Nov
01
2010
-

DETRAN IMPLANTA NOVO SISTEMA DE BIOMETRIA

Leitor Biométrico

Leitor Biométrico

Em obediência à Resolução 287 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e à Portaria 101/08 do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), a partir do dia 28 de outubro de 2010, as pessoas que quiserem tirar a 1ª habilitação deverão se dirigir àquela autarquia e não mais às clínicas médicas credenciadas.

O Detran está implantando um novo sistema de biometria, que consiste na captura e coleta de imagem, assinatura e digitais dos candidatos à 1ª Carteira de Habilitação. Portanto, os interessados, deverão procurar a sala de habilitação na Delegacia de Acidentes de Trânsito (DAT), no próprio prédio do Detran para realizarem esse cadastro.

Posteriormente, eles deverão se dirigir a um Centro de Formação de Condutores (CFC), para matrícula e abertura de processo. E deverão ser encaminhados a uma clínica Médica e Psicológica, escolhida pelo sistema. O restante do processo é o mesmo. O candidato fará os exames médicos e psicológicos, e as aulas teóricas e práticas.

Após 6 meses da implantação do novo sistema, os processos de adição, mudança de categoria e renovação de CNH também serão realizados no mesmo setor. Mas vale ressaltar, que nesse primeiro momento, somente os processos para aquisição da 1ª habilitação é que terão alterações.

Essas mudanças são para atender melhor a população, dar mais segurança e agilidade aos processos de aquisição de CNH, e obedecer as normas exigidas pelo Conselho Nacional de Trânsito, explica Jorge Everton, diretor presidente do Detran.

Fonte: Jusbrasil

Oct
18
2010
-

Biometria no Auto-atendimento

Módulo fingerprint

Módulo fingerprint

O tema não é novo, pois já temos pelo menos 2 gerações de dispositivos biométricos sendo utilizados em ATMs aqui no Brasil. São os seguintes readers: fingerprint, fingervein e palmvein. Vou falar um pouco sobre cada um deles.

FingerPrint Reader
Se possível fosse, o fingerprint reader seria o avó dos dispositivos biométricos, em uso em larga escala no Auto-atendimento. Equipando desde notebooks, catracas eletrônicas e demais pontos de controle de acesso, e até ATMs, esse dispositivo consiste de uma pequena área um pouco maior que uma moeda, onde você pressiona seu dedo (normalmente o polegar), para a leitura eletrônica de sua impressão digital (fingerprint). Magnífico! Afinal de contas, há tempos impressões digitais tem sido utilizadas como meio de identificação única dos indivíduos. É muito mais confiável do que a rubrica! Além disso, como se trata de tecnologia já largamente disseminada, fingerprint readers são relativamente baratos.

Leitor biométrico fingervein

Leitor biométrico fingervein

Se é tão perfeito, porque esse dispositivo não é a primeira escolha quando se pensa em dispositivo de segurança para o Auto-atendimento? Simples, assim como todo o tipo de regra foi feita para ser quebrada, todo novo dispositivo de segurança está fadado a ter sua segurança burlada.
Fato é que impressões digitais são clonáveis. Isso é fácil, já foi feito várias vezes (a primeira vez foi hás uns 15 anos atrás), e esse é o principal ponto negativo da segurança baseada em fingerprint. Além disso, existe um problema mais simples relacionado ao uso desse dispositivo: o toque! Você já viu o estado em que fica um ATM após 1 ano de operação em um grande centro urbano? Pois é, a sujeira toma conta de todas as áreas externas do equipamento, mas principalmente aquelas que são efetivamente tocadas pelas pessoas, como por exemplo o teclado. É fácil de entender, as pessoas suam, algumas não se preocupam tanto com a higiene e o que temos no final é um fingerprint reader que não lê mais nada. Além disso, colocar o dedo em um lugar onde centenas de pessoas já colocaram é realmente invasivo , e por isso essa tecnologia tem uma grande rejeição do publico de Auto-atendimento em geral.
Com tudo isso, o fingerprint tem sido mais utilizado em ambientes e situações mais controlados. Exemplos de sucesso são: controle de acesso para utilização interna aos estabelecimentos, controle de acesso a computadores pessoais e dispositivos de armazenamento.

FingerVein Reader

Biometria por padrões de veia

Biometria por padrões de veia

Depois que a segurança do fingerprint foi quebrada, a indústria se mexeu em busca de uma tecnologia mais confiável. Criado pela empresa japonesa Hitachi, a solução fingervein resolveu com folga todos os problemas envolvidos na tecnologia baseada em fingerprint, com a vantagem de que a solução é mecanicamente e operacionalmente equivalente a solução baseada em fingerprint, ou seja, para olhos leigos, os dois leitores são muito parecidos (depois de montados em suas bases finais):

Mas as semelhanças param por aí. A tecnologia envolvida no fingervein é conhecida como Vein Pattern, que é Padrão de Veias. Nessa tecnologia, a identificação única é alcançada ao se ler o padrão no qual as veias estão dispostas dentro do dedo da pessoa. Esse padrão de disposição das veias é diferente entre os dedos da mesma pessoa, e também é diferente entre gêmeos idênticos, e imutável ao longo da vida adulta, de modo que é uma maneira bastante confiável de se identificar únicamente a pessoa.

A leitura é realizada através de um método relativamente simples: utilizando-se de diodos um infra-red é emitido junto ao dedo. A luz que penetra o dedo é absorvida pela sangue, e portanto não reflete ou transpassa o dedo, de modo então que uma câmera especializada receberá a luz refletida, com uma série de emaranhados de área mais escura, relativas às veias no interior do dedo, e assim um padrão é criado, com base nessa “configuração” emaranhada de veias:

Funcionamento biometria da veia

Funcionamento biometria da veia

Tudo isso ocorre sem o contato com o leitor. Na verdade o dedo fica apoiado em um gabarito mínimo, de modo que aqueles problemas de invasividade e alta taxa de manutenção são sensivelmente reduzidos.
Show de bola! E tem algum problema? Se tem, ainda não passa de conceito. Ocorre que, pegar, digamos, um dedo separado do corpo humano e tentar uma autenticação válida não funciona (ainda bem!). Porém, em teoria, seria possível ler a configuração de veias do dedo, e reproduzi-las em um dispositivo como um finger dummy, e daí inserir algum tipo de líquido circulante, ou mesmo sangue de algum animal para conseguir uma leitura válida. Bem, tudo isso parece improvável demais, de modo que a tecnologia baseada em Vein Pattern deve permanecer por mais alguns bons anos.

PalmVein Reader

Biometria da palma da mão

Biometria da palma da mão

É baseada na mesma tecnologia do FingerVein, ou seja, a Vein Pattern. De fato, as duas são soluções concorrentes, de empresas japonesas. O palmvein é da Fujitsu, conhecido fabricante de ATMs (e de muitas outras coisas). A diferença óbvia nesse caso, é que ao invés de ler as veias do dedo, o que se lê são as veias da mão:
Uma importante diferença desse sistema em relação ao fingervein, é que para integrar o leitor, ocupa-se muito mais espaço. No entanto, no que concerne ao Auto-atendimento, isso não chega a ser um problema:

Em função da área para leitura e geração do padrão de veias, o sistema PalmVein é ainda mais preciso do que o FingerVein.

Comparando os sistemas

Leitor Biométrico de veias da palma da mão

Leitor Biométrico de veias da palma da mão

Além desses sistemas de identificação biometrica, existem vários outros, cada um com suas vantagens e desvantagens, o que acaba determinando onde essas tecnologias são mais adequadas para uso:
A precisão (Accuracy, na tabela), é uma das principais características a ser observada quando se pensa em aplicar uma dessas tecnologias de identificação biometrica. Por exemplo, as tecnologias baseadas em Vein Pattern tem uma precisão de 0,0001% (fingervein) e 0,00008% (palmvein) de gerar uma autenticação falsa, ou seja, a chance de você conseguir uma autenticação válida quando o sistema espera receber o padrão de veias de outra pessoa é 1 em 1 milhão (fingervein) e menos que isso (palmvein). Ou seja, é bom, mas não é perfeito.

Tabela de comparação de leitores de biometria

Tabela de comparação de leitores de biometria

E é por não serem perfeitos que, para as aplicações em Auto-atendimento, os dispositivos biometricos têm servido como auxiliares à identificação dos clientes. Normalmente são utilizando em conjunto com a identificação da conta do cliente, e sua senha. Isso resulta em uma combinação bastante segura.

Como é no Brasil
Um grande banco brasileiro já testou os 3 sistemas, e há cerca de 2 anos escolheu o PalmVein como seu sistema de identificação biometrica. Em suas aplicações, essa tecnologia é utilizada em adicional aos demais sistemas de identificação de seus clientes, como a identificação da conta e a senha.
Dado a boa aceitação do publico, é muito provável que esses sistemas se tornem cada vez mais comum nos bancos aqui no Brasil, principalmente em substituição a outros mecanismos de identificação como o Token, por exemplo.
Também será cada vez mais comum encontrar esses sistemas em: controles de acesso, computadores pessoais, sistemas de armazenamento e etc.

Fonte: Fagner Souza

Oct
18
2010
-

CITI AUSTRÁLIA AFIRMA TER PRATICAMENTE ELIMINADO A FRAUDE ON-LINE

Biometria por voz

Biometria por voz

O Citi, na Austrália, reduziu as taxas de fraudes on-line a “quase zero”, com o uso de autenticação de dois fatores. Agora, o banco se prepara para estender o sistema de autenticação também a seus clientes de serviços móveis.
Falando a repórteres locais, o diretor-executivo Roy Gori alegou que ele não consegue se lembrar de um único caso de fraude on-line entre os seus 200 mil clientes de internet banking ao longo dos últimos 12 meses.
O sistema de segurança empregado pelo Citi engloba a entrada de uma identificação do usuário antes da digitação de senha em teclado dinâmico na tela e da resposta a uma pergunta de segurança pré-determinada.
Gori disse aos jornalistas que o plano do banco era o de ser o “mais inteligente, de modo que os fraudadores fossem atrás dos estúpidos” e que o sistema está sendo estendido aos seus clientes de mobile banking.
Além disso, o Citi na Austrália está testando biometria de voz, disse Gori, sem revelar o nome do fornecedor da tecnologia. A ferramenta poderá ser disponibilizada a ‘early adopters’, selecionados entre os usuários de serviços bancários por telefone, no prazo de três meses.
Em Cingapura, o Citi abandonou, em 2008, um sistema de segurança baseado em tecnologia biométrica por impressão digital mas Gori afirma que a biometria de voz é muito mais precisa. Seu concorrente, o NAB (National Australia Bank) introduziu o sistema para seus clientes de serviços bancários por telefone no verão passado.
Nos Estados Unidos, em uma enquete recente – realizada pela Unisys via internet – , 63% dos participantes votaram na biometria por impressão digital como o método mais seguro para provar a identidade do usuário do cartão de crédito. Outros 20% escolheram a alternativa foto; 13% optaram por senha e 6% votaram em assinatura de próprio punho.

Fonte: Serfinco

Oct
15
2010
-

Cientistas dos EUA advertem para riscos da identificação biométrica.

Leitor Biométrico

Leitor Biométrico

Sistemas de identificação biométrica, apresentados no cinema e na televisão como ferramentas de combate ao crime à prova de falhas, na verdade estão longe da perfeição, diz relatório do Conselho Nacional de Pesquisa Científica dos Estados Unidos.
O levantamento afirma que sistemas que dependem de impressões digitais, impressões da palma da mão e reconhecimento de voz são “inerentemente falíveis”. Os autores pedem que as agências governamentais que venham a adotá-los certifiquem-se de que o sistema corresponde à propaganda.
Empresas e órgãos públicos vêm se voltando para os sistemas biométricos como um meio melhor de rastrear terroristas nas fronteiras, controlar o acesso a edifícios ou abrir acesso a dados bancários.
Sensores de impressão digital já aparecem em produtos como laptops e celulares.
Bob Blakley, do Grupo Burton de Estratégias de Privacidade e Identidade, que trabalhou no relatório, disse que governos e empresas precisam se certificar de que a tecnologia adotada estará à altura do desafio.
“Não devemos optar pela biometria porque ela é sexy a fica bem em filmes de ficção científica. Devemos fazer isso quando ela for a solução mais eficiente para um problema”, disse ele.
Ele afirmou que muitos sistemas biométricos de larga escala funcionam bem, citando como exemplo o banco de impressões digitais do FBI, ou o sistema de digitais usado para evitar fraude eleitoral na Nigéria.
“No entanto, esses sistemas foram cuidadosamente projetados e revisados por especialistas. É muito fácil usar um bom scanner de biometria e montar com ele um mau sistema”, advertiu.

Fonte: O Estadao

Oct
05
2010
-

Câmeras IP da D-Link têm integração com sistema de monitoramento da Digifort

Câmera IP da D-Link

Câmera IP da D-Link

A D-Link, líder mundial no fornecimento de soluções de redes, segurança, armazenamento de dados e vigilância IP, anuncia que o seu portifólio de câmeras IP para monitoramento corporativo já está integrado ao software de vigilância da Digifort. A integração permite que as empresas que já utilizam a solução da Digifort passem a utilizar as câmeras IP da D-Link, dispondo de maior quantidade de recursos e, consequentemente, maior eficiência na segurança.
De acordo com o gerente da D-Link para a unidade Services Provider, Nelson Ito, a ação beneficiará tanto pequenas, quanto médias e grandes empresas que desejam aumentar a segurança patrimonial e física dentro de seu ambiente corporativo. “A parceria com a Digifort foi estabelecida devido à sua comprovada liderança no fornecimento de softwares de segurança, com tecnologia de ponta que certamente contribuirá para o crescimento da D-Link em vigilância eletrônica, setor considerado estratégico para a nossa atuação no mercado brasileiro”, afirma Ito.

A Digifort já possui mais de 80% do mercado nacional de vigilância eletrônica e, de acordo com a pesquisa realizada pela IMS Research (Londres, Inglaterra) indica que a Digifort já possui o sexto software mais vendido no mundo. Além disso, é a segunda companhia em integração de equipamentos e que apresenta o terceiro melhor preço mundial, conforme dados da IP Vídeo Market (Honolulu, Estado Unidos)..
“O domínio de mercado da Digifort, aliado à força e ao reconhecimento da marca D-Link como fabricante de câmeras IP com funcionalidades avançadas, certamente deixará as empresas muito mais protegidas”, explica o diretor executivo da Digifort, Carlos Eduardo Bonilha, ressaltando que “a companhia, que está no mercado brasileiro há cinco anos, também possui forte atuação internacional a partir da exportação dos softwares para todos os continentes, em nove idiomas”.
As câmeras da D-Link que compõem esse portifólio integrado são: DCS-2100, DCS-2100G, DCS-2102, DCS-2120, DCS-2121, DCS-3220, DCS-3220G, DCS-3410, DCS-3411, DCS-3420, DCS-3430, DCS-5220, DCS-5300, DCS-5300G, DCS-5300W, DCS-5605, DCS-5610, DCS-6110, DCS-6410, DCS-6620 e DCS-6620G.

Os distribuidores e revendedores credenciados pela D-Link serão os responsáveis pela comercialização do portifólio integrado, levando as câmeras IP da fabricante às empresas que já possuam o sistema Digifort, que totalizam mais de 2 mil clientes em todo o Brasil.

A partir dessa integração, as empresas usuárias têm à sua disposição centenas de recursos avançados de segurança que facilitam a operação e a administração do sistema de monitoramento, dentre os quais se destacam:
. visualização simultânea das imagens geradas por diversas câmeras (monitoramento em várias telas);
. caso seja detectado algum movimento ou ação estranha, alertas são enviados automaticamente via mensagem de texto para um telefone celular , por e-mail ou pop-ups na tela do operador, para que as ações possam ser tomadas imediatamente (tais como apagar luzes, travar portas , e desligar a energia da empresa, entre outras);
. programação do monitoramento em tempo integral ou em determinados horários do dia;
. geração de relatórios com o registro de todas as ocorrências, nos quais são detalhados por escrito todas as ações gravadas, juntamente com as respectivas imagens anexas ao relatório e emissão de gráficos estatísticos;
. controle automático ou manual do ângulo de visualização das câmeras;
. programação da vigilância de todos os alarmes e câmeras da empresa ou apenas em pontos da empresa definido pelo operador do sistema de segurança;
. programação de quais ações serão tomadas;
. matriz virtual (o operador do sistema de segurança pode direcionar uma ou mais imagens para um usuário específico que precisa ter acesso às mesmas, independentemente da sua localização);
. utilização de mesa operacional, que substitui completamente o uso de mouses e teclados nas operações do sistema;
. leitura de placas de automóveis para utilização em rodovias, estacionamentos, shoppings centers, etc.
. reconhecimento por meio de biometria e por tecnologia IP de usuários e senhas, de modo a registrar datas e horários de diversas ações, tais como: entrada e saídas de salas, passagem por catracas, entrada em elevadores, etc;
. possibilidade de exportar os vídeos para diversos tipo de arquivo ou mídia; e
. possibilidade de programar as câmeras para funcionarem sincronizadas com os sistemas de CRM e ERP e controle de acesso das empresas.

Sobre a D-Link
A D-Link é uma das líderes mundiais da indústria de equipamentos para infraestrutura de redes convergentes e seguras. Suas soluções atendem desde usuários domésticos e pequenos escritórios a empresas de telecomunicações e do mercado corporativo, sendo este último seu principal foco de mercado.
Desde o início das suas operações, em 1986, a D-Link vem se desenvolvendo no mercado global. Para consolidar sua presença internacional, inaugurou subsidiárias nos maiores mercados, além de uma extensa rede de distribuidores em mais de 90 países.
A globalização faz da D-Link um player global com estratégia rápida de crescimento, focada em três estratégias-chave: Pesquisa e Desenvolvimento, Produção e Marketing. O objetivo da companhia é concentrar-se em novas oportunidades, racionalizando a utilização de recursos, os custos e proporcionando um serviço total ao cliente.
Com laboratórios de Pesquisa e Desenvolvimento em diferentes continentes, a D-Link é capaz de criar novas tecnologias e trabalhá-las nos laboratórios, levando-as aos mercados de forma rápida. Hoje, os produtos da D-Link respondem, de forma flexível, às necessidades globais e locais.
Com unidades fabris em Taiwan, China, Índia e Estados Unidos, a D-Link tem aumentado cada vez mais a sua produção, reduzindo os custos dos componentes e agilizando a entrega dos produtos da fábrica aos clientes.

Mais informações em www.dlink.com.br

Fonte: SEGS

Oct
01
2010
-

Cientistas advertem: identificação biométrica é falível

Identificação Biométrica

Identificação Biométrica

O sistema de identificação biométrica, apresentado no cinema e na televisão como ferramentas de combate ao crime à prova de falhas, na verdade está longe da perfeição. Essa é a conclusão de um relatório do Conselho Nacional de Pesquisa Científica dos Estados Unidos. Ela serve de advertência para o governo brasileiro, que acaba de ampliar o uso das urnas biométricas nas eleições de 2010.
Empresas e órgãos públicos vêm se voltando para os sistemas biométricos como um meio melhor de rastrear terroristas nas fronteiras, controlar o acesso a edifícios ou abrir acesso a dados bancários. Sensores de impressão digital já aparecem em produtos como laptops e celulares.
O levantamento afirma, porém, que sistemas que dependem de impressões digitais, impressões da palma da mão e reconhecimento de voz são “inerentemente falíveis”. Os autores pedem às agências governamentais que venham a adotá-los que se certifiquem de que o sistema corresponde à propaganda.
Bob Blakley, do Grupo Burton de Estratégias de Privacidade e Identidade, que trabalhou no relatório, disse que governos e empresas precisam se certificar de que a tecnologia adotada estará à altura do desafio. “Não devemos optar pela biometria porque ela fica bem em filmes de ficção científica. Devemos fazer isso quando ela for a solução mais eficiente para um problema”, disse ele.
Ele afirmou que muitos sistemas biométricos de larga escala funcionam bem, citando como exemplo o banco de impressões digitais do FBI, ou o sistema de digitais usado para evitar fraude eleitoral na Nigéria. “No entanto, esses sistemas foram cuidadosamente projetados e revisados por especialistas. É muito fácil usar um bom scanner de biometria e montar com ele um mau sistema”, advertiu.

(Com agência Reuters)

Fonte: Veja

Sep
16
2010
-

STJ nega recursos que pediam suspensão da portaria do Ponto Eletrônico

Portaria 1510/09 do MTE

Portaria 1510/09 do MTE

Brasília, 15/09/2010 – O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, nesta quarta-feira (15), recursos da Paquetá Calçados Ltda e da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) que pediam a suspensão da Portaria nº 1.510/2009, que regulamenta o registro de ponto eletrônico. A ministra Eliana Calmon, relatora do recurso, concordou com os argumentos apresentados pela Advocacia-Geral da União (AGU) para negar provimento ao regimental.
A decisão considerou que a portaria foi expedida em obediência à Constituição Federal e às leis que tratam do assunto, em especial o art. 74, § 2º, da Consolidação das Leis do Trabalho. Além disso, levou em consideração a demora das recorrentes em buscar o Poder Judiciário, uma vez que deixaram para “veicular a pretensão a poucos dias da entrada em vigor do ato normativo, fato que contribui para descaracterizar a urgência com que o pleito foi deduzido na impetração”.
A Procuradoria-Geral da União (PGU) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) defenderam que a Portaria do Ponto Eletrônico garante a proteção da saúde, higiene e segurança do trabalho ao estabelecer meios com segurança jurídica para o controle eletrônico de jornada.
Ponto Eletrônico – A Portaria nº 1.510 disciplina o uso do Ponto Eletrônico e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP). Composto por 31 artigos, o documento enumera itens importantes que trazem eficiência, confiança e segurança ao empregador e ao trabalhador. O prazo para as empresas se adaptarem a nova regulamentação é 1º de março de 2011. Nenhuma empresa é obrigada a utilizar o ponto eletrônico, podendo optar também pelo registro manual ou mecânico.
Estão registrados no MTE 81 modelos de Registrador de Ponto Eletrônico (REP) e 19 fabricantes. A produção mensal, de acordo com informação passada ao ministério por 14 empresas fabricantes, é de 184.500 equipamentos.
O novo equipamento de ponto eletrônico terá que imprimir um comprovante ao trabalhador toda vez que houver registro de entrada e saída, possibilitando, desta forma, maior controle do trabalhador no final do mês sobre suas horas trabalhadas. O sistema também garante mais segurança no registro das informações, com sua inviolabilidade baseada em múltiplas garantias, como cadastro e certificação.

Fonte: MTE

Sep
01
2010
-

Acesso Digital participa do C4 e traz novidade ao mercado digitalização de documentos

Tela do Safedoc Tools

Tela do Safedoc Tools

A Acesso Digital, empresa que visa a popularização de digitalização de documentos no Brasil, participa do C4 – Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor e anuncia uma nova ferramenta de biometria por impressão digital acoplada à solução de digitalização de documentações.
O C4 acontecerá entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Pela primeira vez, o encontro inclui em seu roteiro o “C4 Varejo”, uma programação totalmente dedicada ao mercado varejista.
Nesta edição do C4, a Acesso Digital inova e anuncia uma nova funcionalidade para o segmento, que é a biometria por impressão digital. Com um equipamento de leitura de impressão digital acoplado no computador, será possível capturar a imagem da impressão digital do cliente por meio do SAFE-DOC, sistema organiza e armazena os documentos necessários para a concessão do crédito ao consumidor nas operações com cartões de crédito e private label. Entre os principais benefícios estão o custo acessível a pequenos e médios varejos, a maior agilidade e segurança no combate as fraudes.
O arquivo com a imagem da impressão digital será mais um item do “prontuário do cliente”, que as redes de varejo solicitam na hora de conceder o crédito. Assim, além da digitalização colorida, em alta qualidade, e a foto, de webcam, a solução ganha mais uma opção para reduzir ainda mais as fraudes no segmento financeiro.
“Integrado aos processos de bancos e redes varejistas, nossa solução já garante mais de 90% de redução de fraudes e auto-fraudes. Agora, com a biometria, nossa expectativa é que este índice se aproxime cada vez mais de 100% para que os nossos clientes possam eliminar as fraudes de seus processos”, afirma Alex Yamamoto, consultor do segmento financeiro da Acesso Digital.
Com a implementação do SAFE-DOC, as empresas passam a trabalhar com a digitalização distribuída, ou seja, os documentos do cliente que solicita o crédito passam a ser digitalizados nos pontos de venda, substituindo a cópia e possibilitando a análise imediata da documentação, já que ficam disponíveis em um portal na Internet imediatamente após a digitalização. Saiba mais em www.novaeradadigitalizacao.com.br
A Acesso Digital possui grandes clientes neste setor, como Bradesco, Citibank, Itaú, Cetelem, Omni Financeira, e redes como Quero-Quero, Paquetá, Rede Esplanada, Tent Beach, GBarbosa, entre outros.
Evento
O C4 é um grande encontro de profissionais do setor e um dos eventos com melhor avaliação na indústria de serviços financeiros. Reúne anualmente executivos que representam empresas atuantes no segmento financeiro: bancos, financeiras, varejistas, seguradoras, cartões de crédito, call centers, empresas de telecomunicações entre outras.
Neste ano, o especial C4 Varejo abordará outros assuntos de interesse das pequenas empresas, como pagamento por celular, biometria, contactless, recursos financeiros para o desenvolvimento do negócio e soluções financeiras para os clientes. Os debates trazem a visão dos executivos sob dois aspectos: o cliente varejista e o consumidor. A programação completa está no site oficial www.congressoc4.com.br.
Sobre a Acesso Digital
A Acesso Digital tem como missão popularizar a digitalização de documentos no Brasil. Com este foco, a empresa desenvolveu uma solução específica, que une simplicidade de uso, segurança de armazenagem e custo acessível para empresas de diferentes setores e portes.
A Acesso Digital é comandada pelo jovem empreendedor, Diego Torres Martins, sócio-diretor da companhia. Atualmente, possui clientes do segmento de private label, concessão de crédito ao consumidor, concessionárias, contabilidade, recursos humanos, marketing promocional, entre outros. Para saber mais, entre em www.acessodigital.com.br.

Notícia enviada por Ariane Cordeiro
Fonte: IT Web

Sep
01
2010
-

Biometria: 3M adquire Cogent por US$ 943 mi

Cogent terminal com leitor biométrico

Cogent terminal com leitor biométrico

A 3M, fabricante de produtos como fita adesiva e Post-It, até itens para navegação e mineração, anuncia um acordo para comprar a Cogent, empresa especializada em sistemas de identificação automática, com foco em biometria, por US$ 943 milhões.
Com a aquisição, a 3M ampliará seus negócios no ramo da segurança, onde já fabrica produtos como leitores de passaportes e vistos.
Através de um comunicado, a 3M detalhou que o acordo feito com a Cogent estabelece o pagamento de US$ 10,5 por ação da empresa. Com a compra, a meta é se fortalecer no mercado de sistemas de identificação biométricos, que segundo pesquisas deve crescer a uma taxa anual superior a 20%.
A Cogent, que tem sede na Califórnia e cerca de 500 colaboradores, oferece sistemas de leitura de impressões digitais, íris, rosto e palma das mãos. O conselho de administração da empresa já recomendou aos acionistas que aceitem a oferta.
O fundador da companhia, Ming Hsieh, pôs suas ações à disposição.
Se a maioria dos acionistas aceitar a oferta, a venda pode ser concretizada no quarto trimestre deste ano.

Fonte: Baguete

Aug
27
2010
-

Empresas ganham mais prazo para adaptação a portaria do ponto eletrônico

Relógio Cartográfico

Relógio Cartográfico

As empresas e os fabricantes de relógio ponto ganharam um fôlego a mais para adaptação a nova portaria que regulamenta o relógio de ponto eletrônico no país. Segundo informações do Ministério do Trabalho, uma portaria a ser publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União amplia para o dia 1º de março de 2011 o prazo para as empresas se adaptarem.
A exigência está presente na Portaria 1.510/09. A data inicial de vigência estava prevista para o dia 26 de agosto, mas um estudo da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) mostrou que poderia haver falta de equipamentos necessários para atender à nova regulamentação.
O diretor da Diponto, fabricante de relógio ponto, Adrinei Kaiser, diz que a mudança dá mais tranquilidade para atender a grande demanda, mas ressalta que as empresas precisam ficar atentas já que nem todos são obrigados a adotar o equipamento eletrônico.
- As empresas acima de 10 funcionários são obrigadas a ter um controle de ponto, podendo ser o registro manual, mecânico, cartográfico ou eletrônico. A portaria 1510 refere-se somente ao ponto eletrônico – explica Kaiser.
A nova portaria, que será publicada nesta quinta-feira (19), modifica apenas a data de entrada em vigência. O novo equipamento de ponto eletrônico terá que imprimir um comprovante ao trabalhador toda vez que houver registro de entrada e saída. A Diponto já vem trabalhando com as duas possibilidades de equipamentos: o mecânico e o eletrônico. O equipamento mecânico, o Dataprint, utiliza um cartão para o mês inteiro e pelo seu baixo custo é mais indicado para as pequenas empresas.
A Diponto triplicou as vendas na comparação com o mesmo período do ano passado devido a necessidade de adaptação das empresas a nova portaria. Já foi criada, inclusive, uma lista de espera, para quem procurar pelo relógio eletrônico com a impressão do ticket.

Redação: Marcelo Matusiak
Fonte: Ambiente Gelado

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