Feb
27
2011
-

CPqD investe R$ 8,8 mi em laboratório para teste de RFID

CPqD

CPqD

Ambiente atuará no desenvolvimento, teste, simulação e integração das aplicações de identificação por radiofreqüência a redes de sensores, de biometria e de comunicação sem fio.

O CPqD inaugurou nesta sexta (4) o Laboratório de Estudos e Aplicações em RFID, tecnologia de identificação por radiofreqüência. O ambiente, segundo os diretores da empresa, é o único no Brasil que possui uma câmara semianecóica. A inauguração aconteceu na sede do CPqD em Campinas, no interior de São Paulo, e contou com a presença do presidente da instituição, Hélio Graciosa, do Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e diversas autoridades.
O laboratório começou a ser montado em junho de 2009 e contou com o apoio do Fundo Nacional de Desenvolviemnto Científico e Tecnológico (FNDCT), do MCT e da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). O valor total do investimento foi de R$ 8,8 milhões, sendo R$ 8 milhões vindo das parcerias e R$ 800 mil do CPqD.
“Esse será um laboratório nacional de referência, onde vai concentar ainda mais investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Na história da evolução de tecnologia no Brasil, o CPqD tem um papel decisivo”, disse Mercadante.
Infraestrutura e Serviços
A câmara semianecóica presente no Laboratório é revestida internamente por placas absorsoras e simula um ambiente aberto, mas sem interferências eletromagnéticas externas. Portanto, será possível medir sinais de radiofrequência livres de interferências.
O Laboratório de Estudo e Aplicações em RFID fará três tipos de análises. O teste e medição de radiofrequência (RF) será destinado a verificar se os dispositivos RFID (leitores e etiquetas) estão em conformidade com os padrões do mercado. Outro tipo de estudo permitirá verificar se as etiquetas e leitores RFID estão de acordo com os padrões da EPCglobal, entidade responsável pela implementação do Código Eletrônico de Produtos (EPC).
Além disso, o laboratório atuará no desenvolvimento, teste e simulação de aplicações baseadas nessa tecnologia, em diversos segmentos e cenários. Isso envolve a integração da aplicação RFID com outras tecnologias, como redes de sensores, biometria e redes de comunicação sem fio.
“Nós do CPqD estamos muito honrados de termos sido escolhidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pela Finep para ser a sede desse laboratório de referências em RFID”, disse Graciosa. Segundo o presidente, a criação do laboratório é um reflexo do crescimento na área de tecnologia do Brasil.

Fonte: IPNEW
Escrito por Thamires Costa

Jan
27
2011
-

Biometria no Controle de acesso físico

Fechadura Biométrica D-LOCK DL1500 com capacidade para até 100 digitais

Fechadura Biométrica D-LOCK DL1500 com capacidade para até 100 digitais

Controle de acesso físico é o tipo de aplicação onde o acesso a um espaço físico ou uma propriedade como uma área, prédio, sala, container, armário, carro, casa, garagem, cofre, etc é controlado e somente pessoas autorizadas são permitidas nesses locais.
Normalmente esse acesso é assegurado via um token, uma chave ou cartão, mas os tokens estão muito aquém da necessidade de pessoas e empresas, pois não fornecem atributos básicos como segurança, conveniência, não-repúdio.
A biometria pode verificar ou identificar indivíduos entrando ou saindo de uma área, num determinado momento e complementar ou substitui completamente chaves, senhas, cartões ou outros tipos de tokens.
A biometria oferece segurança, pois não pode ser roubada como uma chave ou um cartão; oferece conveniência, pois não pode ser perdida e oferecia não-repúdio pois coloca a pessoa efetivamente onde sua biometria foi utilizada.
Nas escolas o controle de acesso biométrico permite o acesso somente a pessoal autorizado, pais e alunos, além de registrar todos os acesso para futura verificação em caso de problemas. Nos estádios a venda de ingresso condicionado ao cadastro biométrico elimina o problema com atravessadores e permite aos estádios barrarem arruaceiros baseado em uma lista negra. Locais como usinas nucleares, armazéns de armas, bancos, instalações militares e companhias em geral preocupadas com sua segurança recentemente veem implantando controle de acesso com biometria.
Independente do nível de segurança exigido, não existe ambiente onde o controle de acesso biométrico não pode ser utilizado e com os custos decrescentes o potencial de substituir sistemas legados e de implantação em novos ambientes é enorme.
É importante levar em conta na hora da aquisição, a quantidade de pessoas que irá utilizar o sistema. Equipamentos para o uso pessoal ou para uma familia, como uma fechadura eletrônica, podem ser mais simples enquanto os equipamentos para uso em empresas deve ser robustos, fáceis de usar e ter boa acurácia, além de suportar o cadastro de centenas e até milhares de pessoas.

O Terminal de controle de acesso Virdi AC6000, pode ser usado no modo online e offline

O Terminal de controle de acesso Virdi AC6000, pode ser usado no modo online e offline

Os controles de acesso biométricos podem também ser classificados quanto a sua conectividade como stand-alone e em rede. Os sistemas stand-alone por não possuirem integração são interessantes para aplicações de baixo custo com 1 ou poucos terminais de acesso. Quando o sistema de acesso envolve muitos terminais biométricos, a ligação em rede a um servidor central é muito importante pois permite o cadastro, administração e auditoria centralizada, além da integração com os sistemas de segurança e TI da empresa.
A integração entre o controle de acesso físico e o controle de acesso lógico é uma evolução desses sistemas e já está começando a acontecer. A possibilidade de efetuar o cadastro e gerenciamento biométrico centralizado para uso nos dois sistemas (físico e lógico) se traduz em redução de custos, aumento na segurança e comodidade para os usuários.
Na implantação de um sistema biométrico de controle de acesso, é preciso estar atento a alguns parâmetros chave. Numa empresa normalmente todas as pessoas tem o mesmo horário de trabalho então é possível que o sistema tenha que processar um grande fluxo de pessoas em um intervalo de tempo pequeno. Outro fator importante é a existência de uma alternativa para a biometria para os casos de não reconhecimento.

Fonte: Fórum Biometria

Jan
04
2011
-

Biometria – Você é a Chave

Tipos de Biometria

Tipos de Biometria

Biometria é o estudo das características físicas e comportamentais dos seres vivos. A Biometria têm sido bastante estudada nas últimas décadas para garantir segurança no meio digital. Algumas características biométricas dos seres vivos tendem a serem únicas a cada indivíduo, ou no mínimo a probabilidade de se encontrar um individuo idêntico é bastante remota.

Hoje a biometria é utilizada desde identificação criminal, até o controle de acessos a sistemas e locais.
Um
sistema Biométrico em geral funciona da seguinte maneira:

1º passo: É feito um procedimento para coleta das características de cada individuo de acordo com o tipo de sistema Biométrico pré-estabelecido pela empresa.
2º Passo: Um software com algorítimo matemático irá mapear os principais pontos da característica extraída. Após a análise do software será gerado um “Template” com as características individuais do indivíduo que estará relacionado a sua identificação. Esse Template será armazenado no banco de dados do sistema.
3º Passo: A verificação da identidade do indivíduo será feita através da extração de uma nova amostra da característica e a comparação com o Template já pré-armazenado no sistema.

Durante o processo para adoção de um sistema Biométrico por uma empresa, vários fatores são levados em consideração. Dentre a eles a Confiabilidade, a possibilidade da característica adotada variar com o tempo, a possibilidade da característica adotada variar com as condições de saúde ou mesmo condições emocionais, é preciso considerar também se a técnica é invasiva ou não, dentre outros fatores. Os principais padrões biométricos adotados hoje em dia são:

Biometria Digital

Biometria Digital

Impressão Digital: Por volta do 6º mês de gestação as impressões digitais se formam na ponta dos dedos do feto. Essas linhas formadas pela elevação da pele irão acompanhar a pessoa por toda a sua existência sem apresentar grandes mudanças. É um método utilizado a mais de mil anos. Apesar de ser um método bastante utilizado, estima-se que entre 5 e 10% da população mundial não possui impressão digital com um nível de amostragem suficiente para gerar um cadastramento.


Biometria Facial

Biometria Facial

Reconhecimento Facial: Identificar um indivíduo através da análise da face é um processo complexo. A idéia está em utilizar um programa que mapeia a geometria e as proporções da face. Pontos como a distância entre os olhos, distância entre boca nariz e olhos, distância entre os olhos e o queixo, entre outros, são examinados de modo a extrair uma combinação única para identificar o indivíduo. Uma de sua falhas consiste no fato de que diferentes angulações da posição do rosto em relação a câmera podem gerar uma discordância na comparação do software.


Biometria da Íiris

Biometria da Íiris

Identificação da Íris: Entre o 7º e o 8º mês de gestação se forma o tecido que reveste a íris. Até mesmo gêmeos idênticos possuem características próprias da íris. Com um tamanho de cerca de 11mm a íris proporciona por volta de 266 pontos únicos de identificação, e como a íris está protegida atrás da córnea a probabilidade de danos ao tecido é mínima. A probabilidade de haver dois individuos com íris semelhantes é de 1 em 2,9 bilhões. Sua desvantagem é que é considerada uma técnica invasiva uma vez que a comparação é feita através de um feixe de laser que incide direto nos olhos do indivíduo.

Biometria - Reconhecimento da Voz

Biometria - Reconhecimento da Voz

Reconhecimento da Voz: O reconhecimento da voz funciona através da dicção de uma frase que funciona como senha. O som da voz humana é causado pela ressonância e comprimento das cordas vocais, o formato da boca e as cavidades nasais. Quando se fala cria-se vibrações no ar. O conversor analógico-digital traduz essas vibrações em sinais digitais. O sistema ainda filtra o som para remover ruídos indesejados. Como desvantagem esta técnica pode-se destacar o fato da pessoa adquiria algum tipo de doença que afete o timbre da voz, por exemplo um resfriado, ainda existe o caso de pessoas com timbres de voz parecidos serem confundidas pelo equipamento.


Biometria da Retina

Biometria da Retina


Identificação da retina: A retina, parede do fundo do olho, possui características ímpares formadas por um
conjunto de vasos sanguíneos que criam um desenhomuito parecido com mapas hidrográficos. O padrão de vasos sanguíneos da retina é a característica com maior garantia de singularidade que uma pessoa pode possuir. O processo consiste em mapear a posição das veias sanguíneas. Infelizmente pesquisas médicas mostram que algumas doenças podem com o tempo modificar as características da retina.


Fonte: Papo Nerd

Dec
13
2010
-

LaCie Rugged Safe garante segurança com dispositivo de biometria

Laclie Rugged Safe, o HD com biometria

Laclie Rugged Safe, o HD com biometria

São Paulo, dezembro de 2010 – Para atender a demanda de empresas que buscam por sistemas de segurança que evitam a fuga de suas informações, a Superkit Distribuidora traz ao mercado o LaCie Rugged Safe, uma solução de armazenamento móvel de dados com criptografia por hardware que permite acesso a até 10 usuários, a partir de autenticação biométrica.
Recente pesquisa apresentada pela KPMG, ‘A Fraude no Brasil 2009?, apontou que em 68% do número de casos que levaram à perda de dados em empresas brasileiras em 2009, de tudo que foi roubado, nada jamais foi recuperado. O estudo mostrou ainda que entre os responsáveis pela violação de informações, em 61% estão os funcionários internos.
Diante de um cenário no qual o funcionário tem a permissão para transportar dados importantes e sigilosos da empresa, a solução LaCie Rugged Safe permite que o acesso as informações sejam totalmente restritas a colaboradores de maior confiança. A solução disponibiliza diversos níveis de proteção de dados, que englobam a
criptografia de hardware 128bits AES, tecnologia de autenticação biométrica que permite controle de dados personalizado com acesso limitado de usuário e gabinete à prova de choque.
O disco rígido Rugged Safe oferece praticidade de uso, pois não necessita de instalação de software e a autenticação biométrica é feita por apenas um toque do usuário. O produto conta ainda com múltiplas conexões como: porta USB 2.0 e FireWire 800/400, sendo compatível para os computadores Mac ou PC.
Segundo o diretor geral de operações da Superkit, Levi Salera, esta solução atende prontamente empresas de qualquer segmento e porte, pois é muito comum o armazenamento de informações corporativas em soluções móveis para serem apresentadas em reunião de negócios ou apresentação de novos projetos.
“Hoje em dia, o mercado apresenta uma gama de dispositivos móveis que permitem armazenamento de dados, mas que não garantem a segurança às empresas em diversos casos, como em perda ou roubo do equipamento. Com o LaCie Rugged Safe, as companhias estarão seguras quanto a estas e outras possibilidades de fuga de informações”, avalia Salera.
LaCie Rugged Safe – Características técnicas
Fabricante:
LaCie
Capacidade: 500GB
Dimensões: 90 x 28 x 145 mm
Onde encontrar:www.atera.com.br, www.kabum.com.br ou www.superkitb2b.com.br
Preço Sugerido: R$ 799,00
Sobre a Superkit
A Superkit é uma distribuidora de produtos de informática presente no mercado nacional desde 1994. Atenta às tendências mundiais e com o objetivo de disponibilizar produtos de qualidade comprovada a preços competitivos, a empresa especializou-se na importação e distribuição de acessórios e hoje conta com mais 10 marcas em seu portfólio. A busca pela qualidade dos produtos e serviços oferecidos aos parceiros tem aproximado a distribuidora das principais redes de varejo e ampliado sua capilaridade pelo país e hoje atua conta com cerca de 1.200 revendas ativas em todo o território nacional.

Fonte: PC Project

Dec
13
2010
-

Polícia Federal lança projeto piloto de novo passaporte

Passaporte com chip eletrônico

Passaporte com chip eletrônico

A Polícia Federal escolheu Brasília e Goiânia para implantar o Projeto Piloto de emissão do novo passaporte brasileiro com chip eletrônico, também conhecido como E-Passaporte, tecnologia já adotada por países da União Européia, Japão, Austrália e Estados Unidos.

A cor azul, padronizada para países do Mercosul, será mantida no novo passaporte, que terá um símbolo na capa indicando a presença do chip, que será inserido na contracapa, não ficando exposto e a leitura será feita por radiofrequência. A página com informações do passageiro ainda será enrijecida.

Além do Passaporte Comum, será implantado o novo modelo eletrônico também no Passaporte para Estrangeiro e Laissez-passer. Saliente-se que o lançamento do novo modelo de passaporte não invalida os anteriores ainda vigentes, não havendo necessidade de substituição antecipada dos mesmos.

O novo documento de viagem, emitido em Goiânia a partir de quarta-feira (08/12), será mais seguro que o atual, emitido desde dezembro de 2006, porque vai armazenar mais dados e terá fácil leitura no controle migratório. Constarão no chip informações do portador constantes dos dados impressos na zona de leitura mecânica da caderneta (MRZ), foto digitalizada e impressões digitais.

O novo passaporte brasileiro terá dois sistemas para controle de acesso às informações do chip, o BAC e o EAC. O primeiro sistema é o BAC (Basic Access Control) que tem o objetivo de garantir que as informações gravadas no chip só possam ser lidas mediante a disponibilização do passaporte por parte de seu portador. Após a leitura de dados impressos na zona de leitura mecânica (MRZ) no passaporte e conferência dessa informação com os armazenado no chip, estabelece-se uma sessão criptografada com chave simétrica entre o chip e o leitor. Esse sistema, por sua simplicidade, controla o acesso apenas às informações biográficas do portador e a imagem da fotografia de sua face, armazenadas no chip. Para o controle de acesso às biometrias consideradas mais sensíveis, é utilizado o mecanismo mais sofisticado, chamado EAC, descrito a seguir.

O EAC (Extended Access Control) foi criado para proteger as biometrias mais sensíveis que, no caso do passaporte brasileiro, é a biometria da impressão digital. Após o estabelecimento da sessão criptografada pelo processo de BAC, é feito o processo de Extended Access Control. A sessão do BAC é trocada por uma nova sessão gerada, mais robusta, e o sistema confere se as informações armazenadas realmente pertencem àquele chip, por um processo de desafio/resposta interno, no micro processador do chip. Após o Chip Autentication, o sistema confere a autenticidade dos dados armazenados no chip, por um processo chamado de Passive Autentication, em que é conferido se os dados do chip foram assinados pelo país emissor do passaporte. Em seguida entra-se no processo de Autenticação do Terminal (Terminal Autentication).

A Copa do Mundo de Futebol da FIFA de 2014 e as Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016 são dois grandes eventos internacionais que demandarão ao Governo Brasileiro uma solução de tecnologia adequada e eficiente. A solução do passaporte eletrônico com a inserção da tecnologia do chip vai ao encontro dessa solução, permitindo a inclusão da biometria no chip (foto e duas digitais), abrindo o caminho para a implementação de portais de auto-atendimento nos postos de controle migratório do País, os quais proporcionam maior dinamicidade ao fluxo de pessoas de uma forma mais segura, bem como economicidade de pessoal empregado na fiscalização migratória.

A necessidade de se implementar a tecnologia do chip nos passaportes com a máxima brevidade é em decorrência de mais brasileiros poderem utilizar os portais automatizados de controle migratório durante a realização dos eventos esportivos descritos acima, o que, a priori, reduzirá significativamente as filas nos postos de controle migratório.

Com a implantação da tecnologia do chip no passaporte estima-se que aproximadamente 5.000.000 (cinco milhões) de brasileiros portarão passaporte eletrônico em jul/2014, data da Copa do Mundo de Futebol, e poderão utilizar portais automatizados de atendimento nos principais aeroportos, resultando em economia de recursos para a fiscalização migratória, por meio do direcionamento de atendentes ao excepcional número de estrangeiros que demandarão o atendimento.

Nesse projeto piloto, o novo passaporte passará por avaliações em vários aspectos, tanto nos procedimentos quanto nos sistemas, assim, após as adaptações, a Polícia Federal lançará o novo passaporte nacionalmente.

Fonte: IPC Digital

Dec
06
2010
-

Estádios brasileiros terão “Big Brother” para conter baderneiros

Catraca Eletrônica a ser utilizado na Copa 2014

Catraca Eletrônica a ser utilizado na Copa 2014

A presença de baderneiros e cambistas nos estádios brasileiros tem tudo para ter vida curta nos próximos anos. É esse o grande serviço prestado por um sistema de monitoramento que já irá operar no Pacaembu e no Engenhão a partir de janeiro de 2011 e que pretende usar a tecnologia a favor da segurança. O produto, exposto na Soccerex Global Convention, feira de negócios de futebol realizada esta semana no Rio de Janeiro, é o que há de mais moderno para coibir atos ilegais.

Essa espécie de Big Brother funciona da seguinte forma: para adquirir ingressos, o torcedor precisará ter um cartão magnético onde será carregada a entrada ao estádio. Instranferível, a peça irá conter dados como o CPF do comprador, que precisará do cartão para acessar o estádio.
Ao se aproximar do local de acesso ao estádio, o torcedor estará sendo filmado com uma
câmera de alta definição acoplada à catraca. Essa imagem será atrelada ao cadastro, já que ele precisará do cartão magnético para passar na roleta. Leitores de biometria, que identificam pontos específicos do rosto da pessoa, ajudarão a detectar aquele que emprestar seu cartão a alguém, o que é terminantemente proibido. Em uma nova tentativa, o torcedor pode ser barrado.
“O objetivo é monitorar tudo o que está acontecendo e aí fazer com que o torcedor se sinta supervisionado. As imagens serão armazenadas e ficarão disponíveis para as autoridades. A partir do momento que começa a ter mais dados, você tem total controle sobre os torcedores”, explica Alexandre Mori, diretor da Axis, empresa que desenvolveu o produto em conjunto com a BWA.
Para que a ida ao estádio deixe de ser um sacrifício
Outra facilidade é que o fato de ter o cartão magnético irá condicionar o torcedor a comprar seu ingresso longe das apertadas bilheterias. Com ele, será possível adquirir a entrada ao estádio pela internet e em casas lotéricas, por exemplo, o que inibe a ação de cambistas.
Já se negocia para um futuro próximo outro avanço significativo: em vez de cartão magnético, o torcedor poderá fazer uso de seu próprio telefone celular. Após inserir um mecanismo no chip de seu aparelho, será possível comprar o ingresso por intermédio de uma ligação e acessar o estádio com o celular. A BWA informa que conversa com operadoras de telefonia para colocar isso em prática já em 2011.
Por ora, alguns setores do Engenhão e do Pacaembu receberão as catracas com câmeras de alta definição já no início do próximo ano. De forma gradual, todo o acesso aos dois estádios será absorvido por essa tecnologia de ponta, o que promete ser um soco no estômago de cambistas e baderneiros.
A BWA diz administrar 84% dos estádios do País e pretende levar esse recurso adiante. Para a Copa de 2014, já foi assegurado que o Castelão, em Fortaleza, fará uso do Big Brother a serviço do futebol.

Fonte: Terra

Nov
04
2010
-

Akiyama Corporação foi a responsável pelo cadastramento biométrico de eleitores

Leitor Biométrico Digital

Leitor Biométrico Digital

Nas eleições de 2010 a Akiyama Corporação esteve presente em mais de 23 estados e 60 municípios contribuindo para o cadastramento biométrico de 1 milhão de eleitores brasileiros. A Akiyama venceu em 2009 a licitação do Superior Tribunal Eleitoral (TSE) para fornecer o KitBio, solução responsável pelo cadastramento biométrico de todos os eleitores, e utilizado nas eleições deste ano. O TSE já adquiriu 1.412 KitBio só esse ano e a estimativa é que até 2014 todos os eleitores do país terão suas digitais cadastradas junto ao órgão.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, informou que 1,2 milhão de eleitores participaram do processo eleitoral utilizando urnas biométricas, e 93,5% tiveram suas impressões digitais reconhecidas pelas máquinas. “A biometria foi um sucesso. Foi a primeira vez que utilizamos o sistema biométrico e tivemos 93,5% de reconhecimento das impressões nos 60 municípios em que esse sistema foi aplicado”, comemorou o presidente do TSE.

Para Ismael Akiyama, diretor-presidente da Akiyama Corporação o resultado das eleições foi excelente: “o acesso à novas tecnologias compõe as diretrizes da nossa empresa, e o sucesso do KitBio confirma essa premissa”, explicou.

Sistema

A Akiyama firmou parceria com a maior provedora de software para integração do AFIS (Automatic Fingerprint Identification System) no Brasil, a Empresa IAFIS Systems do Brasil. Essa parceria fez com que a Akiyama desenvolvesse o KitBio – composto por uma câmera digital, mini-estúdio fotográfico com assento e o scanner biométrico RealScan-D. A tecnologia envolvida no equipamento permite a obtenção de digitais e imagens de maneira rápida, com cadastro automático.

Fonte: ParanaShop

Nov
03
2010
-

Empresa brasileira cria sistema que mede a consumação pela impressão digital

Leitor Biometrico Digital Persona

Leitor Biometrico Digital Persona

A empresa brasileira Datto criou um sistema de comanda digital por biometria, que controla o consumo nos estabelecimentos pela impressão digital dos clientes. A invenção também automatiza a administração do negócio, auxilia no fechamento de caixa, controle de vendas e compartilhamento de sistema. No caso de bares e baladas, principal público do sistema, problemas como superlotação na área do bar e filas para pagamento da comanda na hora da saída são rapidamente solucionados com o sistema.

O produto foi criado em setembro de 2009, mas começou a ter força no mercado em agosto deste ano. Ricardo Florêncio, diretor da Datto, explica que a ideia surgiu das necessidades de um cliente da empresa, um kartódromo de Guarulhos (SP), que tinha problemas com comandas extraviadas, principalmente quando os clientes estavam nas corridas de kart.

A implantação do sistema custa em torno de R$ 8 mil. Dependendo das opções feitas, o preço pode variar. Atualmente, já são 30 clientes em negociação – a maioria do Nordeste e do Sul do país.

Fonte: PEGN

Nov
01
2010
-

DETRAN IMPLANTA NOVO SISTEMA DE BIOMETRIA

Leitor Biométrico

Leitor Biométrico

Em obediência à Resolução 287 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e à Portaria 101/08 do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), a partir do dia 28 de outubro de 2010, as pessoas que quiserem tirar a 1ª habilitação deverão se dirigir àquela autarquia e não mais às clínicas médicas credenciadas.

O Detran está implantando um novo sistema de biometria, que consiste na captura e coleta de imagem, assinatura e digitais dos candidatos à 1ª Carteira de Habilitação. Portanto, os interessados, deverão procurar a sala de habilitação na Delegacia de Acidentes de Trânsito (DAT), no próprio prédio do Detran para realizarem esse cadastro.

Posteriormente, eles deverão se dirigir a um Centro de Formação de Condutores (CFC), para matrícula e abertura de processo. E deverão ser encaminhados a uma clínica Médica e Psicológica, escolhida pelo sistema. O restante do processo é o mesmo. O candidato fará os exames médicos e psicológicos, e as aulas teóricas e práticas.

Após 6 meses da implantação do novo sistema, os processos de adição, mudança de categoria e renovação de CNH também serão realizados no mesmo setor. Mas vale ressaltar, que nesse primeiro momento, somente os processos para aquisição da 1ª habilitação é que terão alterações.

Essas mudanças são para atender melhor a população, dar mais segurança e agilidade aos processos de aquisição de CNH, e obedecer as normas exigidas pelo Conselho Nacional de Trânsito, explica Jorge Everton, diretor presidente do Detran.

Fonte: Jusbrasil

Oct
19
2010
-

19º CNASI revela tendências do mercado de auditoria de TI

19º CNASI

19º CNASI

Começa hoje a 19ª edição do CNASI, Congresso Latinoamericano de Auditoria de TI, Segurança da Informação e Governança, maior evento internacional sobre o assunto que reunirá as melhores e mais importantes práticas mundiais de auditoria de TI, segurança da informação e governança. O evento acontece em São Paulo, entre os dias 19 e 21 de outubro.
Os temas discutidos no Cnasi seguem uma tendência do mercado de tecnologia que diz respeito ao investimento eminente das organizações em soluções voltadas para a segurança da informação. Pesquisa realizada pela consultoria Gartner com 1,5 mil organizações mundiais, apontam que gastos com segurança ficam em torno de 5% do total do orçamento de TI. Quando considerados os gastos com segurança, a maior parte (37%) é direcionada a recursos humanos, enquanto que 25% são investidos em software, 20% em hardware, 10% em outsourcing e os demais 9% em consultoria.
Segundo o estudo, os motores mais comuns para alavancar os gastos são, na ordem, ataques maliciosos, crime virtual, regulamentação, acesso remoto e novos modelos de entrega de serviço, como computação em nuvem e software como serviço.
Dentro deste contexto, o evento promete reunir cerca de dois mil participantes – congressistas, palestrantes e expositores –, que irão discutir este mercado em uma programação voltada para CEOs, CIOs, CFOs, CSOs, Auditores, Analistas, Gerentes e Supervisores de Redes, Infraestrutura, Sistemas, Governança e Compliance.

Temas de destaque:

Marco Civil da Internet – O desenrolar do Projeto de Lei que foi colocado em discussão no início de 2010 para a sociedade brasileira, a fim de regulamentar o uso da Internet no país será o tema do painel de abertura do 19º CNASI, que conta com palestrantes como Dr. Coriolano Aurélio de Almeida Camargo Santo; Julio Semeghini, Deputado Federal; e Guilherme Alberto de Almeida, Chefe de Gabinete da Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça.
O projeto, que continua em aberto no Ministério da Justiça, prevê o Marco Civil da Internet como uma proposta de lei para determinar direitos, responsabilidades e diretrizes no uso da rede no Brasil. O objetivo é que a legislação reconheça a natureza e os princípios da web, também apresentando diretrizes para a atuação do Estado.

Pesquisa inédita – O principal destaque do evento também será a divulgação do estudo inédito “IBM Global IT Risk Study 2010”, realizado pela IBM que aponta como os riscos são encarados pelas principais empresas do mercado de acordo com mais de 500 líderes de segurança do mundo todo. A pesquisa será apresentada por Eduardo de Castro Abreu, gerente de
Vendas de Segurança da IBM Brasil.

Relatório Global mede fraudes com cartão de crédito – Celso Hummel, engenheiro eletrônico e especialista em segurança da informação na internet, irá abordar o assunto com base no Relatório Global de Segurança e Riscos de 2009 da SpiderLabs, que destaca, entre outros dados, que 38% das fraudes com cartão de crédito acontece nas redes hoteleiras.
Além disso, o especialista que também tem experiência como pesquisador convidado do Laboratório de Análise e Arquitectura de Sistemas (LAAS) de Toulouse, na França, vai dar dicas de como as empresas devem se preparar para evitar que este tipo de fraude aconteça.

Biometria – Com base nos testes do uso da biometria nas eleições de 2010, o Cnasi discute a segurança desta ferramenta que é tendência no mercado de tecnologia. Na palestra “Segurança da informação: desafios para a próxima década!”, Marcelo Bellini Garcia, Vice President Sales Banking and IAM Americas, irá debater sobre o controle de acesso lógico e físico com autenticação forte por meio da biometria.

Modelo integrado para monitoramento de fraudes – O especialista em auditoria de TI, Ricardo Castro, presidente da Information Systems Audit and Control Association (ISACA-SP), apresenta modelo integrado para gestão dos riscos de fraudes corporativas, que pode prevenir falhas, fraudes e ataques. Estes modelos orientam o desenvolvimento de softwares de forma segura, assim como ações de gestão de mudanças.

O 19º Cnasi conta ainda com apresentações de trabalhos e pesquisas de acordo com os macrotemas definidos, como Governança: sustentabilidade e planejamento estratégico; Enterprise Risk Management (ERM): riscos e vulnerabilidade, segurança da informação e monitoração, além de Compliance, Auditoria e Forensis: auditoria de TI, computação forense, e normas e legislações.
“O congresso tem como objetivo atualizar e capacitar todos os profissionais com abordagens de tendências na área para o participante ter uma visão abrangente das questões e, principalmente, das soluções relacionadas ao tema”, afirma Fábio Lazzarini, diretor executivo do IDETI, empresa responsável pela organização do evento.

Fonte: Convergência Digital

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