Feb
27
2011
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CPqD investe R$ 8,8 mi em laboratório para teste de RFID

CPqD

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Ambiente atuará no desenvolvimento, teste, simulação e integração das aplicações de identificação por radiofreqüência a redes de sensores, de biometria e de comunicação sem fio.

O CPqD inaugurou nesta sexta (4) o Laboratório de Estudos e Aplicações em RFID, tecnologia de identificação por radiofreqüência. O ambiente, segundo os diretores da empresa, é o único no Brasil que possui uma câmara semianecóica. A inauguração aconteceu na sede do CPqD em Campinas, no interior de São Paulo, e contou com a presença do presidente da instituição, Hélio Graciosa, do Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e diversas autoridades.
O laboratório começou a ser montado em junho de 2009 e contou com o apoio do Fundo Nacional de Desenvolviemnto Científico e Tecnológico (FNDCT), do MCT e da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). O valor total do investimento foi de R$ 8,8 milhões, sendo R$ 8 milhões vindo das parcerias e R$ 800 mil do CPqD.
“Esse será um laboratório nacional de referência, onde vai concentar ainda mais investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Na história da evolução de tecnologia no Brasil, o CPqD tem um papel decisivo”, disse Mercadante.
Infraestrutura e Serviços
A câmara semianecóica presente no Laboratório é revestida internamente por placas absorsoras e simula um ambiente aberto, mas sem interferências eletromagnéticas externas. Portanto, será possível medir sinais de radiofrequência livres de interferências.
O Laboratório de Estudo e Aplicações em RFID fará três tipos de análises. O teste e medição de radiofrequência (RF) será destinado a verificar se os dispositivos RFID (leitores e etiquetas) estão em conformidade com os padrões do mercado. Outro tipo de estudo permitirá verificar se as etiquetas e leitores RFID estão de acordo com os padrões da EPCglobal, entidade responsável pela implementação do Código Eletrônico de Produtos (EPC).
Além disso, o laboratório atuará no desenvolvimento, teste e simulação de aplicações baseadas nessa tecnologia, em diversos segmentos e cenários. Isso envolve a integração da aplicação RFID com outras tecnologias, como redes de sensores, biometria e redes de comunicação sem fio.
“Nós do CPqD estamos muito honrados de termos sido escolhidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pela Finep para ser a sede desse laboratório de referências em RFID”, disse Graciosa. Segundo o presidente, a criação do laboratório é um reflexo do crescimento na área de tecnologia do Brasil.

Fonte: IPNEW
Escrito por Thamires Costa

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