou o prazo para 1o. de março de 2011, as principais indústrias que fabricam relógio de ponto correram para obedecer as datas.

Um exemplo é o empresário José Roberto Stagliório, fundador e dirigente da Inforcomp. “Tivemos que nos superar em várias frentes na empresa, ampliando a estrutura, quadro de funcionários e qualificando a mão de obra. Fui buscar não só ajuda técnica, como também recorri aos meus filhos, Renato e Cíntia, para aumentar o fôlego e nos tornarmos mais competitivos. Readaptamos nossa estrutura física e contratamos muitos técnicos, além de firmarmos parcerias”, conta Stagliório.

Para atender a demanda, a empresa produziu uma linha de Relógios Eletrônicos de Ponto com vários diferenciais de mercado, como leitura por biometria de alta qualidade e por código de barra, conexão para pen drive, memória permanente de dados capaz de armazenar mais de 59 milhões de marcações, papel térmico personalizado para impressão dos tickets, e um ágil sistema de troca de bobina que leva em média cinco segundos. “Ao todo serão industrializados três modelos de REPs, dois já estão homologados e o terceiro em fase de certificação”, explica o empresário Stagliório.

A Inforcomp está ampliando sua área de atuação e credenciando revendas para comercialização diferenciada com suporte técnico para hardware e software, e criou um calendário mensal de treinamento especializado, uma vez que as revendas passam a ser co-responsáveis junto ao cliente, que conta com a supervisão Inforcomp nas áreas comercial e técnica.

“No momento, 60 delas já estão comercializando os produtos e cerca de 100 em tratativas de cadastramento. A empresa espera trabalhar com mais de 150 representantes, presentes em todas as latitudes do Brasil, de Rio Branco a Recife e de Manaus a Porto Alegre”, comemora o empresário.

Fonte: MetaAnálise

Nov
04
2010
-

Akiyama Corporação foi a responsável pelo cadastramento biométrico de eleitores

Leitor Biométrico Digital

Leitor Biométrico Digital

Nas eleições de 2010 a Akiyama Corporação esteve presente em mais de 23 estados e 60 municípios contribuindo para o cadastramento biométrico de 1 milhão de eleitores brasileiros. A Akiyama venceu em 2009 a licitação do Superior Tribunal Eleitoral (TSE) para fornecer o KitBio, solução responsável pelo cadastramento biométrico de todos os eleitores, e utilizado nas eleições deste ano. O TSE já adquiriu 1.412 KitBio só esse ano e a estimativa é que até 2014 todos os eleitores do país terão suas digitais cadastradas junto ao órgão.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, informou que 1,2 milhão de eleitores participaram do processo eleitoral utilizando urnas biométricas, e 93,5% tiveram suas impressões digitais reconhecidas pelas máquinas. “A biometria foi um sucesso. Foi a primeira vez que utilizamos o sistema biométrico e tivemos 93,5% de reconhecimento das impressões nos 60 municípios em que esse sistema foi aplicado”, comemorou o presidente do TSE.

Para Ismael Akiyama, diretor-presidente da Akiyama Corporação o resultado das eleições foi excelente: “o acesso à novas tecnologias compõe as diretrizes da nossa empresa, e o sucesso do KitBio confirma essa premissa”, explicou.

Sistema

A Akiyama firmou parceria com a maior provedora de software para integração do AFIS (Automatic Fingerprint Identification System) no Brasil, a Empresa IAFIS Systems do Brasil. Essa parceria fez com que a Akiyama desenvolvesse o KitBio – composto por uma câmera digital, mini-estúdio fotográfico com assento e o scanner biométrico RealScan-D. A tecnologia envolvida no equipamento permite a obtenção de digitais e imagens de maneira rápida, com cadastro automático.

Fonte: ParanaShop

Oct
19
2010
-

Câmeras de vigilância evitam roubos reconhecendo as pessoas pela aparência

Câmera de vigilância para reconhecimento de pessoas

Câmera de vigilância para reconhecimento de pessoas

Mais de 500.000 bicicletas são roubadas todos os anos; dessas, apenas 5% são recuperadas e voltam para seus donos. Mas não vá logo pensando que o Brasil está definitivamente perdido: esse dado é da educada e bem desenvolvida Inglaterra.

Câmeras de CFTV inteligentes

Preocupada com o problema, a pesquisadora Dima Damen, da Universidade de Leeds, desenvolveu um programa de visão artificial capaz de reconhecer pessoas. O software detecta as pessoas estacionando as suas bicicletas e aciona automaticamente a segurança se alguém diferente tentar pegar a magrela.

“É difícil monitorar câmeras de CFTV, já que os operadores normalmente têm que acompanhar um grande número de telas,” diz Damen. “Isso freqüentemente resulta na perda de bicicletas, mesmo que o roubo aconteça exatamente em frente à câmera.”

Reconhecimento de pessoas pela aparência

O programa captura as imagens de cada pessoa que estaciona sua bicicleta e armazena as informações em forma digital. Quando a mesma bicicleta está para ser retirada, o programa automaticamente compara as imagens que estão sendo geradas em tempo real com aquelas que ele tem armazenadas. Qualquer diferença significativa entre a aparência das pessoas faz soar o alarme.
Os primeiros testes, feitos em um estacionamento para bicicletas da própria Universidade, mostraram que o programa é altamente eficiente: ele conseguiu detectar 11 tentativas de roubo, deixando escapar apenas dois.

Questões de privacidade

O programa ainda está em estágio de testes, mas já fez com que se levantassem as antenas dos grupos preocupados com a questão da privacidade. Mais do que acompanhar os movimentos de “seres anônimos”, o novo programa permite que as câmeras de vigilância identifique as pessoas pela aparência e guarda essas informações para uso posterior.
A pesquisadora agora está desenvolvendo o sistema para utilização em outros locais públicos, como a retirada de bagagens em aeroportos. No futuro, espera ela, as imagens capturadas em um aeroporto poderão ser armazenadas de forma centralizada, permitindo que o sistema acompanhe o passageiro desde o embarque até o seu destino final, garantindo que a sua bagagem só seja retirada por ele mesmo.

Fonte: Inovação Tecnológica

Oct
06
2010
-

Lupi aceita pedido de centrais sindicais e flexibiliza novo ponto eletrônico

portaria-1510-mte

Após reunião com centrais sindicais nesta terça-feira sobre o novo ponto eletrônico com impressora, o ministro Carlos Lupi (Trabalho) disse que vai garantir benefícios aos trabalhadores, como não bater ponto na hora do almoço ou restringir o registro apenas a casos de atraso, falta ou hora extra. A flexibilização servirá às empresas e setores que já tiverem acordos coletivos com os funcionários que prevejam esses benefícios.
O ministro afirmou que, até o final do mês, ficará pronto um estudo de como implementar a flexibilização. Lupi disse que não vai alterar a portaria –de 2009– que regulamenta o novo ponto eletrônico, mas editar, em novembro, uma instrução normativa ou portaria que a complemente.
De acordo com Lupi, os acordos coletivos são demandas de grandes empresas e setores específicos, como o metalúrgico e o químico.
A reunião desta terça-feira sucede outra, em agosto, com representantes das mesmas centrais sindicais. Na ocasião, ficou combinado que entregariam ao ministro um documento formal com propostas, o que foi feito hoje.
Assinam o pedido CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil) e CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil).
No documento, as centrais se dizem favoráveis à adoção do novo ponto eletrônico, desde que privilegiados os acordos coletivos.

PORTARIA
A regra exige que as empresas que adotam ponto eletrônico imprimam recibos a cada ponto batido por seus funcionários. Inicialmente prevista para entrar em vigor em 26 de agosto de 2010, foi adiada para 1º de março de 2011. A partir dessa data, os fiscais terão 90 dias para aplicar multas.
O atraso se deu por falta de equipamentos disponíveis no mercado. De acordo com cálculos do Ministério do Trabalho, mais de 1 milhão de máquinas de ponto eletrônico com impressora serão necessárias. Mas o ritmo de fabricação do equipamento não daria conta até agosto.
Editada no ano passado, a portaria 1.510 cria regras para as empresas que optarem pela utilização do ponto eletrônico. A medida prevê que a cada entrada e saída do funcionário da empresa seja registrado um comprovante impresso, que ficará com o empregado. Para isso, cada aparelho de ponto eletrônico deverá ter uma impressora. Os comprovantes seriam úteis ao funcionário por comprovarem as horas trabalhadas.
As regras irão valer somente para as empresas que adotarem o registro de ponto eletrônico, que não será obrigatório. Continuará sendo possível utilizar o ponto manual e o mecânico.

Fonte: Folha.com
Por: THAIS BILENKY

Aug
18
2010
-

Ministro do Trabalho mantém fiscalização do relógio de ponto eletrônico

“Em reunião com as centrais sindicais nesta terça-feira (17), o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, ganhou apoio para a regulamentação do relógio de ponto eletrônico e anunciou que os fiscais poderão começar a multar empresas que utilizem os equipamentos e ainda não tenham se enquadrado na portaria a partir do próximo dia 26 de agosto.

“Ainda que não seja obrigatória, a portaria do Ministério do Trabalho prevê que as empresas que tenham adotado o ponto eletrônico são obrigadas a emitir comprovantes dos horários de entrada e saída do empregado, além de armazenar todos os registros feitos nos terminais.

“Lupi também aproveitou para esclarecer que, ao contrário do que vinha sendo divulgado, a adoção do ponto eletrônico não é obrigatória às empresas, que podem continuar utilizando os pontos manual e mecânico para controle de frequência dos funcionários.
- É facultativo e ponto final. O que estamos fazendo é uma tentativa de proteger o trabalhador. A maior reclamação na Justiça trabalhista é sobre horas extras. Com os comprovantes, não é apenas uma das partes que possui registro.

“O ministro, contudo, revelou que uma de suas preocupações é sobre a capacidade dos fabricantes em atender a demanda das empresas pelos equipamentos. Segundo o site do Ministério do Trabalho, 19 fabricantes estão cadastradas para oferecer 81 tipos de registradores eletrônicos de ponto.

“- Já pedi à minha equipe que verificasse como anda o abastecimento desse mercado. Sei que há algumas reclamações, mas espero ter uma posição mais concreta nos próximos dias.

“Ainda no encontro com as centrais, Lupi afirmou que iria analisar um pedido feito pelos sindicalistas para que a marcação do ponto eletrônico seja incluída no acordo coletivo de cada empresa. O presidente da Força Sindical, Miguel Porto, avaliou que, dessa forma, o trabalhador estará mais garantido na hora de negociar com as empresas.

“- Cada empresa tem seu horário. A forma como será a marcação poderia estar dentro do acordo para que não víssemos mais casos em que o trabalhador é achacado pelo patrão na hora de negociar as horas extras. Temos certeza de que o ministro Lupi vai considerar nossas reivindicações.

“Sobre as críticas feitas por empresários de que a emissão dos comprovantes do ponto seriam custosas financeiramente e causariam danos ao meio ambiente, o ministro foi irônico:

“- Vamos parar de jogar na mega sena, então. Vamos jogar tudo fora e não usar mais papel. Daqui a pouco vão dizer que isso pode aumentar o buraco na camada de ozônio.

“As centrais que participaram do encontro foram a CUT, a Força Sindical, a UGT, a Nova Central Sindical de Trabalhadores, a CTB e a CGTB.

Nova Regra

“As novas regras valem para empresas com mais de dez funcionários que utilizam ponto eletrônicos. Elas têm nove dias para começar a emitir um comprovante impresso com a hora de entrada e de saída dos funcionários.

“O Ministério do Trabalho baixou portaria em agosto do ano passado porque descobriu um mega prejuízo para os cofres públicos e para o trabalhador.

“Segundo dados do ministério, as empresas estão deixando de pagar mais de R$ 20,3 bilhões em horas extras por ano. Além disso, a sonegação para o Instituto de Previdência Social pode passar de R$ 4,1 bilhões e mais de R$ 1,6 bilhão deixaram de ser recolhidos ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

“Os cálculos do ministério indicam que as horas extras trabalhadas e não pagas equivalem à carga horária referente a quase um milhão de empregos, que poderiam ser gerados no lugar do trabalho não remunerado. Mas a ideia do novo ponto eletrônico é criticada por empresários e até por sindicalistas.

“As empresas reclamam que a substituição dos equipamentos vai custar R$ 6 bilhões e pode provocar filas nas grandes fábricas, por exemplo.

“Fonte: Notícias R7 (Por Gustavo Gantois, do R7, em Brasília)

Aug
16
2010
-

Judiciário diverge sobre novas regras para o ponto eletrônico

X-REP - Relógio Eletrônic de Ponto

X-REP - Relógio Eletrônic de Ponto

SÃO PAULO – As novas regras de registro eletrônico de ponto entram em vigor em dez dias, mas muitas empresas tentaram na justiça barrar a aplicação da nova norma, que deve trazer grandes custos com novos equipamentos e manutenção, além de elevar o consumo de papel para imprimir comprovantes da jornada. Mas não há garantia sobre o rumo que um processo pode ter: a Justiça está dividida. Juízes já concederam liminares suspendendo a aplicação da portaria do Ministério do Trabalho, mas também já negaram o afastamento da regra.

“O Judiciário está bem dividido, mas percebo que o número de liminares positivas para as empresas é menor que os pedidos negados”, diz o advogado Marcel Cordeiro, especialista em Direito Trabalhista do escritório Salusse Marangoni Advogados. Segundo ele, as decisões levam em conta que o novo sistema impede manipulações de dados e torna o controle de ponto verdadeiro.

Na opinião do advogado, entretanto, o Judiciário não está de todo certo quando nega os pedidos. Um dos principais pontos destacados é a forma como a obrigação foi estabelecida. “Portaria não é o meio adequado para esse tema, que deveria vir em lei federal”, afirma.

Mario Gonçalves Júnior, advogado trabalhista do Rodrigues Jr. Advogados, concorda que houve um excesso. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece que empresas com mais de dez funcionários são obrigadas a ter registro manual, mecânico ou eletrônico, e que cabe ao Ministério do Trabalho regulamentar a questão. No entanto, segundo Gonçalves, a portaria “passou da dose”. “Pelos custos e impactos que o texto trouxe para as empresas, que tiveram prazo curto para se adaptarem, as mudanças deveriam ser regidas por lei.”

No início de agosto, o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP) propôs um projeto de decreto legislativo para cassar a portaria. Ele alega que o Ministério criou uma série de obrigações sem previsão legal. A proposta aguarda análise do plenário da Câmara.

A primeira decisão liminar sobre o tema veio justamente de um tribunal superior. O ministro Cesar Asfor Rocha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a obrigação da Fundação Faculdade de Medicina, entidade que dá apoio à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), implementar as novas regras para o registro eletrônico. Para o ministro, que no próximo mês se despede da presidência do Tribunal, não existia perigo de a demora da decisão gerar dano irreparável.

No final de julho, no entanto, decisão do juiz da 23ª Vara do trabalho de Porto Alegre teve outro desfecho. Ao examinar o mandado de segurança coletivo do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre, o juiz Volnei Mayer determinou que os lojistas, até 28 de junho de 2011, não sejam autuados por não cumprirem as exigências da portaria. Para ele, as empresas não tiveram tempo hábil para adquirir o novo aparelho. Outras decisões foram ainda mais além e suspenderam a validade de toda a portaria.

Em São Paulo, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) conseguiu isentar seus associados de utilizarem o novo registro de jornada. A juíza responsável pelo caso levou em conta justamente as dificuldades para adaptação à portaria, além do tempo gasto com as marcações e o alto custo das novas regras, que seria refletido no preço final do produto. Ela ainda ressaltou que o novo registro não impede a fraude e que a impressão dos comprovantes gastará papel e tinta, o que vai na contramão da política de preservação ambiental. Marcel Cordeiro lembra outro ponto que pode ser considerado pela Justiça: as empresas certificadas pelo Ministério do Trabalho não estão dando conta de entregar os pedidos e hoje há fila de espera para conseguir os aparelhos.

“As liminares favoráveis vão abrir caminho para outros questionamentos em casos concretos, como o alto investimento de determinada empresa”, completa. Gonçalves alerta que, mesmo com o Judiciário dividido, há fundamentos consideráveis dos dois lados. O Ministério do Trabalho anunciou, no final de julho, que nenhuma empresa será autuada até 25 de novembro por não ter instalado o novo aparelho. A primeira visita dos fiscais será apenas para dar orientações.

A Portaria 1.510, de 2009, cria um sistema que protege os horários lançados, mas é alvo de críticas por conta dos custos – um equipamento, que atende em média apenas 40 empregados, pode custar até R$ 6.000. A portaria exige que, a cada marcação de ponto, seja impresso um comprovante para o empregado, o que eleva os gastos com bobinas. Algumas empresas devem voltar ao sistema manual ou mecânico.

A Justiça está dividida. Juízes já concederam liminares que suspendem a aplicação da portaria do Ministério do Trabalho, mas também já negaram o afastamento da regra.

Fonte: DCI

Oct
30
2009
-

Pósitron lança soluções inéditas de telemetria e segurança para carga na Fenatran

Sensores e atuadores instalados na carga do caminhão.

Sensores e atuadores instalados na carga do caminhão.

A unidade de Rastreamento da Pósitron, marca da PST Electronics, apresenta na Fenatran 2009 – 17º Salão Internacional do Transporte – o conceito dos módulos de telemetria e de carga, desenvolvidos para ampliar a performance do veículo e do motorista e a segurança da carga. Na feira, a empresa mostra também os serviços de romaneio digital e controle de manutenção, além dos hardwares de rastreamento RT 140 e RT 160. “Com as novidades, vamos atender importantes necessidades da cadeia de transporte no Brasil. A experiência no mercado de segurança e a capacidade de desenvolver projetos localmente nos permite oferecer ferramentas exclusivas e aumentar nossa oferta para o mercado”, explica José Tabone, gerente Comercial da unidade de Rastreamento da Pósitron. O desempenho do veículo e a forma de condução do motorista podem ser conferidos por meio do módulo de telemetria. Com essa tecnologia, o cliente tem acesso ao desgaste mecânico das peças, à velocidade atiginda na chuva e ao consumo de combustível e de pneus. Com a solução, é possível gerar até 50 tipos de relatórios, dependendo da necessidade de cada empresa. “Essas soluções podem gerar economia na ordem de 20% no consumo de combustível para os clientes. A utilização destes relatórios para ações de conscientização e prevenção resulta ainda em redução de 25% dos custos gerais de manutenção, além da sensível diminuição dos riscos de acidentes decorrentes do modo de condução do veículo”, avalia o executivo. O módulo de carga, composto por sensores e atuadores, foi desenvolvido para garantir a segurança da carga e o gerenciamento de risco. Esses componentes podem ser instalados em diferentes locais do veículo, como na carroceria, nas portas, no interior da cabine ou no engate do cavalo mecânico. O sensor permite enviar à central de atendimento qualquer movimentação não habitual no interior do veículo, como abertura da porta do lado do passageiro em ponto não previsto. Já o atuador informa uma ação que não estava programada, como a abertura da carroceria, e faz o bloqueio do caminhão. Todos os componentes podem ser agregados ao rastreador de forma modular, de acordo com a necessidade do cliente.
Para ampliar a eficiência logística da frota, a empresa passa a oferecer o sistema de romaneio digital. O lançamento sistematiza o roteiro de entregas e traça a rota mais rápida e econômica para o cliente. O romaneio possibilita ainda a visualização e o acompanhamento, de forma hierarquizada, do percurso da frota por meio do mapa sinótico, que fica disponível em área restrita no site da Pósitron (http://www.positron.com.br/).No mapa, o frotista tem a visão de toda a operação; o administrador pode conferir o trabalho realizado por sua frota; e o embarcador visualiza, em tempo real, o status da entrega da carga. O romaneio digital também permite a confirmação da rota na qual, durante o trajeto, qualquer desvio fica registrado. Já o controle de manutenção facilita a gestão da agenda de reparos dos veículos e os custos operacionais envolvidos. Essa ferramenta permite o gerenciamento online, avisando o momento adequado para, por exemplo, a troca de óleo do motor, pneus ou dos filtros. É possível ainda enviar lembretes e relatórios ao condutor, com alertas na ocasião de cada tarefa. Além de todas essas inovações, a Pósitron traz ao mercado um sistema de redundância ao GSM (Global System for Móbile Communication), padrão digital de comunicação celular. Com essa nova tecnologia, existente apenas nos módulos da Pósitron, caso o GSM apresente falhas (por perda de cobertura ou uso de jammer – equipamento que bloqueia o sinal de celular), o sistema de redundância entra em ação e o rastreador continua emitindo sinal à central de atendimento da Pósitron.
Outros lançamentos da empresa na Fenatran são os rastreadores RT 140 e RT 160, produto selado indicado para uso em motocicletas. Uma das novidades dos rastreadores é o acelerômetro. Esse sistema indica o movimento do módulo nos três eixos espaciais, permitindo, por exemplo, identificar freadas bruscas, capotamento, tombamento e entrada lateral em curvas. Em caso de tentativa de violação do módulo, o acelerômetro identifica a ação e emite um sinal para a central de atendimento da Pósitron de forma autônoma. O tamanho reduzido do acelerômetro permite instalação em locais ainda mais remotos do veículo, dificultando a sua desativação. Por ser o menor do mercado, apresentar capacidade de autonomia e operar com tecnologia de custo competitivo, o rastreador da Pósitron tem sido utilizado também como solução de redundância, ou seja, como um segundo rastreador em funcionamento no veículo. Essa opção é bastante usada no mercado e a Pósitron já é a segunda maior fornecedora nacional de hardware em duplicidade. Os rastreadores RT 140 e RT 160 são equipados com bateria auxiliar interna. Esse componente permite a continuidade no envio de sinal, por um tempo adicional, em caso de desconexão da bateria principal. “Na Fenatran, estamos mostrando nossa capacidade de oferecer as melhores soluções. A Pósitron é a única do mercado que opera de forma verticalizada, realizando desde o planejamento da solução junto ao cliente, o desenvolvimento do hardware, firmware e software até a prestação de serviço de monitoração”, ressalta Tabone. A companhia também se destaca pela possibilidade de customização e de desenvolvimento ágil e flexível de projetos, conforme a necessidade, e ainda conta com estrutura própria de engenharia local. Os novos hardwares e serviços poderão ser adquiridos a partir de outubro. Já os módulos de carga e de telemetria chegam ao mercado em janeiro de 2010. Os custos variam de acordo com as soluções contratadas pelos clientes. A Pósitron também atende o consumidor pessoa física e, para este público, os serviços têm preços a partir de R$ 55.

Fonte: Blog do Moquenco

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