Mar
27
2011
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Estudantes criam sistema de identificação digital

Cadastro com leitor biometrico digital

Cadastro com leitor biometrico digital

A partir de março, a viagem até a universidade será diferente para os 1,4 mil estudantes de Marau. Criado por alunos, um sistema de identificação digital fará o controle do transporte com um tablet, computador em forma de prancheta e com tela sensível ao toque, e um leitor biométrico.

A ideia surgiu devido aos impasses registrados nas viagens devido ao uso de carteirinhas estudantis. Após ser aceita pela Associação dos Universitários Marauenses (Assuma), a proposta foi aprovada pela prefeitura, que custeia o transporte dos alunos.

Segundo o projeto, cada ônibus terá um tablet com conexão à internet e um leitor biométrico fixados no painel. Quando começar a viagem, o motorista deverá informar a placa do veículo, nome do condutor, data, horário de saída e destino.

Em seguida, o tablet atualizará o banco de dados com as informações dos estudantes via internet móvel. Na hora do embarque, quando o passageiro encostar o dedo no leitor biométrico, o computador exibirá seu cadastro completo, incluindo os dias e turnos de aula.

A partir das informações, o motorista liberará ou não a entrada no ônibus. Antes de sair da cidade de origem, o tablet ainda gerará automaticamente para um servidor instalado na sede da Assuma um relatório completo com a lista de passageiros no veículo e até a rota prevista.

- Com essa tecnologia, há um controle completo e a segurança é total – garante Jonathan Tebaldi, um dos idealizadores do sistema.

Nesta semana, a Assuma iniciou o cadastro dos acadêmicos em sua sede, localizada na Rua Irineu Ferlin, s/nº. Para se cadastrar, é preciso informar dados pessoais, apresentar comprovantes de matrícula e de residência em Marau, levar uma foto e fazer o registro da impressão digital.

A licitação para selecionar as empresas responsáveis pelo transporte universitário está prevista para a próxima quarta-feira, dia 20. Segundo o edital, elas terão que comprar os equipamentos necessários para implantar sistema. O investimento, por ônibus, será de aproximadamente R$ 2,4 mil.

– A fiscalização digital trará segurança e agilidade, além de reduzir gastos e transtornos – afirma Thales Alex Timbola, presidente da Assuma.

Fonte: Clic RBS

Aug
25
2010
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Simulação das eleições testa urnas e avalia positivamente

Simulação das eleições testa urnas

Simulação das eleições testa urnas

No último sábado (21), 26 TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) realizaram eleições simuladas para testar todos os sistemas e programas que serão utilizados nas eleições gerais de outubro. Em 19 estados, eleitores previamente cadastrados simularam votos na urna com leitor biométrico. Na avaliação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os eventos foram um sucesso.
Com exceção do Mato Grosso, todos os demais estados e o Distrito Federal promoveram eleições simuladas, nas quais foram testados desde o cadastro dos eleitores, passando pelo ato de votar, até a totalização dos resultados. Os testes foram feitos nas sedes dos cartórios ou zonas eleitorais com a participação de servidores da Justiça Eleitoral e voluntários.
Em alguns estados, como no Ceará, também foram testados o voto em trânsito, para os cargos de presidente e vice-presidente, e a votação paralela. Este procedimento é uma espécie de auditoria de verificação das urnas eletrônicas, realizada no dia das eleições com a participação de representantes de partidos políticos, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público.
Em São Paulo, todas as 426 zonas eleitorais participaram das eleições simuladas. No Paraná, o evento foi promovido em 174 zonas. No Distrito Federal, todos os 21 cartórios eleitorais realizaram os testes. Em Tocantins, os eventos ocorreram em todos os municípios que são sedes de zonas eleitorais, totalizando 35 localidades.
Nos estados onde os eleitores puderam ensaiar a votação na urna com leitor biométrico foi avaliada a eficiência do sistema, uma novidade do processo eletrônico de votação. Os testes mostraram, porém, a necessidade de ajustes para corrigir inconsistências na geração dos softwares do leitor biométrico.
Também foi detectada a necessidade de intensificar o treinamento dos mesários especificamente em relação aos procedimentos de identificação digital. Cabe ressaltar ainda, que algumas atividades profissionais podem causar desgastes nas impressões digitais, tais como mineração, pesca, garimpo e construção civil. Entretanto nenhum eleitor deixará de votar em relação de dificuldade na leitura das digitais. Bastará que se identifique pela forma tradicional.
O objetivo do TSE com a realização das eleições simuladas foi justamente testar todos os programas e componentes do sistema eletrônico de votação brasileiro, a fim de identificar possíveis instabilidades nos softwares e fazer os ajustes devidos a tempo para que as eleições de outubro transcorram da melhor forma possível.

Fonte: R7

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