Nov
04
2010
-

Akiyama Corporação foi a responsável pelo cadastramento biométrico de eleitores

Leitor Biométrico Digital

Leitor Biométrico Digital

Nas eleições de 2010 a Akiyama Corporação esteve presente em mais de 23 estados e 60 municípios contribuindo para o cadastramento biométrico de 1 milhão de eleitores brasileiros. A Akiyama venceu em 2009 a licitação do Superior Tribunal Eleitoral (TSE) para fornecer o KitBio, solução responsável pelo cadastramento biométrico de todos os eleitores, e utilizado nas eleições deste ano. O TSE já adquiriu 1.412 KitBio só esse ano e a estimativa é que até 2014 todos os eleitores do país terão suas digitais cadastradas junto ao órgão.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, informou que 1,2 milhão de eleitores participaram do processo eleitoral utilizando urnas biométricas, e 93,5% tiveram suas impressões digitais reconhecidas pelas máquinas. “A biometria foi um sucesso. Foi a primeira vez que utilizamos o sistema biométrico e tivemos 93,5% de reconhecimento das impressões nos 60 municípios em que esse sistema foi aplicado”, comemorou o presidente do TSE.

Para Ismael Akiyama, diretor-presidente da Akiyama Corporação o resultado das eleições foi excelente: “o acesso à novas tecnologias compõe as diretrizes da nossa empresa, e o sucesso do KitBio confirma essa premissa”, explicou.

Sistema

A Akiyama firmou parceria com a maior provedora de software para integração do AFIS (Automatic Fingerprint Identification System) no Brasil, a Empresa IAFIS Systems do Brasil. Essa parceria fez com que a Akiyama desenvolvesse o KitBio – composto por uma câmera digital, mini-estúdio fotográfico com assento e o scanner biométrico RealScan-D. A tecnologia envolvida no equipamento permite a obtenção de digitais e imagens de maneira rápida, com cadastro automático.

Fonte: ParanaShop

Oct
01
2010
-

Cientistas advertem: identificação biométrica é falível

Identificação Biométrica

Identificação Biométrica

O sistema de identificação biométrica, apresentado no cinema e na televisão como ferramentas de combate ao crime à prova de falhas, na verdade está longe da perfeição. Essa é a conclusão de um relatório do Conselho Nacional de Pesquisa Científica dos Estados Unidos. Ela serve de advertência para o governo brasileiro, que acaba de ampliar o uso das urnas biométricas nas eleições de 2010.
Empresas e órgãos públicos vêm se voltando para os sistemas biométricos como um meio melhor de rastrear terroristas nas fronteiras, controlar o acesso a edifícios ou abrir acesso a dados bancários. Sensores de impressão digital já aparecem em produtos como laptops e celulares.
O levantamento afirma, porém, que sistemas que dependem de impressões digitais, impressões da palma da mão e reconhecimento de voz são “inerentemente falíveis”. Os autores pedem às agências governamentais que venham a adotá-los que se certifiquem de que o sistema corresponde à propaganda.
Bob Blakley, do Grupo Burton de Estratégias de Privacidade e Identidade, que trabalhou no relatório, disse que governos e empresas precisam se certificar de que a tecnologia adotada estará à altura do desafio. “Não devemos optar pela biometria porque ela fica bem em filmes de ficção científica. Devemos fazer isso quando ela for a solução mais eficiente para um problema”, disse ele.
Ele afirmou que muitos sistemas biométricos de larga escala funcionam bem, citando como exemplo o banco de impressões digitais do FBI, ou o sistema de digitais usado para evitar fraude eleitoral na Nigéria. “No entanto, esses sistemas foram cuidadosamente projetados e revisados por especialistas. É muito fácil usar um bom scanner de biometria e montar com ele um mau sistema”, advertiu.

(Com agência Reuters)

Fonte: Veja

Aug
26
2010
-

Em testes, urnas biométricas aumentam tempo de votação para cinco minutos

Urna Biométrica

Urna Biométrica

Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) se depararam com problemas nas urnas biométricas em pelo menos sete estados do país durante a simulação das eleições realizada no fim de semana na maior parte do território nacional. A dificuldade, verificada na identificação da impressão digital de eleitores, aumentou a média de tempo de votação para cinco minutos.
Em Balsa Nova, no Paraná, só um dos 14 eleitores que participaram do teste teve a digital identificada na primeira tentativa. Seis pessoas conseguiram votar depois de algumas investidas com o leitor biométrico e outras sete não foram reconhecidas pelo sistema. Em outros estados, existem relatos de que a dificuldade se deu por inexperiência dos mesários, que não posicionaram corretamente o dedo do eleitor.
De acordo com o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, o “não conhecimento” dos eleitores atingiu o índice de 40% em todo o país. “Investigamos a causa e descobrimos que o leitor comparava a impressão digital com o dedo errado. O problema ocorreu na geração dos arquivos, mas já foi resolvido”, explicou. Segundo ele, não haverá risco de falhas no dia das eleições. “O simulado serve para isso, para corrigirmos as não conformidades.”
Em 2008, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) utilizou pela primeira vez a urna biométrica, equipamento que processa o voto a partir da identificação da impressão digital do eleitor. A inovação foi experimentada com sucesso em três cidades: Colorado do Oeste (RO), Fátima do Sul (MS) e São João Batista (SC). Agora, em 2010, serão 65 municípios, de 24 estados, com votação totalmente biométrica. Para isso, mais de um milhão de eleitores foram previamente cadastrados pela Justiça Eleitoral, que colheu as digitais de quatro dedos de cada eleitor (os polegares e os indicadores). A ideia do TSE é que até 2018 o Brasil tenha a eleição 100% biométrica.
A inovação tenta dificultar fraudes, já que para votar o eleitor terá de fazer o reconhecimento digital. Com o novo sistema, as eleições devem ganhar mais agilidade. O sistema também diminui o número de mesários nas votações. Caso o mesário tenha dúvidas com relação ao eleitor ou a digital não seja reconhecida pelo leitor biométrico, há a opção de se fazer a verificação a partir da foto impressa na folha de votação. A votação biométrica, no entanto, não elimina a necessidade de o eleitor portar um documento de identidade e o título de eleitoral no dia do pleito.

Fonte: Correio Braziliense
Por: Diego Abreu

Aug
25
2010
-

Simulação das eleições testa urnas e avalia positivamente

Simulação das eleições testa urnas

Simulação das eleições testa urnas

No último sábado (21), 26 TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) realizaram eleições simuladas para testar todos os sistemas e programas que serão utilizados nas eleições gerais de outubro. Em 19 estados, eleitores previamente cadastrados simularam votos na urna com leitor biométrico. Na avaliação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os eventos foram um sucesso.
Com exceção do Mato Grosso, todos os demais estados e o Distrito Federal promoveram eleições simuladas, nas quais foram testados desde o cadastro dos eleitores, passando pelo ato de votar, até a totalização dos resultados. Os testes foram feitos nas sedes dos cartórios ou zonas eleitorais com a participação de servidores da Justiça Eleitoral e voluntários.
Em alguns estados, como no Ceará, também foram testados o voto em trânsito, para os cargos de presidente e vice-presidente, e a votação paralela. Este procedimento é uma espécie de auditoria de verificação das urnas eletrônicas, realizada no dia das eleições com a participação de representantes de partidos políticos, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público.
Em São Paulo, todas as 426 zonas eleitorais participaram das eleições simuladas. No Paraná, o evento foi promovido em 174 zonas. No Distrito Federal, todos os 21 cartórios eleitorais realizaram os testes. Em Tocantins, os eventos ocorreram em todos os municípios que são sedes de zonas eleitorais, totalizando 35 localidades.
Nos estados onde os eleitores puderam ensaiar a votação na urna com leitor biométrico foi avaliada a eficiência do sistema, uma novidade do processo eletrônico de votação. Os testes mostraram, porém, a necessidade de ajustes para corrigir inconsistências na geração dos softwares do leitor biométrico.
Também foi detectada a necessidade de intensificar o treinamento dos mesários especificamente em relação aos procedimentos de identificação digital. Cabe ressaltar ainda, que algumas atividades profissionais podem causar desgastes nas impressões digitais, tais como mineração, pesca, garimpo e construção civil. Entretanto nenhum eleitor deixará de votar em relação de dificuldade na leitura das digitais. Bastará que se identifique pela forma tradicional.
O objetivo do TSE com a realização das eleições simuladas foi justamente testar todos os programas e componentes do sistema eletrônico de votação brasileiro, a fim de identificar possíveis instabilidades nos softwares e fazer os ajustes devidos a tempo para que as eleições de outubro transcorram da melhor forma possível.

Fonte: R7

Template: TheBuckmaker.com Wordpress Themes | Greengeeks Panel, Urlaub Alpen