Nov
03
2010
-

Sistema de redes neurais facilitará rastreamento de bovinos

Biometria em Rebanho Bovino

Biometria em Rebanho Bovino

Na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga, pesquisadores testam com sucesso uma ferramenta baseada em redes neurais artificiais (RNA) que permitirá a identificação biométrica em bovinos pelo focinho. Segundo a zootecnista Carolina Melleiro Gimenez, esta parte da cabeça do animal possui linhas únicas que permitem distinguí-los. “Conseguimos obter um padrão genérico do focinho por meio do processamento de imagens. Observamos que os padrões distinguem cada animal, assim como uma impressão digital pode distinguir cada ser humano”, explica a pesquisadora.

Os estudos estão sendo conduzidos no Laboratório de Física Aplicada e Computacional (Lafac) da FZEA, sob a supervisão do professor Ernane Xavier. Os cientistas possuem no laboratório mais de mil imagens de focinhos bovinos, fotografadas em 50 animais, que estão sendo utilizadas no “treinamento” da RNA. A captação das imagens, o treinamento e desenvolvimento da rede, que estarão concluídos até o final deste ano, fazem parte dos estudos de mestrado de Carolina. Para o seu programa de doutorado, que deverá iniciar já em 2011, a pesquisadora irá desenvolver um sistema de leitura destas informações. “Acredito que no máximo em dois anos teremos o primeiro protótipo de um leitor biométrico de focinho cujo sistema de funcionamento utiliza redes neurais artificiais ”, avalia a pesquisadora.
Para o desenvolvimento da RNA, Carolina fotografou animais da raça Nelore. “Fotografamos cada animal, um a um, obtendo cerca de 16 imagens por animal que foram armazenadas na base de dados. Desse total, cerca de 2/3 estão sendo aproveitadas no treinamento da rede e 1/3 para testar a rede”, descreve a zootecnista. Os animais são todos pertencentes à FZEA e foram fotografados aos 11 e aos 23 meses de idade. “Neste período constatamos que não houve mudança no padrão. Observamos apenas alterações mínimas mas que não chegam a alterar o padrão de identificação”, garante Carolina.

Brincos e bótons
A pesquisadora destaca que a inovação desse novo sistema está justamente em proporcionar maior segurança ao sistema de rastreamento bovino em fazendas de bovinos, seja de corte ou de produção de leite. “Nossa identificação biométrica poderá ser utilizada em qualquer tipo de bovino, independente de sua aptidão zootécnica”, afirma.
Sistemas de rastreamento bovino são aqueles em que há registros do animal desde o seu nascimento ou desde de sua aquisição pelo criador. Atualmente, a maioria das fazendas utilizam sistemas de identificação por brincos ou botons, ou utilizando as duas formas. Os brincos e bótons são elementos de plásticos fixados na orelha dos animais e que contém uma numeração. No computador central da fazenda, esses números se referem a planilhas que possuem toda a vida do animal, desde informações sobre datas, como nascimento por exemplo, até vacinações, medicamentos, detalhes de manejo e o sexo, entre outras.

Boton e Brinco para identificação de bovinos

Boton e Brinco para identificação de bovinos

No entanto, de acordo com a zootecnista, é comum os animais perderem suas identificações. “Há situações em que um animal pode “tirar” o brinco ou o bóton de outro, ou mesmo que a numeração se perca quando boi se coçar numa cerca por exemplo. Em geral, estas perdas chegam a representar 10% do rebanho”, descreve. Neste caso, se o criador adotou uma identificação única – ou o brinco ou o bóton – não teria outra forma de identificação do animal, como explica Carolina.
É justamente aí que a pesquisadora destaca a vantagem do novo sistema. A partir de uma tecnologia que possibilite se obter a imagem do focinho do animal, este problema estará solucionado. “Podemos imaginar que os animais passem por um corredor em que tenhamos um sistema de espelhos que possa obter de forma rápida a imagem do focinho. Com esta imagem, facilmente poderíamos identificá-lo e resgatar as informações sobre o bovino. Esta é uma das hipóteses que serão estudadas em meu programa de doutorado”, antecipa a zootecnista.
Sisbov
A tecnologia que vem sendo desenvolvida no Lafac atenderá plenamente as exigências do Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O objetivo do Sisbov é registrar e identificar o rebanho bovino e bubalino do território nacional possibilitando o rastreamento do animal desde o nascimento até o abate, disponibilizando relatórios de apoio a tomada de decisão quanto a qualidade do rebanho. Nos rebanhos, os números que constam nos brincos e bótons são fornecidos pelo Sisbov e, segundo Carolina, a obtenção de uma nova identificação esbarra em tempo e burocracias.
A zootecnista também ressalta que o Brasil, como maior exportador de carne do mundo, ainda sofre embargos por exigências sanitárias. “Daí a necessidade de se rastrear e ter o controle da vida do animal. Com o novo sistema isso deverá ser facilitado”, afirma a zootecnista.
Outra aplicabilidade do novo sistema destacada por Carolina é o caso de utilização nos chamados “gados de elite”. São os animais apresentados em leilões e exposições. Segundo a pesquisadora, esses animais não devem possuir muitas marcas. “Nosso sistema será interessante nesse tipo de animal”, avalia Carolina.

Fonte: Agência USP de Notícias

Nov
01
2010
-

Biometria Facial

Biometria da Face

Biometria da Face

Sobre Identificação Facial

Atualmente há muitos métodos da identificação biométrica: Impressões Digitais, a íris do olho, o retina, a voz, a Face etc. Cada um destes métodos tem as determinadas vantagens e desvantagens que devem ser consideradas em desenvolver sistemas biométricos, como: confiabilidade do sistema, preço, flexibilidade, necessidade do contato físico com o dispositivo de exploração e muita outra. Selecionar um determinado método biométrico da identificação ou usar um sistema multibiometrico pode ajudar a suportar estas exigências freqüentemente discrepantes.
O reconhecimento da Face pode ser uma alternativa importante para selecionar e desenvolver um sistema biométrico otimizado. Sua vantagem é que não requer o contato físico com um dispositivo da captação da imagem (câmera). Um sistema da identificação da Face não requer nenhuma ferramenta avançada, porque pode ser usado com dispositivos existentes da captação da imagem (webcams, câmeras etc. da segurança).
Assim, o reconhecimento facial deve ser considerado como uma alternativa séria no desenvolvimento de sistemas biométricos ou multibiometricos.

Tecnologia de Reconhecimento Facial

Como a biometria da impressão digital, a tecnologia facial do reconhecimento é extensamente utilizada em vários sistemas, incluindo a segurança física dos clientes do controle de acesso e do usuário do computador.
Geralmente estes sistemas extraem características do únicas das imagens da Face e executam então a Face que combina utilizando estas características. Uma Face não tem tantas características excepcionalmente mesuráveis como a impressões digitais e íris do olho, assim a confiabilidade facial do reconhecimento é ligeiramente mais baixa do que estes outros métodos biométricos do reconhecimento.
Entretanto, é ainda apropriado para muitas aplicações, especialmente ao fazer exame no cliente de sua conveniência para o usuário. O reconhecimento Facial pode também ser usado junto com o reconhecimento da impressão digital ou outro método biométrico
desenvolvendo uma aplicação crítica mais segurança.
A aproximação multi-biometrica é especialmente importante para a identificação (1:N).
No general, os sistemas da identificação são muito convenientes de usar-se porque não requerem nenhuma informação adicional da segurança (smart-cards, senhas etc.).
Entretanto, usando as rotinas 1:N combinando somente um método biométrico, podem resultar em uma probabilidade falsa mais elevada da aceitação, que possa se tornar inaceitável para aplicações com bases de dados grandes.
Usar a identificação da Face como um método biométrico adicional pode dramaticamente diminuir este efeito. Esta aproximação multi-biometrica ajuda também nas situações onde uma determinada característica biométrica não é ótima ou única para
determinados grupos dos usuários. Por exemplo, os povos que fazem o trabalho pesado com suas mãos podem ter as impressões digitais ásperas, que podem aumentar a taxa falsa da rejeição se a identificação da impressão digital for usada sozinho.

Produtos Relacionado

VeriLook SDK
O VeriLook a tecnologia é pretendida para integradores do sistema de reconhecimento facial. VeriLook oferece a identificação de confiança rápida com detecção viva da Face e a habilidade de processar múltiplas faces em um único frame.
VeriLook 4.0 SDK é independente de câmera, capaz de fazer uso de Webcam e as oferece um jogo das amostras de programação software de câmeras e de tutorias escritos nas principais linguagens de programação. Estes tipos de SDK estão disponíveis

- VeriLook 4.0 Standard SDK destina-se ao desenvolvimento de aplicações baseadas em PC biométricos. Inclui Matcher e Extrator amostras de componentes, programação e tutoriais, gerente de software da câmera e documentação do software. O SDK permite o desenvolvimento de aplicações biométricas para o Microsoft Windows , Linux ou sistemas operacionais Mac OS X.
- VeriLook 4.0 Extended SDK é indicado para aplicações Baseadas na Web e desenvolvimento da aplicação para rede. Inclui todas as características de SDK padrão. Adicionalmente, o SDK contem aplicações exemplos do lado cliente, tutoriais e um Matching Server pronto para uso.

FaceCell EDK
O FaceCell a tecnologia foi desenvolvida usando-se em vários dispositivos embarcados ou móveis, como smart-phones, em computadores handheld e em dispositivos.
FaceCell 1.1 EDK esta disponível por um período de 30 dias trial. Para downloadable trial kit permite ao desenvolvedor explorer a tecnologia e testar em ambientes reais de aplicações.
MegaMatcher SDK
MegaMatcher é uma tecnologia multi-biometrica, pretendida para sistemas em grande escala da Face-impressão digital e integradores de AFIS. A tecnologia inclui a impressão digital e os mecanismos faciais do reconhecimento que poderiam ser usados separados ou em conjunto. O mecanismo da Face mostra uma velocidade combinando proeminente, que lhe confere especial indicação para sistema com base de dados de largas escalas.
Mais motores para outras modalidades biométricas estão disponíveis como add- ons SDK para MegaMatcher :
- Mecanismo de reconhecimento de íris – Disponível em VeriEye SDK 2,2 como um add-on para MegaMatcher 3.1 SDK .
- Mecanismo de reconhecimento Palmar (Palm print) – Disponível em MegaMatcher Palm Print Add-on.
MegaMatcher 3.1 SDK inclui o software do SERVER para sistemas multi-biometrico local, CLUSTER software para o desenvolvimento de produtos multi-biométricas em grande escala, e um jogo de componentes de tarefas específicas valiosas.

Fonte: FingerSec

Oct
19
2010
-

19º CNASI revela tendências do mercado de auditoria de TI

19º CNASI

19º CNASI

Começa hoje a 19ª edição do CNASI, Congresso Latinoamericano de Auditoria de TI, Segurança da Informação e Governança, maior evento internacional sobre o assunto que reunirá as melhores e mais importantes práticas mundiais de auditoria de TI, segurança da informação e governança. O evento acontece em São Paulo, entre os dias 19 e 21 de outubro.
Os temas discutidos no Cnasi seguem uma tendência do mercado de tecnologia que diz respeito ao investimento eminente das organizações em soluções voltadas para a segurança da informação. Pesquisa realizada pela consultoria Gartner com 1,5 mil organizações mundiais, apontam que gastos com segurança ficam em torno de 5% do total do orçamento de TI. Quando considerados os gastos com segurança, a maior parte (37%) é direcionada a recursos humanos, enquanto que 25% são investidos em software, 20% em hardware, 10% em outsourcing e os demais 9% em consultoria.
Segundo o estudo, os motores mais comuns para alavancar os gastos são, na ordem, ataques maliciosos, crime virtual, regulamentação, acesso remoto e novos modelos de entrega de serviço, como computação em nuvem e software como serviço.
Dentro deste contexto, o evento promete reunir cerca de dois mil participantes – congressistas, palestrantes e expositores –, que irão discutir este mercado em uma programação voltada para CEOs, CIOs, CFOs, CSOs, Auditores, Analistas, Gerentes e Supervisores de Redes, Infraestrutura, Sistemas, Governança e Compliance.

Temas de destaque:

Marco Civil da Internet – O desenrolar do Projeto de Lei que foi colocado em discussão no início de 2010 para a sociedade brasileira, a fim de regulamentar o uso da Internet no país será o tema do painel de abertura do 19º CNASI, que conta com palestrantes como Dr. Coriolano Aurélio de Almeida Camargo Santo; Julio Semeghini, Deputado Federal; e Guilherme Alberto de Almeida, Chefe de Gabinete da Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça.
O projeto, que continua em aberto no Ministério da Justiça, prevê o Marco Civil da Internet como uma proposta de lei para determinar direitos, responsabilidades e diretrizes no uso da rede no Brasil. O objetivo é que a legislação reconheça a natureza e os princípios da web, também apresentando diretrizes para a atuação do Estado.

Pesquisa inédita – O principal destaque do evento também será a divulgação do estudo inédito “IBM Global IT Risk Study 2010”, realizado pela IBM que aponta como os riscos são encarados pelas principais empresas do mercado de acordo com mais de 500 líderes de segurança do mundo todo. A pesquisa será apresentada por Eduardo de Castro Abreu, gerente de
Vendas de Segurança da IBM Brasil.

Relatório Global mede fraudes com cartão de crédito – Celso Hummel, engenheiro eletrônico e especialista em segurança da informação na internet, irá abordar o assunto com base no Relatório Global de Segurança e Riscos de 2009 da SpiderLabs, que destaca, entre outros dados, que 38% das fraudes com cartão de crédito acontece nas redes hoteleiras.
Além disso, o especialista que também tem experiência como pesquisador convidado do Laboratório de Análise e Arquitectura de Sistemas (LAAS) de Toulouse, na França, vai dar dicas de como as empresas devem se preparar para evitar que este tipo de fraude aconteça.

Biometria – Com base nos testes do uso da biometria nas eleições de 2010, o Cnasi discute a segurança desta ferramenta que é tendência no mercado de tecnologia. Na palestra “Segurança da informação: desafios para a próxima década!”, Marcelo Bellini Garcia, Vice President Sales Banking and IAM Americas, irá debater sobre o controle de acesso lógico e físico com autenticação forte por meio da biometria.

Modelo integrado para monitoramento de fraudes – O especialista em auditoria de TI, Ricardo Castro, presidente da Information Systems Audit and Control Association (ISACA-SP), apresenta modelo integrado para gestão dos riscos de fraudes corporativas, que pode prevenir falhas, fraudes e ataques. Estes modelos orientam o desenvolvimento de softwares de forma segura, assim como ações de gestão de mudanças.

O 19º Cnasi conta ainda com apresentações de trabalhos e pesquisas de acordo com os macrotemas definidos, como Governança: sustentabilidade e planejamento estratégico; Enterprise Risk Management (ERM): riscos e vulnerabilidade, segurança da informação e monitoração, além de Compliance, Auditoria e Forensis: auditoria de TI, computação forense, e normas e legislações.
“O congresso tem como objetivo atualizar e capacitar todos os profissionais com abordagens de tendências na área para o participante ter uma visão abrangente das questões e, principalmente, das soluções relacionadas ao tema”, afirma Fábio Lazzarini, diretor executivo do IDETI, empresa responsável pela organização do evento.

Fonte: Convergência Digital

Oct
18
2010
-

Semáforos inteligentes auto-organizam-se para evitar congestionamentos

Gráfico de semáforos inteligentes

Gráfico de semáforos inteligentes

Um grupo de engenheiros alemães e suíços criou um sistema de semáforos inteligentes que promete diminuir engarrafamentos e economizar combustível sem limitar a mobilidade dos motoristas.
Segundo Stefan Lämmer, da Universidade de Dresden, na Alemanha, e Dirk Helbing, do Instituto ETH de Zurique, na Suíça, seu sistema de controle de tráfego é realmente “verde” e permitirá que os motoristas parem menos e que as cidades melhorem seu meio ambiente.

Temporização aleatória

Os pesquisadores afirmam que é possível reduzir os congestionamentos alterando radicalmente a forma como os semáforos são controlados.
O paradigma atual estabelece que os semáforos devem alternar ciclicamente entre verde e vermelho de forma regular e absolutamente previsível. “Mas esta ideia é desnecessariamente restritiva,” afirmam os engenheiros.
Semáforos que sigam padrões cíclicos menos ordenados serão muito mais eficientes, segundo eles, reduzindo o tempo das viagens e tornando os congestionamentos muito menos frequentes.
Hoje, os engenheiros de tráfego ajustam a temporização dos semáforos seguindo os padrões do tráfego verificados no passado recentes – nos últimos meses ou nas últimas semanas. Isto implica, por exemplo, que as luzes verdes ficam acesas mais tempo nas vias principais durante os horários de pico.
Contudo, esses ajustes estão sendo feitos cada vez mais espaçadamente porque o recálculo dos tempos dos semáforos de uma cidade média já exige o trabalho de um supercomputador.

Semáforo inteligente

A solução encontrada por Lämmer e Helbing é passar a responsabilidade da temporização para o próprio semáforo.
Apesar de ser semáforo inteligente, os pesquisadores apontam que a capacidade de processamento exigida para cada um deles é mínima, bastando serem capazes de seguir algumas regras operacionais simples e contarem com mecanismos para ajustar automaticamente seu tempo de funcionamento – além dos sensores para detectar o fluxo de veículos.
Para evitar que uma via receba um tráfego acima de sua capacidade, uma causa primária de congestionamento, os semáforos usam seus sensores para alimentar um sistema de controle de tráfego que é um meio-termo entre um sistema centralizado e um sistema totalmente descentralizado, com os semáforos formando uma rede para tomar decisões para o tráfego em escala regional.
Essa topologia permite que o sistema calcule o fluxo de veículos esperado para cada via nos próximos minutos, alterando automaticamente, e de forma coordenada, a temporização do verde e do vermelho para aliviar a pressão esperada.
“Com um chip simples”, segundo os pesquisadores, pode-se dispensar os sistemas de cálculo central – cada semáforo, recebendo as informações que lhes são afetas, pode decidir sozinho o que fazer.

Auto-organização e caos

Em suas simulações, os pesquisadores verificaram que a regra simples de alterar o tempo entre o verde o vermelho não é suficiente – muitas vezes, as luzes se adaptam demais. Ao permanecer verde por muito tempo quando recebem um aumento de tráfego, os semáforos acabam atrapalhando o trânsito mais à frente.
A solução não é um supercomputador: basta dar a cada semáforo as informações daqueles que lhe são mais próximos, tanto a montante quanto a jusante.
Trabalhando juntos e monitorando as filas de veículos ao longo de segmentos significativos das vias, os semáforos atingem um estágio de auto-organização e de fato minimizam a ocorrência de engarrafamentos.
Apesar da simplicidade tanto do hardware quanto das regras a serem seguidas, o sistema funciona incrivelmente bem. As simulações feitas em computador demonstraram que esse sistema possibilita tanto uma redução no tempo de espera em cada semáforo, como uma redução geral no tempo das viagens.
Uma das maiores surpresas, contudo, é que toda essa melhoria emerge com os verdes e os vermelhos dos semáforos operando de forma aparentemente caótica, sem seguir nenhum padrão regular.

Aproveitando os vazios

A chave do sucesso do sistema de semáforos inteligentes, segundo os pesquisadores, é que o controle não tenta responder às flutuações naturais no fluxo de tráfego impondo um ritmo definido.
Em vez de se concentrar no excesso de veículos em alguns momentos – o item a que mais se presta atenção quando o assunto são engarrafamentos – o novo sistema organizou-se para usar os vazios surgidos aleatoriamente no tráfego.
Essa estratégia permitiu uma redução no tempo de espera nos semáforos entre 10 e 30 por cento, assim como uma variação, embora menos previsível, no tempo total das viagens.
Outro detalhe nada desprezível para os motoristas: os semáforos inteligentes eliminam o irritante problema da espera excessiva nos cruzamentos sem que nenhum carro passe na outra direção porque o semáforo é ajustado para os momentos de grande tráfego.
Nas vias de menor tráfego, o sistema é capaz de mudar para verde para atender veículos individuais vindos em direções diferentes.
Os primeiros testes do novo sistema serão feitos na cidade de Dresden.

Fonte: Inovação Tecnológica

Sep
09
2010
-

Sistema RFID permite a identificação de produtos piratas

Tag RFID para controle de mercadoria

Tag RFID para controle de mercadoria

Duas companhias norte-americanas – Verayo e SkyeTek – desenvolveram um sistema que permite às empresas e consumidores combater a pirataria. Trata-se de uma autenticação RFID de baixo custo que poderá ser implantada nos produtos e que identificará – a partir do uso de um leitor – se determinado produto é ou não falsificado.
A Verayo é a responsável pelo desenvolvimento e introdução dos chips nos produtos. Já a SkyeTek desenvolveu os leitores destes chips. Caso o produto seja falso, o componente emitirá uma luz vermelha. Caso seja autêntico, essa luz será verde.
A aplicação é resultado do uso inteligente de tecnologias simples, mas eficazes. A Verayo desenvolveu uma técnica chamada biometria de silício, algo semelhante à identificação de impressões digitais, e que consegue criar uma tag segura e que não pode ser clonada, ainda que cada chip criado por uma empresa apresente diferenças teoricamente indetectáveis.
O RFID da Verayo usa essas diferenças para identificar cada chip de maneira exclusiva e o leitor da SkyeTek – do tamanho de uma caneta – se encarrega de detectar essas “impressões”.
O sistema será testado para certificar a autenticidade de medicamentos enviados à África. Por enquanto, ambas as empresas trabalham com exclusividade com a GLOBALPCCA, uma associação farmacêutica que luta contra falsificações de remédios. No entanto, o uso da ferramenta para outros produtos não está descartado.

Fonte: IDG Now

Aug
31
2010
-

Atentos às novidades tecnológicas, lojistas vão discutir pagamentos via celular e biometria

Biometria pela íris

Biometria pela íris

Empresários do setor de varejo têm buscado maneiras de fazer com que seus clientes passem mais tempo escolhendo o que comprar do que parados em filas, em frente a terminais eletrônicos de pagamentos.
A ideia é trazer para o Brasil tecnologias que começam a ser adotadas de forma experimental em países da Ásia e nos Estados Unidos, onde já é possível utilizar o celular e os olhos, por meio da identificação biométrica, como forma de pagamentos em compras.
O assunto vai ser discutido no Congresso de Cartões de Crédito ao Consumidor, que ocorre entre 31 de agosto e 3 de setembro, em São Paulo. Além de lojistas, participam do encontro representantes das empresas de meios de pagamento eletrônico Percival Jatobá (Visa), Alexandre Magnani (MasterCard) e Eduardo Chedid (Cielo), além do presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, Roque Pellizzaro Júnior.

Autor: Deco Bancillon, de Brasília
Fonte: Colunista IG

Written by AcessoP in: Tecnologia |
Aug
31
2010
-

Dígitro Desenvolve Biometria de Voz para Aplicações de Inteligência e Negócios

Tecnologia de Reconhecimento de Voz

Tecnologia de Reconhecimento de Voz

A Dígitro Tecnologia, tradicional desenvolvedora brasileira de soluções de Inteligência, TI e Telecomunicações, desenvolveu um sofisticado sistema de biometria de voz, utilizado para a identificação precisa de indivíduos a partir de suas características vocais e hábitos de locução.
Empregado originalmente em plataformas de inteligência da Dígitro – entre elas a solução Guardião, que equipa sistemas de inteligência e investigação policial em todo o território Brasileiro – a biometria vocal poderá ser empregada também em aplicações de reconhecimento e controle de acesso a dados e serviços das soluções de redes e TI desenvolvidas pela empresa.
Para o desenvolvimento da tecnologia biométrica, a Dígitro teve como ponto de partida um longo histórico de pesquisas que a empresa vem empreendendo. Desde 1996, a empresa financia pesquisas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em sistemas de reconhecimento de fala que são aplicados para o acionamento de comandos a partir de ordens vocais.
“A inclusão do traço biométrico neste tipo de aplicação representa uma evolução que une a praticidade à alta segurança, o que habilita a homologação das nossas soluções de voz para a utilização em sistemas altamente críticos, como operações financeiras por voz ou o acesso a dados confidenciais nas empresas”, assinala Geraldo Faraco, Presidente da Dígitro.
Diferente de outros sistemas de prova biométrica, como a leitura de íris, da impressão digital ou do mapeamento das veias da mão, que vêm sendo largamente utilizados, a biometria de voz tem a vantagem de dispensar a presença física do indivíduo no local, podendo ser colhida à distância, através de ligação telefônica. Com isto, o método de identificação é ideal para aplicações em sistemas que utilizam o comando de operações via URA (unidades de resposta audível) ou em soluções de investigação, como é o caso dos sistemas que a Dígitro tradicionalmente fornece para os órgãos de segurança pública.
Só nos últimos três anos, a Dígitro investiu cerca de R$ 2,2 milhões em seus laboratórios de fonética aplicada e em tecnologias como conversão de texto em fala e vice-versa. A empresa é também uma das poucas do País a dominar tecnologias de análise com base em inteligência artificial para aplicações como CRM analítico, análise georreferenciada e algoritmos de correlação de informações de negócios.

Sobre a Dígitro
A Dígitro é uma empresa genuinamente brasileira com mais de 30 anos de mercado no setor de telecomunicações. Pioneira no desenvolvimento de soluções para este fim, destacou-se como empresa inovadora, com a criação do sistema Teledespertador e a plataforma de Comunicação CT (Computer & Telephony), que integra telefone e computador em uma só máquina. Seu amplo portfólio de soluções agrega, ainda, serviços de Infraestrutura de TI e aplicações de inteligência corporativa e investigativa, complementando sua base de clientes atuantes nos mais diversos nichos de negócio, que vão desde empresas privadas e operadoras de telefonia, até instituições e órgãos governamentais, incluindo agências de Segurança Pública às quais a Dígitro fornece o Sistema Guardião, peça chave de maior utilização no combate ao crime organizado no Brasil e também já sendo fornecido a outros países. A Dígitro investe em inovação, desenvolvendo tecnologia em parceria com centros de pesquisa como a UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina. Presente em todo o Brasil e em 11 países da América Latina e África, a Dígitro tem qualidade reconhecida pelas certificações ISO 9001 e a TL 9000, norma específica para o mercado de telecomunicações. Além disso, tem sede própria, em planta de edifícios que incorporam os mais modernos conceitos de sustentabilidade, e é patrocinadora única do Educando com Música, projeto social que leva à comunidade rural da Grande Florianópolis uma educação musical de qualidade. Saiba mais sobre a sede da Dígitro em www.digitro.com/sustentabilidade.

Dígitro Tecnologia Ltda.

R. Profª Sofia Quint de Souza, 167 – Florianópolis – SC – 88085-040
Tel.: (48) 3281-7051 – Fax.: (48) 3281-7299
www.digitro.com

Fonte: SEGS

Aug
27
2010
-

Confira dicas para escolher o smartphone ideal

Smartphones

Smartphones

Conceitualmente, smartphones são aparelhos que agregam diversas funcionalidades, como acesso rápido a internet, instalação de aplicativos, câmera digital e diversos meios de conectividade, bluetooth, wireless, infravermelho, USB e afins. O hardware também é um diferencial, pois os aparelhos precisam suportar diversos aplicativos instalados e suas funcionalidades. Não é tão errado afirmar que um smartphone é um computador de mão, pois tem a potência de hardware equivalente de computadores de 7 ou 8 anos atrás, ou seja, bastante capacidade de processamento e de memória.

Tela
A tela é definitivamente uma variável muito importante na hora de escolher seu aparelho por alguns motivos. O primeiro deles é a sensibilidade ao toque, que possibilita uma maior interação do usuário com o aparelho, deixando as tarefas mais rápidas. As telas sensíveis geralmente ocupam todo o aparelho e, por consequência, estes têm tela maior com ótima resolução e ideal para visualizar documentos, planilhas e assistir vídeos.
Neste quesito, destacam os aparelhos iPhone da Apple e os aparelhos da HTC (Nexus One ou mais novos) rodando Android do Google. Já lidei com diversos aparelhos com telas sensíveis ao toque, mas esses se destacam.
Se você tem dedos “largos”, com dificuldade de lidar com botões pequenos, é preferível ter um telefone com tela sensível ao toque. Em contrapartida, falta a sensação de “apertar botão”.

Teclado
Caso o aparelho não tenha tela sensível, o teclado é um fator importante a ser considerado. Existem modelos de smartphones que tem teclados alfanuméricos no formato QWERTY, ou seja, com as teclas na mesma posição que em um computador de mesa ou notebook, o que agiliza a digitação. Porém, se você tem dedos mais grossos ou a mão “gordinha”, a digitação é um pouco difícil em alguns aparelhos.
Pensando nisso, alguns modelos, como o Motorola Dext, vêm com um teclado maior embutido. Nesses aparelhos, o tamanho das teclas é maior, melhorando a experiência ao digitar. Além disso, ele também tem tela sensível ao toque, dispondo o melhor dos dois mundos ao usuário.
Dica: teste sempre o teclado do aparelho, veja se a digitação é confortável. Esse fator deve ser levado em conta na compra do aparelho se você pretende realmente usar todas as funcionalidades do aparelho, principalmente mandar e-mails ou mesmo redigir textos curtos.

Smartphones versões tela e teclado

Smartphones versões tela e teclado

Duração da bateria
É importante se atentar a essa variável, que é determinante no uso do aparelho. Claro que o consumo de bateria depende da intensidade de uso, entretanto existem alguns pontos a serem observados. Se o aparelho carrega a bateria usando a porta USB, algo importante se você não costuma andar com o cabo de força do aparelho é se essa porta UBS é proprietária ou padrão (mini-USB), facilitando o carregamento.
Nesses casos, recomendo sempre conferir no manual do aparelho a duração da bateria de acordo com as condições de uso (uso de rede 3G aumenta o consumo, uso de Bluetooth também e assim por diante). Também recomendo conversar com proprietários de aparelhos para se informar sobre a duração das baterias. Fóruns de discussão também são uma fonte riquíssima de informações e devem ser levados em conta.
Outra variável importante é saber se o aparelho consegue carregar a bateria pela porta USB (aparelhos que usam o mesmo conector para USB e carregador têm essa funcionalidade). Parece um detalhe bobo, mas quando se está sem o cabo de força e a bateria está no fim, o cabo USB ligado ao PC “salva sua vida”.

Memória
Um dos usos desses aparelhos é lidar com documentos, e-mails e arquivos multimídia (som, vídeo e fotos), e para ter tudo isso no aparelho é preciso saber duas coisas: Quanto de memória ele tem e se você pode expandir esse valor. Geralmente, os aparelhos vêm com uma memória interna baixa, na casa dos MB e com cartão de memória removível com capacidade na casa dos GB. Outros aparelhos vêm com memória interna na casa dos GB, porém sem expansão, como é o caso do iPhone.
Se você quer transformar seu celular em uma “estação multimídia”, com filmes e músicas, a capacidade de armazenamento é vital. Se você quer um smartphone para e-mails e documentos de trabalho, eventualmente alguma foto ou vídeo, a capacidade do aparelho não é um fator tão importante na hora de compra, visto que a grande maioria dos modelos vem com memória (interna ou por cartão na casa dos GB).

Sistema operacional
A disputa aqui também é grande e deve ser pesada pelo usuário na hora de escolher seu aparelho. Hoje, o mundo dos celulares não compartilha do mesmo monopólio dos computadores (de mesa ou portáteis), com domínio da Microsoft.
Algumas marcas como Apple, Nokia e BlackBerry têm seus próprios sistemas operacionais, sendo que os dois primeiros têm um número maior de aplicativos disponíveis na internet para instalação nos aparelhos. No universo Apple, muitos aplicativos são pagos e estão bem organizados na Apple Store. Os aplicativos para Symbian podem ser encontrados em diversos sites especializados, alguns são pagos mas existe um bom número de gratuitos.
Alguns marcas adotam sistemas operacionais de terceiros, como o Windows Mobile, que logo será substituído pelo Windows Phone, e também o Android, do Google. O Windows Mobile traz o inconfundível botão do iniciar do Windows e pode ser uma opção interessante para quem gostaria de ter no telefone uma experiência parecida com a que tem no computador de mesa.
O Android é o caçula desses sistemas, mas não deixa nada a desejar, principalmente no repositório de aplicativos. Infelizmente, ainda não é um aparelho muito usado em terras brasileiras – parte pelo custo dos aparelhos e parte por não existirem por aqui muitos modelos que o utilizem.

Comunidade
Pode parecer estranho pensar em comunidade na hora de escolher seu próximo celular, mas é uma variável que considero importante. A existência de pessoas dedicadas a estudar e sugerir melhorias nos aparelhos, desenvolver aplicativos e dar dicas de uso pode ajudar muitos usuários a usar de forma mais eficiente e eficaz seus aparelhos. Pesquisar na rede por fóruns e comunidades dedicadas ao aparelho (ou a marca) e participar delas leva ao usuário uma vasta gama de informações.
Câmera
Praticamente todos os aparelhos têm câmera, o que o usuário precisa se preocupar é com a resolução dessas câmeras caso vá usar o aparelho para fotografar. Eu considero como diferencial o aparelho ter uma câmera frontal que possibilite videochamada, algo que ainda não é popular no Brasil, mesmo porque as operadoras não permitem esse tipo de chamada entre elas (é possível fazer essa ligação entre aparelhos de uma mesma operadora, com uma tarifa diferenciada).

Por Fernando Panissi
Fonte: G1

Aug
27
2010
-

Celular Porsche Design

Celular Porsche Design

Celular Porsche Design

Você é ligado em design e marcas badaladas?
Então dê uma olhada no celular P’9522 Black Edition da Porsche Design.
Só a descrição já assusta…Em linhas retas, forma purista enfatizada através de uma combinação de alumínio anodizado preto mate com vidro mineral preto. A capa é moldada a partir de um bloco de alumínio sólido, uau!
Na parte tecnológica, obviamente um celular que custa 4.250 reais vem com o que há de bom.
Um diferencial que me chamou atenção é um sensor que permite que as impressões digitais sejam lidas, garantindo um segurança biométrica na utilização do aparelho.
Chega com exclusividade no dia 15 de agosto na inauguração da loja da marca no Shopping Iguatemi em São Paulo.
Luxo para poucos, realmente.

por Osmar Lazarini
Fonte: Portal Exame

Aug
26
2010
-

Em testes, urnas biométricas aumentam tempo de votação para cinco minutos

Urna Biométrica

Urna Biométrica

Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) se depararam com problemas nas urnas biométricas em pelo menos sete estados do país durante a simulação das eleições realizada no fim de semana na maior parte do território nacional. A dificuldade, verificada na identificação da impressão digital de eleitores, aumentou a média de tempo de votação para cinco minutos.
Em Balsa Nova, no Paraná, só um dos 14 eleitores que participaram do teste teve a digital identificada na primeira tentativa. Seis pessoas conseguiram votar depois de algumas investidas com o leitor biométrico e outras sete não foram reconhecidas pelo sistema. Em outros estados, existem relatos de que a dificuldade se deu por inexperiência dos mesários, que não posicionaram corretamente o dedo do eleitor.
De acordo com o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, o “não conhecimento” dos eleitores atingiu o índice de 40% em todo o país. “Investigamos a causa e descobrimos que o leitor comparava a impressão digital com o dedo errado. O problema ocorreu na geração dos arquivos, mas já foi resolvido”, explicou. Segundo ele, não haverá risco de falhas no dia das eleições. “O simulado serve para isso, para corrigirmos as não conformidades.”
Em 2008, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) utilizou pela primeira vez a urna biométrica, equipamento que processa o voto a partir da identificação da impressão digital do eleitor. A inovação foi experimentada com sucesso em três cidades: Colorado do Oeste (RO), Fátima do Sul (MS) e São João Batista (SC). Agora, em 2010, serão 65 municípios, de 24 estados, com votação totalmente biométrica. Para isso, mais de um milhão de eleitores foram previamente cadastrados pela Justiça Eleitoral, que colheu as digitais de quatro dedos de cada eleitor (os polegares e os indicadores). A ideia do TSE é que até 2018 o Brasil tenha a eleição 100% biométrica.
A inovação tenta dificultar fraudes, já que para votar o eleitor terá de fazer o reconhecimento digital. Com o novo sistema, as eleições devem ganhar mais agilidade. O sistema também diminui o número de mesários nas votações. Caso o mesário tenha dúvidas com relação ao eleitor ou a digital não seja reconhecida pelo leitor biométrico, há a opção de se fazer a verificação a partir da foto impressa na folha de votação. A votação biométrica, no entanto, não elimina a necessidade de o eleitor portar um documento de identidade e o título de eleitoral no dia do pleito.

Fonte: Correio Braziliense
Por: Diego Abreu

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